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4 de novembro de 2019

Nova edição da História da Cidade da Amadora em BD

Com quase 90 anos, o mestre José Ruy apresenta uma nova versão revista e actualizada de «Levem-me nesse novo sonho!», uma história da cidade da Amadora em banda desenhada.

No rigor histórico que lhe reconhecemos, José Ruy nesta nova edição (a 5ª edição) acrescenta aos 94 temas abordados nas quatro edições anteriores (1992, 1993, 1999, e 2009), mais 21 aspectos relevantes da história da Amadora dos últimos 10 anos.

A edificação da estação do Metropolitano na Reboleira, o renascimento do Cineteatro D. João V, a aposta na Arte Mural, a criação do Parque da BD – Turma da Mônica/Maurício de Sousa e do Parque Fonte das Avencas, e a comemoração do centenário do mestre da BD, Eduardo Teixeira Coelho, na Bedeteca, são alguns exemplos desses novos marcos adicionados agora à obra, pelo autor.

Nas palavras de Carla Tavares, Presidente da CM da Amadora, "trata-se de uma obra notável, de relevante caráter histórico, que conta, aos quadradinhos, a evolução e crescimento da Amadora ao longo dos tempos, com os acontecimentos e marcos históricos, as principais personalidades da região, a criação de equipamentos, instituições, empresas, eventos sociais e culturais e outras temáticas marcantes da História desta cidade."

Levem-me nesse novo sonho! - História da Amadora (5ª edição revista e actualizada), José Ruy, Âncora, 38 pp., cor, capa dura, 14€

14 de fevereiro de 2019

Humberto Delgado: o general sem medo - Exposição de banda desenhada de José Ruy

De 16 de Fevereiro a 30 de Abril, estará patente na Bedeteca de Beja, uma exposição de banda desenhada de José Ruy, que estará presente no dia da inauguração pelas 18:30 h.

4 de setembro de 2018

José Ruy - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Argumentista, Desenhador
(Portugal) Amadora, 9 de Maio de 1930

Cursa Artes Gráficas na Escola António Arroio, onde é discípulo de Mestre Rodrigues Alves, e frequenta a habilitação a Belas-Artes. Inicia-se como desenhador com apenas 14 anos, tendo publicado ao longo da sua carreira dezenas de álbuns, dos quais metade em banda desenhada, com destaque para Fernão Mendes Pinto e a sua Peregrinação e Os Lusíadas. Colabora em diversos jornais e revistas, nomeadamente em O Cavaleiro Andante e Selecções BD. Edita e dirige a 2.ª série de O Mosquito. O rigor na investigação e a qualidade dos seus trabalhos têm sido apreciados de norte a sul do país, com múltiplas homenagens e a atribuição de variados prémios. Expôe com sucesso em vários países da Europa, na China, no Japão e no Brasil. Primeiro autor a ser galardoado com o Prémio de Honra do Festival de Banda Desenhada da Amadora, em 1990. No ano seguinte é distinguido com a Medalha Municipal de Ouro de Mérito e Dedicação da sua cidade natal.

Séries publicadas em Portugal:
Clique & Flash, Lendas Japonesas, Maria Jornalista, Porto Bomvento

One-shots publicados em Portugal:
  • A história do Diário de Notícias em BD, Diário de Notícias
  • O reino proibido, 1952, O Mosquito (1ª série) #1335 a #1386; Cadernos Sobreda #13
  • De Gutemberg aos nossos dias, 1954, Cavaleiro Andante Especial #Outono de 1957; Mundo de Aventuras Especial #13
  • Ubirajara, 1956, Ruy e Maria Fernanda Pinto, Cavaleiro Andante 210 a #229; Álbum Editorial Futura [1982]
  • A mensagem, 1956, Cavaleiro Andante #231 a #243; Mundo de Aventuras (2ª fase) #364 a #365
  • Na pista dos elefantes, 1956, Cavaleiro Andante #244 a #248; Selecções do Mundo de Aventuras #211
  • O bobo, 1956, Cavaleiro Andante #249 a #308; Mini-Época #89 a #125 (inc.); Selecções BD (1ª série) #6 a #11; Álbum Editorial Notícias [1989]
  • Columbano, 1956, Cavaleiro Andante Especial #Natal de 1956; Mundo de Aventuras (2ª fase) #275; Jornal da BD #185
  • Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, 1957, Cavaleiro Andante #311 a #388; Spirou (2ª série) #25 a #32; Jornal da BD #163; Álbum Meribérica-Líber [1987]
  • Fernão Mendes Pinto, 1957, Cavaleiro Andante Especial #Natal de 1957; Cadernos da Banda Desenhada (2ª série) #1
  • D. Leonor rainha: 1458-1958, 1958, Cavaleiro Andante Especial #Natal de 1958; Mama Sume #21
  • Os duzentos inimigos do Condestável, 1959, Camarada (2ª série) #5/2º ano; Mama Sume #21
  • Infante D. Henrique, Álbum edição do autor [1960]
  • D. João de Castro, 1960, Camarada (2ª série) #1/3º ano
  • O ataque dos índios, 1960, O Mosquito (2ª série) #1 a #10
  • Gorongosa e outras reservas de caça, 1968, Tintin #21/1º ano
  • As aventuras de 4 lusitanos e uma porca, 1972, Ruy e Pauli Madeira, Quadradinhos (2ª série) #1562 a #1728; Álbum Editorial Futura [1984]
  • Da guerra nasceu uma flor: a Cruz Vermelha, 1978, Mundo de Aventuras Especial #21; Tintin #41 a #43/11º ano
  • A vida maravilhosa de Charles Chaplin, 1979, Spirou (2ª série) #1 a 23; Jornal da BD #105 a #112; Álbum Editorial Notícias [1988]; BDN #24 a #42
  • Os Lusíadas (3 volumes), Álbum Editorial Notícias [1982-1984] (Integral em 2000 [Editorial Notícias] e 2009 [Âncora])
  • Gizela, 1983, Almanaque do Mundo de Aventuras de 1983
  • Lusíadas (Cantos I, II e III), 1982, Jornal da BD #33 a #40
  • Lusíadas (Cantos IV e V), 1983, Jornal da BD #63 a #64
  • Lusíadas (Cantos VI, VII e VIII), 1983, Jornal da BD #97 a #99
  • Lusíadas (Cantos IX e X), 1984, Jornal da BD #115 a #120
  • Camões: excerto do 4º canto do poema, 1984, Mama Sume #22
  • O filhote do búfalo, 1984, Jornal da BD #104
  • O incêndio, 1984, Jornal da BD #110
  • A caçada, 1984, Jornal da BD #114
  • O náufrago, 1984, Jornal da BD #116
  • Auto da barca do inferno, 1985, Jornal da BD #165 a #168
  • Auto da barca do purgatório, 1985, Jornal da BD #173 a #176
  • Auto da barca da glória, 1985, Jornal da BD #177 a #181
  • Jorge Dimitrov, herói internacionalista, Jornal O Diário #3337 a #3534; Álbum Caminho [1985]
  • A história da Cruz Vermelha, arg. de Jean-Jacques Surbeck, Álbum International Committee of the Red Cross [1985]
  • O auto das barcas, Álbum Editorial Notícias [1986]
  • Porque não hei-de acreditar na felicidade, 1986, Boletim do Clube Português de Banda Desenhada #60; Cadernos Sobreda #13
  • Venceslau de Moraes, 1987, Cadernos da Banda Desenhada (2ª série) #1
  • Auto da Índia e Farsa de Inês Pereira, Álbum Editorial Notícias [1988]
  • História de Macau, Álbum Asa [1989] (existe uma edição em mandarim)
  • Como apareceu o medo e outras histórias de animais em BD, Álbum Editorial Notícias [1990]
  • Como apareceu o medo, BDN #46 a #55
  • Levem-me nesse sonho! - História da cidade da Amadora em BD, Álbum Asa [1992]; Álbum Âncora [2000]
  • Mataram o rei!... Viva a República!, Álbum Asa [1993]; Álbum Âncora [2008]
  • Alves dos Reis - Uma burla à portuguesa, Ruy e Alexandre Honrado, Álbum Asa [1994]
  • Aventura do passado perdido - Vida e obra de Francisco Martins Sarmento, Álbum Asa [1994]
  • A jóia no vale - História do Mosteiro de Pombeiro, Álbum Asa [1995]
  • O juíz de Soajo - História da vila de Soajo em BD, Álbum Editorial Notícias [1996] (existem edições em francês e inglês); Álbum Âncora [2014]
  • A casa e o infante - Memórias da velha alfândega do Porto, Álbum Asa [1996]
  • Sintra, o encantado monte da lua - A história da vila de Sintra em banda desenhada, Álbum Editorial Notícias [1997] (existe edições em inglês, francês e castelhano)
  • Nicolau Coelho  - Um capitão dos descobrimentos, Álbum Editorial Notícias [1997]
  • Nascida das águas - História da cidade de Caldas da Rainha em Banda Desenhada, Álbum Asa [1999]
  • Almeida Garrett e a cidade invicta, Álbum Âncora [1999]
  • A estátua perdida, 1999, Selecções BD (2ª série) #4
  • Pêro da Covilhã e  a misteriosa viagem, Álbum Âncora [2000]
  • Operação Óscar - Outra maneira de contar o 25 de Abril, Álbum Asa [2000]
  • Aristides de Sousa Mendes - Herói do holocausto, Álbum Âncora [2001] (existem edições em inglês e hebraico)
  • A ilha do futuro, Álbum Meribérica-Líber [2004]
  • Humberto Delgado - O general sem medo, Álbum Âncora [2005]
  • Peter Café Sport e o vulcão do Faial,  Álbum Marginália [2007]
  • Mirandês - História de Uma Língua e de Um Povo, Álbum Âncora [2009] (existe uma edição em mirandês)
  • Amarante  - A heróica defesa da ponte, Álbum Âncora [2009]
  • Leonardo Coimbra e os Livros Infinitos, Álbum Âncora [2011]
  • João de Deus - A magia das letras, Álbum Âncora [2013] (existe uma edição em francês)
  • A brincar vamos associar, Álbum Fundação Montepio [2015]
  • Histórias de Valdevez, Álbum Âncora [2016]
  • Carolina Beatriz Ângelo – Pioneira na Cirurgia e no Voto, Álbum Âncora [2016]
  • Nascida das águas e o 16 de Março de 1974 - História da cidade de Caldas da Rainha em Banda Desenhada, Álbum Âncora [2018]
  • A ilha do Corvo que venceu os piratas, Álbum Âncora [2018] (existe uma versão em inglês)
[actualizado em 4-9-2018]

A ilha do Corvo que venceu os piratas

A chancela editorial Âncora acaba de editar uma nova obra de José Ruy, recentemente lançada na ilha açoreana do Corvo e que relata a epopeia aventureira dos seus habitantes que rechaçaram com sucesso piratas do mar.

A ilha do Corvo que venceu os piratas” foi concebida através de um processo de criação participativa sem precedentes, quer para o seu autor, quer para a comunidade sobre a qual se debruça.

Localizada na extremidade ocidental do arquipélago, a ilha do Corvo esteve, durante muito tempo, na mira dos piratas e corsários que navegavam aquelas águas, o que originou alguns episódios de conflito, e curiosamente, algumas relações de proximidade.

Com base num documento histórico do século XVII que narra a resistência dos corvinos a um ataque de piratas, José Ruy imaginou uma história que integrou contribuições das pessoas do Corvo tornando-se uma aventura partilhada que consciencializa para a valorização do património e cultura local.

Tendo sido criada no âmbito do projeto do Ecomuseu do Corvo, seguiu-se o princípio fundamental das acções ecomuseológicas, assegurar a efectiva participação dos corvinos no processo criativo da obra, tornando-se eles também protagonistas. Para tal, a estratégia definida passou pela vinda do autor à ilha onde teve oportunidade de conhecer as pessoas e o território e contactou diretamente com a cultura local, tendo recebido da comunidade diversos contributos para o desenrolar da história que foi também acompanhada por um corpo científico.

Este é um exemplo de como o património de uma comunidade pode ser visto como um recurso de desenvolvimento, de afirmação da identidade e de vinculação ao território, às suas origens e cultura, sendo o envolvimento da comunidade uma preocupação omnipresente. Aliás, só há um ecomuseu quando as pessoas e as organizações de uma comunidade participam num processo dinâmico através do qual preservam, interpretam e gerem o seu património para o desenvolvimento sustentável.

A ilha do Corvo que venceu os piratas, José Ruy, Âncora, 32 pp., cor, capa dura

16 de março de 2018

O ensaio de Abril foi há 44 anos nas Caldas da Rainha

Faz hoje 44 anos que na madrugada de 16 de Março de 1974 uma coluna militar saiu do Regimento de Infantaria 5 (actualmente Escola de Sargentos do Exército) em direcção a Lisboa para derrubar o governo.

O “golpe das Caldas” falhou mas tudo o que aconteceu nesse dia foi um eficaz ensaio para o que viria a ser o 25 de Abril. Quem o diz é o próprio Otelo de Carvalho que não tem dúvidas da importância desse “teste” que lhe permitiu perceber exactamente o que tinha de fazer para ser bem sucedido, 40 dias depois.

Para assinalar a data o Município das Caldas da Rainha lançou, hoje, uma reedição do livro de banda desenhada “Nascida das Águas e o 16 de Março de 1974”, da autoria do mestre José Ruy. A obra, editada primeiramente em 1999, conta agora com um capítulo especialmente dedicado a relatar com o máximo rigor histórico os momentos vividos naquele dia.

14 de março de 2018

Nascida das Águas e o 16 de Março de 1974 - História da cidade das Caldas da Rainha em Banda Desenhada

Comemorando os 44 anos da sublevação do Regimento das Caldas da Rainha, prenúncio da revolução de 25 de Abril de 1974, José Ruy irá apresentar no próximo dia 16 de Março, pelas 10 horas, no Centro Cultural das Caldas da Rainha com a presença de Otelo Saraiva de Carvalho a versão aumentada da História da cidade das Caldas da Rainha em Banda Desenhada, onde inclui os acontecimentos do 16 de Março.

A primeira versão de "Nascida das Águas" é de 1999 numa edição da ASA.


28 de setembro de 2017

Clique e Flash - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Ficha técnica:
(Portugal) Tintin #41/4º ano, 4 de Março de 1972
José Ruy (desenho) e Diniz Machado (argumento)
Outros autores: Luís Nazaré
Outras publicações: Mundo de Aventuras EspecialJornal da BD

Inicialmente como banda desenhada publicitária, Clique e Flash desenvolve-se, posteriormente, em histórias curtas pedagógicas.

Quadriculografia portuguesa:
  • Visita à Aliança, 1972, Ruy e Diniz Machado, Tintin #41 a #46/4º ano 
  • O repórter Clique visita um banco, 1972, Ruy e Luís Nazaré, Tintin #41 a #45/4º ano
  • Clique e Flash seguram-se na Companhia "A Mundial", 1973, Ruy e Luís Nazaré, Tintin #5 a #12/6º ano
  • Uma visita à Siderurgia Nacional, 1973, Ruy, Tintin #31 a #38/6º ano
  • Caçada em África, 1981, Ruy, Mundo de Aventuras Especial #27
  • O filhote do búfalo, 1981, Ruy, Mundo de Aventuras Especial #29
  • [gag], 1985, Ruy, Jornal da BD #175, #179 e #181
  • Clique e Flash na ilha misteriosa, 1985, Ruy, Jornal da BD #183
  • Clique e Flash no vulcão, 1985, Ruy, Jornal da BD #182
  • Clique e Flash vão ao circo, 1985, Ruy, Jornal da BD #186
[actualizado a 21-2-2015]

27 de setembro de 2017

Os Lusíadas - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Ficha técnica:
Histórico
(Portugal) Álbum Editorial Notícias, 1984
José Ruy (texto e desenho)
Outras publicações: Jornal da BD, Álbum Âncora Editora


Adaptação da obra de Luís de Camões à banda desenhada.


Quadriculografia portuguesa:
  • Cantos I a III, Álbum Editorial Notícias [1984]
  • Cantos IV a VI, Álbum Editorial Notícias [1984]
  • Cantos VII a X, Álbum Editorial Notícias [1984]
  • Canto I, Jornal da BD #33 a #35
  • Canto II, Jornal da BD #36 a #37
  • Canto III, Jornal da BD #38 a #40
  • Canto IV, Jornal da BD #61 a #62
  • Canto V, Jornal da BD #63 a #64
  • Canto VI, Jornal da BD #97
  • Canto VII, Jornal da BD #98
  • Canto VIII, Jornal da BD #99
  • Canto IX, Jornal da BD #115 a #117
  • Canto X, Jornal da BD #119 a #120
  • Cantos I a X, Álbum Editorial Notícias [2000]
  • Cantos I a X, Álbum Âncora [2009]
[actualizado a 21-2-2015]

26 de setembro de 2017

Porto Bomvento - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Ficha técnica:
Histórico
(Portugal) Álbum Editorial Notícias, 1987
José Ruy (texto e desenho)
Outras publicaçõesJornal da BD, BDN, Edições ASA


Aventuras de um marinheiro português durante o período áureo dos Descobrimentos.


Quadriculografia portuguesa:
  • Homens sem alma, Álbum Editorial Notícias [1987], Jornal da BD #259
  • Bomvento no Castelo da Mina, Álbum Edições ASA [1988], BDN #1 a #38
  • Bomvento no Cabo da Boa Esperança, Álbum Edições ASA [1989]
  • Bomvento no Brasil, Álbum Edições ASA [1990]
  • Bomvento nas Terras do Labrador, Álbum Edições ASA [1991]
  • Bomvento no Cataio, Álbum Edições ASA [1991]
  • Bomvento na Austrália, Álbum Edições ASA [1991]
  • Bomvento recorda a infância, Álbum Edições ASA [1992]
  • As aventuras de Porto Bomvento - Aventuras marítimas no século XV - Vol. 1, Álbum Edições ASA [2005]*
  • As aventuras de Porto Bomvento - Aventuras marítimas no século XV - Vol. 2, Álbum Edições ASA [2005]*
* reúne o integral das aventuras


[actualizado a 21-2-2015]

4 de novembro de 2016

José Ruy lança novo álbum de banda desenhada no Festival Internacional de Banda Desenhada - Amadora BD


Carolina Beatriz Ângelo – Pioneira na Cirurgia e no Voto” será apresentada pelo historiador Dr. João Esteves, consultor científico da obra, e pelo Dr. Jaime Teixeira Mendes, presidente do Conselho Regional da Secção Sul da Ordem dos Médicos.

A sessão terá lugar no dia 5 de Novembro, sábado, às 16:00 horas, no auditório do Fórum Luís de Camões, Brandoa, Amadora.

A quadricolografia em álbum pode ser consultada aqui e sobre a recente obra neste post.

26 de outubro de 2016

Carolina Beatriz Ângelo – Pioneira na Cirurgia e no Voto

Especialista na narrativa gráfica de acontecimentos e personagens da nossa História, José Ruy retrata a vida de Carolina Beatriz Ângelo (1878-1911), figura de vulto da Medicina Portuguesa, tendo sido a primeira mulher a operar em Portugal, sendo considerada uma das mulheres mais marcantes do início do século XX.

Carolina Beatriz conciliou a sua actividade profissional com uma intervenção política e social intensa e marcante. Defensora dos direitos e da emancipação das mulheres, foi uma das principais activistas da sua época, tendo lutado por causas como a do sufrágio feminino.

Foi a primeira mulher portuguesa a votar nas eleições para a Assembleia Nacional Constituinte, a 28 de Maio de 1911, após a Revolução do 5 de Outubro, tendo conseguido, ao abrigo da lei eleitoral vigente e após disputa com o poder político, favoravelmente arbitrada pelo Tribunal, a inclusão do seu nome nos cadernos eleitorais da Comissão de Recenseamento do 2.º Bairro de Lisboa.

Esta edição em banda desenhada tem o apoio da Secção Regional do Sul da Ordem dos Médicos, na pessoa do Presidente do Conselho Regional do Sul, Dr. Jaime Teixeira Mendes.

Carolina Beatriz Ângelo – Pioneira na Cirurgia e no Voto, José Ruy, Âncora Editora, 32 pp., cor, cartonado

31 de julho de 2016

Histórias de Valdevez

O artista português com mais álbuns de BD publicados, José Ruy, ofereceu-nos mais uma edição com o título "Histórias de Valdevez". Com o apoio do município de Arcos de Valdevez, este álbum conta-nos a história do concelho, integrado nas comemorações dos 500 anos da atribuição do foral às Terras de Valdevez.

Em 1411, os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os de seu primo, o imperador Afonso VII de Leão e Castela, encontram-se no Vale do Vez, protagonizando um dos mais importantes e fundadores acontecimentos da nação portuguesa, o Recontro de Valdevez, momento que inspirou, de igual modo, a frase símbolo do concelho de Arcos de Valdevez – Onde Portugal se Fez.

Quase quatro séculos depois, em 1515, em plena época dos Descobrimentos Portugueses, um outro monarca, D. Manuel I, outorga Foral às Terras de Valdevez, efeméride que se comemora atualmente, volvidos 500 anos.

Estes dois importantes momentos históricos são o mote para a realização desta obra em banda desenhada, que, pela mão sábia e excepcional do mestre José Ruy, chega até ao presente, perpetuando assim no futuro a importância do nosso passado e da nossa História coletiva.

Histórias de Valdevez, José Ruy, Âncora, 32 pp., cartonado, cor

25 de outubro de 2015

Centro Nacional de Cultura recebe José Ruy para o lançamento da 4.ª Edição da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto



FERNÃO MENDES PINTO – Nasceu em Montemor o-Velho, em 1510.
Durante 21 anos efectuou uma aventurosa viagem pelo Oriente, vindo a escrever a Peregrinação entre 1570 e 1578, no Pragal, em Almada. Em 1614 foi postumamente publicada, com cortes feitos pela censura de então. Na capa dessa primeira edição, impressa em Lisboa, pode ler-se:

"PEREGRINAÇÃO de Fernão Mendes Pinto"

Em que dá conta de muitas e muito estranhas coisas que viu e ouviu no reino da China, no da Tartária, no do Somau que vulgarmente se chama Sião, no do Calaminhão, no Pegú, no de Martavão, e em outros e muitos reinos e senhorios das partes orientais, de que nestas nossas do ocidente há muito pouca ou nenhuma noticia.
E também dá conta de muitos casos particulares que aconteceram assim a ele como a outras muitas pessoas; e no fim dela trata brevemente de algumas coisas e da morte do Santo Padre Mestre Francisco Xavier, única luz e resplendor daquelas partes do Oriente e nelas Reitor Universal da Companhia de Jesus».
A PEREGRINAÇÃO, de Fernão Mendes Pinto, é uma das obras-primas da literatura portuguesa do final do século xvi, excelentemente adaptada por José Ruy para banda desenhada e agora reeditada na comemoração dos 400 anos da sua publicação.


SOBRE O AUTOR
José Ruy nasceu na Amadora em Maio de 1930. Cursou Artes Gráficas na Escola António Arroio, onde foi discípulo do Mestre Rodrigues Alves, e frequentou habilitação a Belas Artes.
Iniciou-se como autor de textos e desenhos com 14 anos, tendo publicado 79 álbuns, 48 dos quais em banda desenhada, com destaque para Os Lusíadas, Aristides de Sousa Mendes, Humberto Delgado e História da Amadora, e também em língua mirandesa, Ls Lusíadas, João de Deus e Mirandés.
Tem colaborado em diversos jornais e revistas, nomeadamente em O Cavaleiro Andante e Selecções BD. Editou e dirigiu a 2.ª série do jornal O Mosquito.
O rigor na investigação e a qualidade dos seus trabalhos têm sido apreciados de norte a sul do país, com múltiplas homenagens e a atribuição de 25 prémios.
Expôs com sucesso em vários países da Europa, na China, no Japão e no Brasil.
Primeiro autor a ser galardoado com o Prémio de Honra do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, em 1990. No ano seguinte foi distinguido com a Medalha Municipal de Ouro de Mérito e Dedicação da sua cidade natal, onde o seu nome foi atribuído a uma escola e a uma avenida.

Seis dos seus livros, publicados na Âncora Editora, são recomendados pelo Plano Nacional de Leitura:
João de Deus, A Magia das Letras
Aristides de Sousa Mendes – Herói do Holocausto
Os Lusíadas
Humberto Delgado - O General sem Medo
Mirandés - Stória Dua Lhéngua i Dun Pobo (Col. Banda zenhada)
Pêro da Covilhã e a misteriosa viagem 

1 de setembro de 2014

Reedição de O juiz de Soajo

A propósito da comemoração dos 500 anos do Foral de Soajo, assinalados no passado dia 16 de Agosto, a Âncora Editora reedita a obra de banda desenhada O Juiz de Soajo, de José Ruy, em que o autor de BD com mais álbuns publicados retrata a história, os costumes e as tradições da vila de Soajo, em Arcos de Valdevez.

Editada pela primeira vez em 1996, pela antiga Editorial Notícias, a obra regressa às livrarias durante o mês de Setembro, preservando o registo do rico património cultural, paisagístico e patrimonial desta aldeia singular, outrora sede de concelho.

8 de março de 2014

184.º aniversário de João de Deus celebrado com lançamento de BD de José Ruy

A obra de banda desenhada João de Deus – A Magia das Letras, de José Ruy, é apresentada na próxima segunda-feira, 10 de Março, no âmbito da comemoração do 184.º aniversário de João de Deus. A apresentação, a cargo de Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas e do Centro Nacional de Cultura, decorre pelas 16:30 horas, no Museu João de Deus, em Lisboa.

Este é um duplo lançamento, das versões em português e em mirandês, João de Deus – La Magie de Las Letras, com tradução de Amadeu Ferreira e a colaboração de António Cangueiro.

José Ruy traça o perfil biográfico de João de Deus, poeta, pedagogo e humanista que deu origem a um método de aprendizagem de grande difusão com a sua Cartilha Maternal, tornando-se numa importante, senão a principal, referência pedagógica do século XIX.

Actualmente, a obra de João de Deus é detentora de 55 centros educativos, incluindo um museu, uma casa-museu e uma Escola Superior de Educação.

O autor: José Ruy nasceu na Amadora em Maio de 1930. Cursou Artes Gráficas na Escola António Arroio, onde foi discípulo do mestre Rodrigues Alves, e frequentou habilitação a Belas Artes.

Iniciou-se como autor de textos e desenhos com 14 anos, tendo publicado ao longo da sua carreira 79 álbuns, 48 dos quais em banda desenhada, com destaque para Fernão Mendes Pinto e a sua Peregrinação, Os Lusíadas e História da Amadora, com actualizações. Tem colaborado em diversos jornais e revistas, nomeadamente em O Cavaleiro Andante e Selecções BD. Editou e dirigiu a 2.ª série do jornal O Mosquito.

O rigor na investigação e a qualidade dos seus trabalhos têm sido apreciados de norte a sul do país, com múltiplas homenagens e a atribuição de 25 prémios.

Expôs com sucesso em vários países da Europa, na China, no Japão e no Brasil.

Primeiro autor a ser galardoado com o Prémio de Honra do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, em 1990. No ano seguinte foi distinguido com a Medalha Municipal de Ouro de Mérito e Dedicação da cidade natal, onde o seu nome foi atribuído a uma escola e a uma avenida.

(texto da responsabilidade da editora)