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25 de julho de 2017
10 de junho de 2017
12 de maio de 2017
10 de maio de 2017
Colecção No Coração das Trevas DC #10: Mal Eterno #2
O último volume da Colecção No Coração das Trevas DC, a segunda parte da saga iniciada no anterior, é também dedicado a Lex Luthor. Quem é ele? O vilão? Um herói? Ou algo inteiramente diferente? Ele é o mais improvável dos defensores a erguer-se para salvar a humanidade de uma invasão extra-dimensional e é também a sua única esperança.
O mundo caiu sob o domínio do misterioso e mortal Sindicato do Crime, uma réplica distorcida e maléfica da Liga da Justiça vinda de uma Terra paralela, e os seus maiores heróis estão desaparecidos e não podem lutar contra os invasores… será Luthor a procurar salvar o mundo.
Uma saga de redenção que representa uma etapa inédita na história do mais famoso arqui-inimigo do Super-Homem.
Colecção No Coração das Trevas DC #10: Mal Eterno #2, George Johns e David Finch, Levoir, capa dura, cor, 9,90€
23 de março de 2017
Colecção No Coração das Trevas DC #3: A Guerra do Corpo Sinestro 2
Hoje é lançado o terceiro volume da colecção No Coração das Trevas com a segunda parte de A Guerra do Corpo Sinestro.
Começou a batalha de Ranx, e o alvo de Sinestro é a Terra, onde as duas forças inimigas se vão encontrar, com consequências devastadoras para o planeta, e com o destino do próprio Multiverso em jogo.
Neste volume poderemos também ver a interacção entre dois dos Lanternas Verdes da Terra, Hal Jordan e Kyle Rainer: Jordan tenta livrar Kyle da influência de Parallax, que o domina, e descobrimos um pouco da história de Kyle, das suas paixões, da sua morte, e também as razões que levaram a que Parallax o conseguisse dominar tão facilmente.
A continuação da saga da Guerra do Corpo Sinestro, a conclusão de uma das grandes sagas da DC no século 21, num volume com arte de alguns dos melhores desenhadores dos comics actuais, incluindo Ivan Reis, Patrick Gleason e Ethan Van Sciver.
Colecção No Coração das Trevas DC #3: A Guerra do Corpo Sinestro 2, Geoff Johns, Dave Gibbons, Peter Tomasi, Ivan Reis, Patrick Gleason e Ethan Van Sciver, Levoir, cor, capa dura, 9,99€ com o jornal Público
10 de maio de 2016
Super-Heróis DC Comics #15 - Esquadrão Suicida: Nós que vamos morrer
Chega ao fim esta colecção da Lenoir, distribuída com o jornal Público, com o título em epígrafe.
Eis a sinopse da editora:
Pistoleiro, Encantadora, Beladona, Capitão Bumerangue e Tigre de Bronze são alguns dos vilões que, sob a coordenação do Coronel Rick Flagg Jr., formam o Esquadrão Suicida, um grupo secreto do governo americano. Constituído por supercriminosos recrutados em troca da redução das suas penas, o Esquadrão é usado para missões suicidas, de cuja existência o governo pode facilmente negar ter conhecimento, em caso de fracasso. John Ostrander e Luke McDonnell mostram-nos as primeiras missões do Esquadrão Suicida no tempo da Guerra Fria, dando a conhecer ao leitor português um dos mais originais conceitos de supergrupo da DC, e o primeiro dessa editora a chegar ao cinema.
O Esquadrão Suicida, também conhecido como Task Force X, é um nome de duas organizações fictícias no Universo DC. A primeira versão estreou em The Brave and the Bold # 25 (1959), mas os protagonistas ainda alinhavam pelo diapasão da época, que ditava que todos os heróis fossem apolíneos e impolutos. A segunda foi em Legends # 3 (1987) e um original Esquadrão Suicida deu continuidade à sua existência em Secret Origins # 14, a fim de formar uma conexão entre as duas equipas.
John Ostrander foi o argumentista responsável por esta segunda série, que conheceu uma popularidade bem maior do que a primeira, tendo muitas vezes escrito as histórias (66 números da revista) em parceria com a sua mulher Kim Yale, com quem reintroduziu a paraplégica Barbara Gordon como Oráculo no #23. Ostrander, que estudou teologia e tinha sido actor, começou a escrever BD em 1983, ano em que co-criou com Timothy Truman o violento Grimjack para a First Comics. Três anos depois, estreou-se na DC, precisamente com o argumento da mini-série Legends, a que se seguiu Suicide Squad. O desenho da série ficou, na maioria dos casos, a cargo de Luke McDonnell, que ganhara reputação na casa a ilustrar a Liga da Justiça.
O conceito lembra o filme Doze Indomáveis Patifes de Robert Aldrich, em que um grupo de super-criminosos aceitam participar em missões suicidas em troca de redução ou anulação de penas. Vilões em missões mais ou menos oficiais, mais ou menos secretas, é um conceito intrigante, mas Ostrander ainda o fez mais interessante, ao incluir representantes do governo americano na equipa.
Sob o comando do instável e desequilibrado Rick Flag Jr, o grupo era formado por uma mistura de personagens muito diversas. Os mais populares eram o pistoleiro Deadshot, o Capitão Bumerangue, que era um dos principais inimigos do Flash desde o início da década de 60, o Tigre de Bronze, que foi popularizado nas revistas de artes marciais dos anos 70, a super-espia Nightshade, e o mestre do disfarce Nemesis, criado em 1980, que tenta com aquelas missões espiar os pecados dos crimes que cometeu quando foi vítima de lavagem cerebral. A natureza das personagens assentava, por isso, que nem uma luva naquilo que parecia ser o interesse principal dos leitores na época: personagens amorais, muita violência, ação trepidante, doses valentes de humor negro, reviravoltas inesperadas e imprevisibilidade no desfecho.
E é esta análise que torna a série tão especial: não por seguir o mesmo conceito que o filme famoso, Doze Indomáveis Patifes, mas por ser uma obra que retrata um tempo muito especifico que apesar de não se poder duplicar, será com certeza divertido conhecer ao ler este volume.
Super-Heróis DC Comics #15 - Esquadrão Suicida: Nós que vamos morrer, John Ostrander (argumento) e Luke McDonnell (desenho), Levoir, 152 pp., 9,90 €
Eis a sinopse da editora:
Pistoleiro, Encantadora, Beladona, Capitão Bumerangue e Tigre de Bronze são alguns dos vilões que, sob a coordenação do Coronel Rick Flagg Jr., formam o Esquadrão Suicida, um grupo secreto do governo americano. Constituído por supercriminosos recrutados em troca da redução das suas penas, o Esquadrão é usado para missões suicidas, de cuja existência o governo pode facilmente negar ter conhecimento, em caso de fracasso. John Ostrander e Luke McDonnell mostram-nos as primeiras missões do Esquadrão Suicida no tempo da Guerra Fria, dando a conhecer ao leitor português um dos mais originais conceitos de supergrupo da DC, e o primeiro dessa editora a chegar ao cinema.
O Esquadrão Suicida, também conhecido como Task Force X, é um nome de duas organizações fictícias no Universo DC. A primeira versão estreou em The Brave and the Bold # 25 (1959), mas os protagonistas ainda alinhavam pelo diapasão da época, que ditava que todos os heróis fossem apolíneos e impolutos. A segunda foi em Legends # 3 (1987) e um original Esquadrão Suicida deu continuidade à sua existência em Secret Origins # 14, a fim de formar uma conexão entre as duas equipas.
John Ostrander foi o argumentista responsável por esta segunda série, que conheceu uma popularidade bem maior do que a primeira, tendo muitas vezes escrito as histórias (66 números da revista) em parceria com a sua mulher Kim Yale, com quem reintroduziu a paraplégica Barbara Gordon como Oráculo no #23. Ostrander, que estudou teologia e tinha sido actor, começou a escrever BD em 1983, ano em que co-criou com Timothy Truman o violento Grimjack para a First Comics. Três anos depois, estreou-se na DC, precisamente com o argumento da mini-série Legends, a que se seguiu Suicide Squad. O desenho da série ficou, na maioria dos casos, a cargo de Luke McDonnell, que ganhara reputação na casa a ilustrar a Liga da Justiça.
O conceito lembra o filme Doze Indomáveis Patifes de Robert Aldrich, em que um grupo de super-criminosos aceitam participar em missões suicidas em troca de redução ou anulação de penas. Vilões em missões mais ou menos oficiais, mais ou menos secretas, é um conceito intrigante, mas Ostrander ainda o fez mais interessante, ao incluir representantes do governo americano na equipa.
Sob o comando do instável e desequilibrado Rick Flag Jr, o grupo era formado por uma mistura de personagens muito diversas. Os mais populares eram o pistoleiro Deadshot, o Capitão Bumerangue, que era um dos principais inimigos do Flash desde o início da década de 60, o Tigre de Bronze, que foi popularizado nas revistas de artes marciais dos anos 70, a super-espia Nightshade, e o mestre do disfarce Nemesis, criado em 1980, que tenta com aquelas missões espiar os pecados dos crimes que cometeu quando foi vítima de lavagem cerebral. A natureza das personagens assentava, por isso, que nem uma luva naquilo que parecia ser o interesse principal dos leitores na época: personagens amorais, muita violência, ação trepidante, doses valentes de humor negro, reviravoltas inesperadas e imprevisibilidade no desfecho.
E é esta análise que torna a série tão especial: não por seguir o mesmo conceito que o filme famoso, Doze Indomáveis Patifes, mas por ser uma obra que retrata um tempo muito especifico que apesar de não se poder duplicar, será com certeza divertido conhecer ao ler este volume.
Super-Heróis DC Comics #15 - Esquadrão Suicida: Nós que vamos morrer, John Ostrander (argumento) e Luke McDonnell (desenho), Levoir, 152 pp., 9,90 €
21 de abril de 2016
Super-Heróis DC Comics #12 - Batman: O regresso do Joker
Já se encontra disponível nas bancas portuguesas numa edição da Levoir e distribuição do jornal Público o volume 12 da colecção Super-Heróis DC Comics: Batman - O regresso do Joker.
Eis a sinopse da editora:
Depois de ter perdido literalmente a face, quando o seu rosto é removido cirurgicamente, o Joker desaparece durante mais de um ano. Mas aqueles que pensavam que o Príncipe do Crime estava escondido, humilhado e derrotado, enganaram-se: ele está de regresso, mais sanguinário que nunca e disposto a destruir o Batman e todos os que lhe são próximos. Scott Snyder e Greg Capullo prosseguem a sua passagem triunfante pela saga do Batman, com uma espectacular história de terror psicológico, que nos mostra um Joker nunca antes visto.
Se têm seguido esta última colecção da Levoir, com certeza que leram a história sobre a Corte das Corujas (volume 3 e 4), escrita e ilustrada também por Scott Snyder e Greg Capullo; e se acharam esse livro intenso e assustador, é melhor prepararem-se bem para a história que marca o regresso brutal do maior vilão do Universo DC, o Joker. Este é sem dúvida um dos volumes chave, essenciais, e mais fenomenais desta colecção da DC, e é uma das mais marcantes histórias recentes do Batman.
Um livro absolutamente indispensável, que qualquer fã deveria ter!
“Foi mesmo escrita para ser a maior, mais louca, mais perversa história do Joker que eu poderia contar. Mesmo que ele tenha estado muito presente em filmes, percebemos que já não se lançava uma grande história do Joker em comic há algum tempo… portanto esta seria a oportunidade para o trazer de volta da forma mais cruel possível”, refere Scott Snyder numa entrevista.
Após ter-se deixado capturar pelo Batman, e ter sido levado para o Asilo Arkham, no #1 da nova revista Detective Comics, o Joker convence o Dollmaker a remover-lhe cirurgicamente o rosto. Depois de um ano desaparecido, durante o qual planeou o seu regresso, o Joker está de volta para atacar o Batman através daqueles que lhe são queridos. Mas primeiro vai recuperar o seu rosto, numa impressionante sequência em que, jogando com as sombras e sugerindo muito mais do que mostram, Snyder e Capullo criam momentos de puro terror. Momentos que culminam, no final do primeiro capítulo, com a revelação da nova imagem do Joker, em que o rosto que perdeu se transforma na sua máscara, uma máscara presa à carne viva por correias de couro.
Capullo estreou-se na BD ilustrando Gore Shriek, um comic de terror para adultos, enquanto Snyder, ainda antes de se dedicar à BD, se estreou como escritor em 2006 com Voodoo Heart, uma recolha de contos de terror, dois dos quais foram seleccionados por Stephen King para a antologia The Best American Short Stories, de 2007.
“Aqui, ele [Capullo] projecta um Joker que eu acho que se vai tornar icónico – ele parece diferente, porque está sem cara… acho que isso vai ser realmente assustador e cool… e os aspectos fundamentais que vocês reconhecem como icónicos estarão lá, mesmo que esta seja uma versão ainda mais assustadora, quase uma versão filme de terror do Joker”, comentou Snyder sobre o trabalho do ilustrador.
Mais do que uma saga de super-heróis, este O Regresso do Joker é uma história de terror psicológico, e Snyder explica este ponto de vista na perfeição:
“Eu acho que ele incorpora todas as coisas mais terríveis para o Batman… Nessa forma, ele representa para mim a mais verdadeira e mais terrível versão que um vilão pode ser para o Cavaleiro das Trevas, porque ele é a personificação do que o Batman mais teme sobre si mesmo.”
Super-Heróis DC Comics #12 - Batman: O regresso do Joker, Scott Snyder (argumento) e Greg Capullo (desenho), Levoir, 152 pp, 9,99€
Eis a sinopse da editora:
Depois de ter perdido literalmente a face, quando o seu rosto é removido cirurgicamente, o Joker desaparece durante mais de um ano. Mas aqueles que pensavam que o Príncipe do Crime estava escondido, humilhado e derrotado, enganaram-se: ele está de regresso, mais sanguinário que nunca e disposto a destruir o Batman e todos os que lhe são próximos. Scott Snyder e Greg Capullo prosseguem a sua passagem triunfante pela saga do Batman, com uma espectacular história de terror psicológico, que nos mostra um Joker nunca antes visto.
Se têm seguido esta última colecção da Levoir, com certeza que leram a história sobre a Corte das Corujas (volume 3 e 4), escrita e ilustrada também por Scott Snyder e Greg Capullo; e se acharam esse livro intenso e assustador, é melhor prepararem-se bem para a história que marca o regresso brutal do maior vilão do Universo DC, o Joker. Este é sem dúvida um dos volumes chave, essenciais, e mais fenomenais desta colecção da DC, e é uma das mais marcantes histórias recentes do Batman.
Um livro absolutamente indispensável, que qualquer fã deveria ter!
“Foi mesmo escrita para ser a maior, mais louca, mais perversa história do Joker que eu poderia contar. Mesmo que ele tenha estado muito presente em filmes, percebemos que já não se lançava uma grande história do Joker em comic há algum tempo… portanto esta seria a oportunidade para o trazer de volta da forma mais cruel possível”, refere Scott Snyder numa entrevista.
Após ter-se deixado capturar pelo Batman, e ter sido levado para o Asilo Arkham, no #1 da nova revista Detective Comics, o Joker convence o Dollmaker a remover-lhe cirurgicamente o rosto. Depois de um ano desaparecido, durante o qual planeou o seu regresso, o Joker está de volta para atacar o Batman através daqueles que lhe são queridos. Mas primeiro vai recuperar o seu rosto, numa impressionante sequência em que, jogando com as sombras e sugerindo muito mais do que mostram, Snyder e Capullo criam momentos de puro terror. Momentos que culminam, no final do primeiro capítulo, com a revelação da nova imagem do Joker, em que o rosto que perdeu se transforma na sua máscara, uma máscara presa à carne viva por correias de couro.
Capullo estreou-se na BD ilustrando Gore Shriek, um comic de terror para adultos, enquanto Snyder, ainda antes de se dedicar à BD, se estreou como escritor em 2006 com Voodoo Heart, uma recolha de contos de terror, dois dos quais foram seleccionados por Stephen King para a antologia The Best American Short Stories, de 2007.
“Aqui, ele [Capullo] projecta um Joker que eu acho que se vai tornar icónico – ele parece diferente, porque está sem cara… acho que isso vai ser realmente assustador e cool… e os aspectos fundamentais que vocês reconhecem como icónicos estarão lá, mesmo que esta seja uma versão ainda mais assustadora, quase uma versão filme de terror do Joker”, comentou Snyder sobre o trabalho do ilustrador.
Mais do que uma saga de super-heróis, este O Regresso do Joker é uma história de terror psicológico, e Snyder explica este ponto de vista na perfeição:
“Eu acho que ele incorpora todas as coisas mais terríveis para o Batman… Nessa forma, ele representa para mim a mais verdadeira e mais terrível versão que um vilão pode ser para o Cavaleiro das Trevas, porque ele é a personificação do que o Batman mais teme sobre si mesmo.”
Super-Heróis DC Comics #12 - Batman: O regresso do Joker, Scott Snyder (argumento) e Greg Capullo (desenho), Levoir, 152 pp, 9,99€
31 de março de 2016
Super-Heróis DC Comics #9 - Lex Luthor: Preconceito e orgulho
Mais um volume desta colecção da DC Comics, desta vez com um volume dedicado a Lex Luthor.
Luthor é o arqui-inimigo do Super-Homem, de Batman e outros super-heróis do Universo DC, Criado por Jerry Siegel e Joe Shuster, o personagem apareceu pela primeira vez na Action Comics #23 (Abril de 1940)
Eis a sinopse da volume:
Um simples humano é o maior inimigo do mais poderoso de todos os super-heróis. O orgulho permitiu-lhe atingir a grandeza, mas o preconceito faz com que a deite constantemente a perder. Porque odeia Lex Luthor o Homem de Aço, e o que faz dele simultaneamente um pináculo do potencial humano e o mais infame dos vilões? A dupla criativa de Brian Azzarello e Lee Bermejo prova, uma vez mais, que poucos autores compreendem os vilões DC como eles, e que menos ainda são capazes de os retratar de forma tão tragicamente humana.
O Super-Homem é geralmente conhecido como defensor da verdade e da justiça, e símbolo de esperança. Mas neste volume vemos o herói de uma forma completamente diferente: como uma ameaça para toda a humanidade, que tanto confia nele. Porque aqui, os leitores têm a oportunidade de entrar na mente complexa de um dos maiores inimigos de longa data do Super-Homem, Lex Luthor, e compreender as razões que o levam a nutrir tanto ódio contra o Homem de Aço.
A oposição de Lex Luthor ao Super-Homem assenta numa dupla vertente: a inveja pela perda de popularidade que a aparição deste provocou, e a desconfiança em relação a quem é desconhecido, a quem é estrangeiro, a quem é diferente… bem dos nossos dias. Porque, ao contrário da maioria dos cidadãos de Metrópolis, ele vê o alter-ego de Clark Kent, não como a solução para todos os problemas e perigos, mas sim como um extraterrestre que constitui uma ameaça futura, indefinível, latente, a qualquer momento passível de passar de protector a opressor.
A dupla de criadores já conhecida dos nossos leitores pelo livro Joker, editado numa anterior colecção dedicada à DC, teve neste Lex Luthor o seu primeiro trabalho dedicado a um vilão. Uma história que nos permite ver o Super-Homem através dos olhos de uma pessoa de fora, enquanto vai construindo o seu plano de destruição do herói. Mas neste caso temos acesso à versão autêntica do inimigo do Super-Homem: vemos a personagem por completo, observamos o seu processo de pensamento, as raízes da sua obsessão, o que nos permite uma leitura muito mais profunda e envolvente. É aqui que mais se expõe a sua condição – bem humana – de alguém ambicioso e sonhador, movido por sentimentos, narcisismo e orgulho, sim, mas também desejo, ambição e mesmo vontade de ajudar os seus concidadãos no combate à realidade que a sua forma de sentir, ver e pensar de alguma forma distorce.
Aliás, distorção e subentendidos seriam outro bom título para esta parceria entre o argumentista Brian Azzarello e o desenhador Lee Bermejo, que aqui se apresentam aos leitores portugueses no auge do seu talento criativo. Este volume reúne histórias originalmente incluídas em Lex Luthor Man of Steel (Vol. 1) #1-5 e Superman: Lex 2000.
Super-Heróis DC Comics #9 - Lex Luthor: Preconceito e orgulho, Brian Azzarello (argumento) e Lee Bermejo (desenho), Levoir, 2016, 152 pp., 9,90€
Luthor é o arqui-inimigo do Super-Homem, de Batman e outros super-heróis do Universo DC, Criado por Jerry Siegel e Joe Shuster, o personagem apareceu pela primeira vez na Action Comics #23 (Abril de 1940)
Eis a sinopse da volume:
Um simples humano é o maior inimigo do mais poderoso de todos os super-heróis. O orgulho permitiu-lhe atingir a grandeza, mas o preconceito faz com que a deite constantemente a perder. Porque odeia Lex Luthor o Homem de Aço, e o que faz dele simultaneamente um pináculo do potencial humano e o mais infame dos vilões? A dupla criativa de Brian Azzarello e Lee Bermejo prova, uma vez mais, que poucos autores compreendem os vilões DC como eles, e que menos ainda são capazes de os retratar de forma tão tragicamente humana.
O Super-Homem é geralmente conhecido como defensor da verdade e da justiça, e símbolo de esperança. Mas neste volume vemos o herói de uma forma completamente diferente: como uma ameaça para toda a humanidade, que tanto confia nele. Porque aqui, os leitores têm a oportunidade de entrar na mente complexa de um dos maiores inimigos de longa data do Super-Homem, Lex Luthor, e compreender as razões que o levam a nutrir tanto ódio contra o Homem de Aço.
A oposição de Lex Luthor ao Super-Homem assenta numa dupla vertente: a inveja pela perda de popularidade que a aparição deste provocou, e a desconfiança em relação a quem é desconhecido, a quem é estrangeiro, a quem é diferente… bem dos nossos dias. Porque, ao contrário da maioria dos cidadãos de Metrópolis, ele vê o alter-ego de Clark Kent, não como a solução para todos os problemas e perigos, mas sim como um extraterrestre que constitui uma ameaça futura, indefinível, latente, a qualquer momento passível de passar de protector a opressor.
A dupla de criadores já conhecida dos nossos leitores pelo livro Joker, editado numa anterior colecção dedicada à DC, teve neste Lex Luthor o seu primeiro trabalho dedicado a um vilão. Uma história que nos permite ver o Super-Homem através dos olhos de uma pessoa de fora, enquanto vai construindo o seu plano de destruição do herói. Mas neste caso temos acesso à versão autêntica do inimigo do Super-Homem: vemos a personagem por completo, observamos o seu processo de pensamento, as raízes da sua obsessão, o que nos permite uma leitura muito mais profunda e envolvente. É aqui que mais se expõe a sua condição – bem humana – de alguém ambicioso e sonhador, movido por sentimentos, narcisismo e orgulho, sim, mas também desejo, ambição e mesmo vontade de ajudar os seus concidadãos no combate à realidade que a sua forma de sentir, ver e pensar de alguma forma distorce.
Aliás, distorção e subentendidos seriam outro bom título para esta parceria entre o argumentista Brian Azzarello e o desenhador Lee Bermejo, que aqui se apresentam aos leitores portugueses no auge do seu talento criativo. Este volume reúne histórias originalmente incluídas em Lex Luthor Man of Steel (Vol. 1) #1-5 e Superman: Lex 2000.
Super-Heróis DC Comics #9 - Lex Luthor: Preconceito e orgulho, Brian Azzarello (argumento) e Lee Bermejo (desenho), Levoir, 2016, 152 pp., 9,90€
25 de março de 2016
Super-Heróis DC Comics #8 - O Quarto Poder: Génesis e Apokolips
Aí está o oitavo volume desta colecção com chancela da Levoir e distribuída pelo jornal Público.
Eis a sinopse deste volume que compila histórias originalmente publicadas na New Gods, Mister Miracle e Forever People:
Após inúmeras batalhas para lá do universo conhecido, o confronto cósmico entre os deuses de Nova Génesis e Apokolips chegou à Terra, onde o temível Darkseid busca a Equação Antivida. O poder do Quarto Mundo é então desencadeado em toda a sua fúria, e apenas heróis como Órion e o Povo Eterno poderão salvar o planeta. Jack Kirby, a quem chamavam “o Rei dos Comics”, foi o criador daquela que é talvez a mais portentosa saga de toda a história dos comics, um marco que se tornou num elemento fundamental do Universo DC.
A saga épica dos Novos Deuses de Jack Kirby, uma das maiores obras de banda desenhada de todos os tempos, começou em 1971, na DC Comics nas páginas de uma das mais improváveis revistas da altura, Superman’s Pal Jimmy Olsen #133, o primeiro título onde Kirby trabalhou no seu regresso à DC. Desiludido pelo pouco reconhecimento (crítico e material) do seu contributo para a criação do universo Marvel, quando comparado com a atenção dedicada a Stan Lee, Kirby decide trocar a Marvel pela DC no início da década de 70, regressando assim à casa para onde já tinha trabalhado com alguma regularidade durante as décadas de 40 e 50. Numa entrevista com Ray Wyman (The Art of Jack Kirby), Kirby comenta:
“Na verdade, na altura eu disse [aos editores da DC]: ‘Qual é a revista que está que está a vender menos? E a resposta foi: ‘a do Jimmy Olsen’. E eu disse: ‘Tudo bem, dêem-me o Jimmy Olsen. E eu fui construindo o título do Jimmy Olsen até que se ele tornou numa revista vendável.” – Kirby Collector #46, 2006.
Na DC, contando com total liberdade e autonomia, Jack Kirby começou a contar a história do Quarto Mundo, criando uma mitologia de ficção-cientifica que gira em torno de antigas divindades do espaço: Os Novos Deuses. Os Novos Deuses usam os seus poderes na luta sem fim entre o bem e o mal – tema central do Quarto Mundo – representados por Nova Génesis e Apokolips, dois mundos opostos, nascidos do conflito cósmico que levou à queda dos Velhos Deuses e ao aparecimento dos Novos. Para pôr um termo à guerra sem quartel que ameaçava destruir galáxias, Izaya, o Pai Celestial de Nova Génesis, e o impiedoso Darkseid de Apokolips, decidem trocar filhos como reféns, de modo a assegurar uma trégua. Assim, Órion, o filho de Darkseid vai ser criado em Nova Génesis, enquanto Scott Free, o filho de Izaya, é enviado para Apokolips. É este momento fulcral da história do Quarto Mundo que nos é contado em O Pacto, o episódio que abre este volume e que o próprio Kirby considerava como a sua melhor história de sempre.
Apesar de Kirby não ter conseguido contar a história completa que queria, da maneira como queria – a DC cancelou a série pouco depois, forçando Kirby a resumir o seu final – o impacto do Quarto Mundo no universo DC é incontornável. Basta ver esta colecção, onde Darkseid é a ameaça principal dos volumes dedicados à Liga da Justiça e à Legião dos Super-Heróis, para perceber o alcance e a dimensão do génio de Kirby, que se foram propagando ao longo das décadas. Os leitores portugueses têm assim a primeira possibilidade de ler parte desta vasta saga, numa selecção de histórias que nos dão uma de várias linhas narrativas que é possível seguir, e que serve de primeira abordagem a uma das maiores obras de banda desenhada de todos os tempos.
Super-Heróis DC Comics #8 - O Quarto Poder: Génesis e Apokolips, Jack Kirby, Levoir, 192 pp., 9,90 €
Eis a sinopse deste volume que compila histórias originalmente publicadas na New Gods, Mister Miracle e Forever People:
Após inúmeras batalhas para lá do universo conhecido, o confronto cósmico entre os deuses de Nova Génesis e Apokolips chegou à Terra, onde o temível Darkseid busca a Equação Antivida. O poder do Quarto Mundo é então desencadeado em toda a sua fúria, e apenas heróis como Órion e o Povo Eterno poderão salvar o planeta. Jack Kirby, a quem chamavam “o Rei dos Comics”, foi o criador daquela que é talvez a mais portentosa saga de toda a história dos comics, um marco que se tornou num elemento fundamental do Universo DC.
A saga épica dos Novos Deuses de Jack Kirby, uma das maiores obras de banda desenhada de todos os tempos, começou em 1971, na DC Comics nas páginas de uma das mais improváveis revistas da altura, Superman’s Pal Jimmy Olsen #133, o primeiro título onde Kirby trabalhou no seu regresso à DC. Desiludido pelo pouco reconhecimento (crítico e material) do seu contributo para a criação do universo Marvel, quando comparado com a atenção dedicada a Stan Lee, Kirby decide trocar a Marvel pela DC no início da década de 70, regressando assim à casa para onde já tinha trabalhado com alguma regularidade durante as décadas de 40 e 50. Numa entrevista com Ray Wyman (The Art of Jack Kirby), Kirby comenta:
“Na verdade, na altura eu disse [aos editores da DC]: ‘Qual é a revista que está que está a vender menos? E a resposta foi: ‘a do Jimmy Olsen’. E eu disse: ‘Tudo bem, dêem-me o Jimmy Olsen. E eu fui construindo o título do Jimmy Olsen até que se ele tornou numa revista vendável.” – Kirby Collector #46, 2006.
Na DC, contando com total liberdade e autonomia, Jack Kirby começou a contar a história do Quarto Mundo, criando uma mitologia de ficção-cientifica que gira em torno de antigas divindades do espaço: Os Novos Deuses. Os Novos Deuses usam os seus poderes na luta sem fim entre o bem e o mal – tema central do Quarto Mundo – representados por Nova Génesis e Apokolips, dois mundos opostos, nascidos do conflito cósmico que levou à queda dos Velhos Deuses e ao aparecimento dos Novos. Para pôr um termo à guerra sem quartel que ameaçava destruir galáxias, Izaya, o Pai Celestial de Nova Génesis, e o impiedoso Darkseid de Apokolips, decidem trocar filhos como reféns, de modo a assegurar uma trégua. Assim, Órion, o filho de Darkseid vai ser criado em Nova Génesis, enquanto Scott Free, o filho de Izaya, é enviado para Apokolips. É este momento fulcral da história do Quarto Mundo que nos é contado em O Pacto, o episódio que abre este volume e que o próprio Kirby considerava como a sua melhor história de sempre.
Apesar de Kirby não ter conseguido contar a história completa que queria, da maneira como queria – a DC cancelou a série pouco depois, forçando Kirby a resumir o seu final – o impacto do Quarto Mundo no universo DC é incontornável. Basta ver esta colecção, onde Darkseid é a ameaça principal dos volumes dedicados à Liga da Justiça e à Legião dos Super-Heróis, para perceber o alcance e a dimensão do génio de Kirby, que se foram propagando ao longo das décadas. Os leitores portugueses têm assim a primeira possibilidade de ler parte desta vasta saga, numa selecção de histórias que nos dão uma de várias linhas narrativas que é possível seguir, e que serve de primeira abordagem a uma das maiores obras de banda desenhada de todos os tempos.
Super-Heróis DC Comics #8 - O Quarto Poder: Génesis e Apokolips, Jack Kirby, Levoir, 192 pp., 9,90 €
3 de março de 2016
Super-heróis DC Comics #5 - Arqueiro Verde: Ano Um
Está hoje nas bancas mais um volume da colecção Super-Heróis DC Comics. Este volume é dedicado ao Arqueiro Verde, recolhendo os episódios publicados nas revistas norte-americanas Green Arrow: Year One #1-6 de 2007.
Eis a sinopse da editora:
A vida do jovem milionário Oliver Queen muda radicalmente quando, depois de traído por um amigo, é lançado ao mar, acabando por naufragar numa ilha perdida no Pacífico. Neste cenário hostil, onde as ameaças não são apenas naturais, terá de combater os traficantes que controlam a ilha, armado apenas com um arco improvisado. É então que a luta pela sobrevivência se transforma numa luta pela justiça e o playboy egoísta e irresponsável dá lugar ao Arqueiro Verde.
Andy Diggle e Jock criam a origem definitiva do Arqueiro Verde, numa história emocionante que redefine uma das mais icónicas personagens da DC. Todos os super-heróis têm uma génese, um momento definidor que os leva a abandonar uma vida normal e a dedicar-se a combater o crime. Batman: Ano Um, de Frank Miller e David Mazzuchelli (já publicado numa colecção da Levoir) colocou a fasquia muito alta no que se refere às histórias de origem dos super-heróis, mas este livro mostra estar à altura de tão pesada herança. No caso do herói que protagoniza este volume, o Arqueiro Verde, essa origem apresentou diferenças significativas ao longo dos tempos, até ser codificada de forma brilhante por Andy Diggle e Jock em Arqueiro Verde: Ano Um.
O Arqueiro Verde apareceu pela primeira vez em 1941. O seu nome verdadeiro é Oliver Queen, um jovem bilionário, que usa as suas habilidades como arqueiro para combater o crime na sua cidade de Star City, e como membro da Liga da Justiça. Em meados da década de 50, muitos dos heróis da DC, cuja publicação tinha sido interrompida, regressam em novas versões, com novas identidades e novas origens: o Arqueiro Verde é precisamente um dos heróis que regressa nessa altura, mantendo a sua identidade original, mas ganhando uma nova origem, pelas mãos do grande Jack Kirby.
É essa nova origem, estabelecida por Jack Kirby, que vai servir de base ao presente livro. Em Arqueiro Verde: Ano Um, Jock e Diggle criam uma história de origem bem contada, cuja influência é visível, por exemplo, na série televisiva Arrow, que vai aproveitar a personagem de China White, introduzida por Diggle e Jock no universo DC.
“Eu não iria esperar menos de Andy Diggle e Jock, dois dos meus criadores favoritos de BD actuais. Os dois têm feito um excelente trabalho com outros colaboradores, mas eles são um daqueles raros duos escritor/artista que constantemente despertam o melhor um no outro. São maiores do que a soma das suas partes, tal como… um arco e uma flecha.” – Brian K. Vaughan (Ex-Machina, Y The Last Man, SAGA)
Super-heróis DC Comics #5 - Arqueiro Verde: Ano Um, Jok e Andy Diggle, Levoir, 160 pp., 9,90€
Eis a sinopse da editora:
A vida do jovem milionário Oliver Queen muda radicalmente quando, depois de traído por um amigo, é lançado ao mar, acabando por naufragar numa ilha perdida no Pacífico. Neste cenário hostil, onde as ameaças não são apenas naturais, terá de combater os traficantes que controlam a ilha, armado apenas com um arco improvisado. É então que a luta pela sobrevivência se transforma numa luta pela justiça e o playboy egoísta e irresponsável dá lugar ao Arqueiro Verde.
Andy Diggle e Jock criam a origem definitiva do Arqueiro Verde, numa história emocionante que redefine uma das mais icónicas personagens da DC. Todos os super-heróis têm uma génese, um momento definidor que os leva a abandonar uma vida normal e a dedicar-se a combater o crime. Batman: Ano Um, de Frank Miller e David Mazzuchelli (já publicado numa colecção da Levoir) colocou a fasquia muito alta no que se refere às histórias de origem dos super-heróis, mas este livro mostra estar à altura de tão pesada herança. No caso do herói que protagoniza este volume, o Arqueiro Verde, essa origem apresentou diferenças significativas ao longo dos tempos, até ser codificada de forma brilhante por Andy Diggle e Jock em Arqueiro Verde: Ano Um.
O Arqueiro Verde apareceu pela primeira vez em 1941. O seu nome verdadeiro é Oliver Queen, um jovem bilionário, que usa as suas habilidades como arqueiro para combater o crime na sua cidade de Star City, e como membro da Liga da Justiça. Em meados da década de 50, muitos dos heróis da DC, cuja publicação tinha sido interrompida, regressam em novas versões, com novas identidades e novas origens: o Arqueiro Verde é precisamente um dos heróis que regressa nessa altura, mantendo a sua identidade original, mas ganhando uma nova origem, pelas mãos do grande Jack Kirby.
É essa nova origem, estabelecida por Jack Kirby, que vai servir de base ao presente livro. Em Arqueiro Verde: Ano Um, Jock e Diggle criam uma história de origem bem contada, cuja influência é visível, por exemplo, na série televisiva Arrow, que vai aproveitar a personagem de China White, introduzida por Diggle e Jock no universo DC.
“Eu não iria esperar menos de Andy Diggle e Jock, dois dos meus criadores favoritos de BD actuais. Os dois têm feito um excelente trabalho com outros colaboradores, mas eles são um daqueles raros duos escritor/artista que constantemente despertam o melhor um no outro. São maiores do que a soma das suas partes, tal como… um arco e uma flecha.” – Brian K. Vaughan (Ex-Machina, Y The Last Man, SAGA)
Super-heróis DC Comics #5 - Arqueiro Verde: Ano Um, Jok e Andy Diggle, Levoir, 160 pp., 9,90€
23 de novembro de 2014
Super-Vilains Anthologie de Univers DC
A dBD de Setembro presenteou-nos com um excelente artigo sobre os super-vilões do mundo da DC Comics. Agora, está nas bancas uma excelente antologia sobre essas personagens emblemáticas dos comics norte-americanos.
A antologia oferece-nos, por ordem cronológica, uma vintena de histórias dos vilões desde 1939 até aos dias de hoje. Para cada episódio é apresentada uma ficha técnica do personagem. A galeria de vilões apresentados passam pelos, entre outros, Joker, o Feiticeiro, o Sinistro, o Lex Luthor, o Blake Adam, o Mestre dos Espelhos.
Os episódios são assinados por Jack Kirby, Gil Kane, Carmine Infantino,Geoff Johns, entre outros artistas.
A antologia oferece-nos, por ordem cronológica, uma vintena de histórias dos vilões desde 1939 até aos dias de hoje. Para cada episódio é apresentada uma ficha técnica do personagem. A galeria de vilões apresentados passam pelos, entre outros, Joker, o Feiticeiro, o Sinistro, o Lex Luthor, o Blake Adam, o Mestre dos Espelhos.
Os episódios são assinados por Jack Kirby, Gil Kane, Carmine Infantino,Geoff Johns, entre outros artistas.
15 de agosto de 2011
Figuras DC Comics #48
14 de agosto de 2011
Figuras DC Comics #47
24 de julho de 2011
Figuras DC Comics #46
23 de junho de 2011
Figuras DC Comis #44
Figuras DC Comis #43

O Cyborg Superman é o herói da estatueta nº 43 da colecção DC Comics da Altaya. Depois de Doomsday matar Superman, Cyborg Superman foi um dos quatro-heróis que garantiram a herança do legado do homem de aço. A acompanhar a estatueta de chumbo o habitual fascículo de 16 páginas com a história, caracterização e curiosidades do herói.
22 de maio de 2011
Figuras DC Comics #42
Figuras DC Comics #41
7 de maio de 2011
Figuras DC Comics #40
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