A editora Escorpião Azul já definiu o seu plano editorial para o primeiro semestre de 2026, mantendo uma linha de edição criteriosa e apostada em obras com identidade forte, dirigidas a leitores exigentes e atentos à banda desenhada contemporânea. O programa anunciado para os primeiros seis meses do ano inclui três títulos confirmados, distribuídos entre Fevereiro e Maio, com a possibilidade de ainda surgir um quarto lançamento, caso as condições o permitam.
O arranque do semestre acontece em Fevereiro, com a publicação de HP, um livro que marca o primeiro lançamento do ano pela Escorpião Azul. Embora os detalhes sobre a obra sejam reservados para comunicação própria, a sua inclusão como título inaugural sublinha a intenção da editora de começar 2026 com uma proposta forte e distintiva.
Em Março, chega a 2.ª edição de O Jardim dos Espectros, uma obra que regressa ao catálogo após a boa recepção da edição original. Esta reedição permitirá não só responder à procura de leitores que não tiveram oportunidade de adquirir o livro anteriormente, como também reafirmar a importância do título dentro do percurso editorial da Escorpião Azul.
Já em Maio, está prevista a edição de Dark Peak, encerrando o semestre com uma novidade que promete reforçar a diversidade temática e estética do catálogo. Este lançamento confirma a estratégia da editora de espaçar as publicações ao longo do semestre, garantindo visibilidade e atenção a cada obra.
Para além destes três títulos, a Escorpião Azul admite a possibilidade de editar mais um livro ainda durante o primeiro semestre de 2026, dependendo da evolução do calendário e das condições de produção. Esta abertura deixa antever alguma flexibilidade editorial e a vontade de aproveitar oportunidades que possam surgir.
Com este plano para o início de 2026, a Escorpião Azul reafirma um posicionamento assente na qualidade, no cuidado editorial e na construção de um catálogo coeso, apostando tanto na continuidade de obras relevantes como em novas propostas. Um primeiro semestre contido em número de lançamentos, mas sólido na ambição e na identidade, que reforça a presença da editora no panorama da banda desenhada em Portugal.




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