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7 de julho de 2017

Colecção Novela Gráfica (3ª série): Traço de giz

"Traço de giz" ("Trazo de tiza") de Miguelanxo Prado é a segunda escolha para a colecção Novela Gráfica de 2017, uma edição da parceria Levoir e jornal Público. A obra data de 1993 e não é inédita em Portugal, tendo sido editada em 2000 pela extinta Meribérica.

Sinopse da editora:
Traço de Giz foi um dos maiores sucessos críticos e comerciais e a obra mais premiada de Prado, entre os quais, com o prémio de Melhor Álbum no Salão do Comic de Barcelona e o de Melhor Álbum Estrangeiro em Angoulême. Esta nova edição em capa dura, inclui uma extensa galeria de extras e páginas de BD inéditas, assim como um posfácio do autor.

Raul atraca o seu barco numa pequena ilha no meio do oceano depois de dois dias de tempestade. Ali vai encontrar uma pequena estalagem sem clientes, um longo pontão, um velho farol que não funciona e um muro onde são deixadas estranhas mensagens.

Na ilha, Raul encontra mais um barco atracado no cais, o da bela e misteriosa Ana, por quem este se sente imediatamente atraído, mas ela conta-lhe que está à espera de um homem.

Ao passear pela ilha, Raul encontra diversas gaivotas mortas, trespassadas por uma seta, o que o leva a desconfiar de Dimas o estranho filho de Sara a dona da estalagem.

À medida que o mistério vai aumentando um terceiro barco chega à ilha e Sara afirma que sempre que mais de duas embarcações ali aportam há problemas.

Traço de Giz, é uma obra surpreendente onde Miguelanxo Prado alia o melhor do seu traço ao melhor da sua escrita. É um livro de leitura obrigatória, não apenas uma vez, como os leitores terão oportunidade de verificar.

Colecção Novela Gráfica (3ª série): Traço de giz, Miguelanxo Prado, Levoir/Público, cor, capa dura, 9.90€ com o jornal Público

29 de junho de 2016

Colecção "Novelas Gráficas" #3: Presas fáceis

"Presas fáceis" é a obra escolhida para o terceiro volume da colecção Novela Gráfica da editora Levoir e distribuída pelo jornal Público, sendo a mais recente obra de Prado.

Nascido na Galiza, Miguelanxo Prado é um dos maiores autores de banda desenhada espanhola. Começa a sua carreira em fanzines galegos em 1979, quando ainda estudava para ser arquitecto. Depois do sucesso dos seus primeiros álbuns em Espanha, Prado atingiria a consagração em 1994, ano em que Traços de Giz, uma das suas obras mais conhecidas, vence vários prémios em França, incluindo o de Angoulême. Detentor de um traço notável, Prado é também considerado como um dos mais originais argumentistas actuais.

Tendo como pano de fundo a crise actual, por entre as indemnizações milionárias a gestores e políticos que levaram um país à falência e o desespero dos cidadãos comuns que sofrem as consequências da fraude bancária, uma sucessão de homicídios de banqueiros lança dois polícias numa investigação que se tornará num verdadeiro thriller. Uma história de vingança que gira à volta dos temas mais recentes: os despejos, a corrupção e a impunidade.

Escreve o historiador Rui Tavares no prefácio: “Dinheiro é tempo e tempo é memória…Na sua enganadora facilidade de história policial está uma das mais acabadas alegorias sobre o nosso tempo que o dinheiro roubou, antes que a memória se acabe.”

Colecção Novela Gráfica #3: Presas fáceis, Migelanxo Prado, Levoir, cor, 9,90€