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27 de outubro de 2018

Os Mauzões #4: O ataque dos zatinhos

Chegaram os Mauzões com o volume quatro disponibilizado pela Porto Editora.

É um apocalipse de gatinhos zombies! Deverás entrar em pânico? Deverás chorar? Deverás fazer cocó nas calças? Deverás ter mesmo muito medo? Não! Relaxa e vê o pelo a voar enquanto os piores benfeitores do mundo enfrentam os monstros miadores do Dr. Marmelada! Vais rir até chorar. Ou rir até dar puns (tanto faz, a escolha é totalmente tua). 

Os Mauzões #4: O ataque dos zatinhos, Aaron Blabey, Porto Editora, 144 pp., p&b, capa flexível, 9,90€

21 de maio de 2018

Os Mauzões #3: O bola de pelo contra-ataca

O terceiro volume de Os Mauzões, "O bola de pelo contra-ataca" chegou às livrarias de todo o país… Sr. Lobo, Sr. Víbora, Sr. Tubarão, Sr. Piranha e agora Patas (uma tarântula com talento para o hacking) são muito maus a serem bons. São assustadores, têm má reputação (e um extenso cadastro criminal) e são perigosos (eram!). Mas, agora, eles querem ser bonzinhos. Querem ser heróis.
Mas Os Mauzões vão ter um dia muito mau! O Sr. Lobo e os amigos mauzões meteram-se com o porquinho-da-Índia errado. E esta terrível bola de pelo quer vingança. Depois de terem resgatado mais de 10 mil galinhas presas no Aviário da Felicidade, Os Mauzões vão descobrir (da pior maneira possível) que o porquinho-da-Índia inofensivo que lá encontram…não é assim tão inofensivo. E não vai descansar enquanto não se vingar! Irão eles sobreviver? Serão eles heróis? Irão eles parar de se tentar comer uns aos outros?
Em formato de banda desenhada, estes livros são adequados para todos os leitores mais jovens (e capazes de arrancar gargalhadas também aos menos jovens), prometendo cativá-los com o humor e as divertidas ilustrações deste grupo de (ex) Mauzões.
Recentemente, a DreamWorks Animation, responsável por sucessos como Shrek ou Madagascar, anunciou ter planos para adaptar esta série ao grande ecrã. Etan Cohen, autor dos guiões de Madagascar 2 e Men in Black 3, é o responsável por este projeto.

Aaron Blabey, o autor de Os Mauzões, nasceu em 1974 em Bendigo, Victoria, na Austrália. Era um péssimo actor (ou nem tanto assim, visto ter ganho o Australian Film Institute Award para o Melhor Actor Protagonista num Drama Televisivo em 1994), por isso, decidiu escrever anúncios irritantes para televisão. Depois, ensinou desenho a quem desenhava melhor do que ele. Até que decidiu escrever livros, e adivinhem? Os seus livros receberam diversos prémios e muitos tornaram-se famosos. Então, ele pensou: “Ser autor é excelente! Esta será a minha profissão!” Hoje, Aaron vive numa montanha, na Austrália, com a sua esposa – a atriz Kirstie Hutton -, três filhos e uma piscina cheia de tubarões brancos. OK, é mentira. Ele só tem dois filhos.

Os Mauzões #3: O bola de pelo contra-ataca, Aaron Blabey, Porto Editora, 144 pp., p&b, capa flexível, 9,90€

5 de março de 2018

Os Mauzões: Volumes 1 e 2

Chegaram as livrarias de todo o país os dois primeiros volumes de Os Mauzões (The bad guys), uma colecção com her6is invulgares... Sr. Lobo, Sr. Vibora, Sr. Tubarão e Sr. Piranha. Eles são assustadores, perigosos e uma má reputação (e um extenso cadastro criminal).

Mas, agora, eles querem ser bonzinhos. Querem ser her6is. E, para isso, vao fazer boas acções como salvar gatos indefesos dos ramos mais altos de uma arvore ou salvar caes de um canil sobrelotado. Só que isso não é fácil quando um sorriso se torna numa exibição de urna boca cheia de dentes afiados...
Em formato de novela grafica, estes livros sao adequados para todos os leitores mais jovens (e capazes de arrancar gargalhadas também aos menos jovens), prometendo cativá-los com o humor e as divertidas ilustrações deste grupo de Mauzões.

Os Mauzões: Volumes 1 e 2, Aaron Blabey, Porto Editora, 144 pp. cada volume, p&b, capa flexível, 9,90€ cada volume


10 de fevereiro de 2018

O Velho e o Mar

A Porto Editora acaba de lançar uma adaptação livre em banda desenhada de Thierry Murat do magnífico livro de Ernest Hemingway, "O velho e o mar".

Cuba, início dos anos 1950. Santiago, um velho pescador, sai para o mar após 84 dias sem pescar um único peixe. Todos os habitantes da ilha afirmam que Santiago está velho de mais e em maré de azar, mas Manolin, o pequeno rapaz, continua a acreditar nele apesar dos comentários depreciativos dos pais.

Ao 85.º dia, Santiago decide partir para o mais longe possível, ao largo do Golfo, em busca do peixe que lhe devolverá o respeito dos habitantes da ilha. É então que encontra um magnífico espadarte, enorme e forte. A luta homérica entre o velho e o peixe predador durará três dias e três noites: no regresso a terra firme, o velho, derrotado, recuperou a dignidade entre os seus pares após uma batalha corajosa.

Respeitando o estilo e o ritmo do texto original de Ernest Hemingway, Thierry Murat conseguiu transpor para imagens a mais fiável adaptação da poética aventura de O Velho e o Mar.

Thierry Murat nasceu em Périgueux, em 1966, e passou a infância em Bergerac. Depois de estudar Artes Aplicadas em Poitiers, mudou-se para Bordéus no final dos anos 1980, onde trabalhou como designer gráfico e se apaixonou pela ilustração. No início dos anos 2000, publicou alguns álbuns juvenis e, em 2004, a sua primeira banda desenhada. Hoje, mora e trabalha numa pequena aldeia nas Landes de Gascogne e divide seu tempo entre o design gráfico editorial e a BD.

Ernest Hemingway nasceu em Oak Park, no Illinois, a 21 de julho de 1899, e morreu em Ketchum, no Idaho, em julho de 1961. Em 1953 ganhou o Prémio Pulitzer, com O Velho e o Mar, e em 1954 o Prémio Nobel de Literatura. Romances como O Adeus às Armas ou Por Quem os Sinos Dobram, além do já citado O Velho e o Mar, publicados em Portugal pela Livros do Brasil, consagraram-no como um dos grandes nomes da literatura do século XX.

O Velho e o Mar, Thierry Murat (baseado na obra de Ernest Hemingway), Porto Editora, 128 pp., cor, capa dura, 18,80€

21 de setembro de 2017

O diário de Anne Frank em BD

A Porto Editora acaba de lançar em banda desenhada o célebre Diário de Ann Frank, a pequena judia que permaneceu dois anos escondida dos alemães, acabando, contudo, em ser descoberta e deportada para um campo de concentração nazi.

«12 de junho de 1942: Espero poder confiar-te tudo, como nunca pude confiar em ninguém, e espero que venhas a ser uma grande fonte de conforto e apoio

No verão de 1942, com a ocupação nazi da Holanda, Anne Frank e a família são forçados a esconder-se. Durante dois longos anos, vivem com um grupo de outros judeus num pequeno anexo secreto em Amesterdão, temendo diariamente ser descobertos.

Anne tinha treze anos quando entrou para o anexo e levou com ela um diário que manteve no decorrer de todo este período, anotando os seus pensamentos mais íntimos, os seus receios e esperanças, e dando conta do dia a dia da vida em reclusão.

Em 1947, após o fim da Segunda Guerra Mundial — a que Anne não sobreviveria —, o seu pai publicou este diário, um documento inspirador que é ainda hoje um dos livros mais acarinhados em todo o mundo e uma obra marcante na história do século xx.

O Diário de Anne Frank – Diário Gráfico, Ari Folman, David Polonsky, Anne Frank, Porto Editora, 160 pp.,capa dura, 18,80€