18 de agosto de 2019

Star Hawks - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Ficção científica
(EUA) Newspaper Enterprise Association, 3 de Outubro de 1977 - 2 de Maio de 1981
Gil Kane (desenhador) e Ron Goulart (argumento)
Estreia em Portugal: Mundo de Aventuras (2ª série) #283, 8 de Março de 1979
Outras publicações: Álbum Editorial Futura

Star Hawks, série de ficção científica, é escrita até Abril de 1979 por Goulart, seguido por Archie Goodwin (1979-1980), Roger McKenzie (1980-1981) e Roger Stern (assistente de escrita, 1979).  Gil Kane desenha a obra, com a ajuda não creditada (durante um período de doença por parte de Kane) de Ernie Colón e Howard Chaykin.

Kane recebeu o prémio National Comic Society Society Comic Strip Award de 1977 pelo seu trabalho na tira. Goulart também escreve dois livros baseados na série: Empire 99 e The Cyborg King. Foram publicadas 1252 tiras diárias.

Quadriculografia portuguesa:
  • [03.10.1977 a 13.11.1977], Mundo de Aventuras (2ª fase) #283 ao #300
  • [03.10.1977 a 27.12.1977], Álbum Editorial Futura [1988]
  • [28.12.1977 a 16.03.1978], Álbum Editorial Futura [1988]
  • [06.01.1978 a 17.03.1978], Mundo de Aventuras (2ª fase) #335 ao #356
  • [19.03.1978 a 23.08.1978], Mundo de Aventuras (2ª fase) #392 ao #480
  • [21.12.1978 a 04.02.1979], Mundo de Aventuras (2ª fase) #543
  • [06.02.1979 a 04.03.1979], Mundo de Aventuras (2ª fase) #566
[actualizado em 18.08.2019]

GIl Kane - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Eli Katz
Desenhador
(Estónia) Riga, 6 de Abril de 1926 - (EUA) Florida, 31 de Janeiro de 2000

A família de Kane muda-se para os EUA em 1929, estabelecendo-se no Brooklyn. Aos 16 anos, enquanto estudava na High School of Industrial Art, começa a trabalhar em estúdios como assistente. Abandona os estudos para trabalhar a full-time como ilustrador. Nos anos seguintes passa por diversos estúdios (inclusive na Timely Comics, que mais tarde se tornaria a Marvel), aprendendo com artistas de destaque como Jack Kirby e Joe Simon. Alista-se no exército durante a II Guerra Mundial, interrompendo a sua carreira. 

No final da década de 1950, Kane participa intensamente nas publicações da DC Comics, ajudando a modelar a Era de Prata dos Comics ao tornar-se o artista principal de uma série de novos títulos de super heróis baseados em personagens da década de 1940, como Lanterna Verde e Eléktron. Continua a trabalhar para a Marvel, ilustrando muitas de suas principais revistas na década de1960, como Homem Aranha, Hulk e Capitão América. O seu estilo distinto, que combinava as figuras detalhadas de Frank Frazetta com a violência estilizada e os movimentos exagerados de Jack Kirby, influencia bastante outros artistas da Marvel durante essa época.

Entre os projetos paralelos de Kane estavam dois longos trabalhos que ele escreve e ilustra: His Name is…Savage (1968) e Blackmark (1971). Fugindo dos padrões da época, as duas obras foram publicadas em um único volume ao invés de em série, sendo consideradas exemplos de protótipos do formato graphic novel. Durante as décadas de 1970 e 1980, cria uma tira de jornal, Star Hawks, além de modelar o visual de vários personagens da editora Hanna-Barbera.

Em homenagem ao seu trabalho de mais de cinco décadas, Kane é incluído tanto no Hall of Fame do Prémio Eisner, quanto no Hall of Fame Jack Kirby do Prémio Harvey em 1997.

Séries publicadas em Portugal:
Batman, Conan, Homem-Aranha, Jason Drum, Lanterna Verde, Star Hawks

[actualizado em 18-08-2019]

John Buscema - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Giovanni Natale Buscema
Desenhador
(EUA) Nova Iorque, 11 de Dezembro de 1927 - Nova Iorque, 10 de Janeiro de 2002

John Buscema é um desenhador americano de ascendência italiana e um dos principais artistas da Marvel Comics durante o período de crescimento da editora nas décadas de 1960 e 1970. O irmão mais novo Sal Buscema é também um desenhador de comics

John Buscema é conhecido pelo seu trabalho nas séries Vingadores, Surfista Prateado e mais de 200 aventuras de heroic-fantasy do herói Conan, o bárbaro. Outros trabalhos notáveis se destaca nas séries Quarteto Fantástico e Thor.

Entra no Hall of Fame Will Eisner em 2002.

Séries publicadas em Portugal:
Conan, Roy Rogers, Surfista Prateado, Vingadores

[actualizado em 18.08.2019]

Roy Thomas - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Argumentista
(EUA) Missouri, 22 de Novembro de 1940

Autor e escritor de histórias em quadradinhos, é o sucessor de Stan Lee como editor-chefe da Marvel Comics. O seu maior sucesso é o personagem Conan, o Bárbaro, lançando o género de histórias apelidado de Heroic-Fantasy e trazendo o criador de Conan, Robert E. Howard, de volta a proeminência. Tem como característica o amor pelos quadradinhos da Era Dourada e dos seus heróis — particularmente os super-heróis dos idos de 1940, como a equipa conhecida como Sociedade de Justiça da América. Como autor escreve os títulos da Marvel: X-Men e Os Vingadores. Na DC Comics participa na série All-Star Squadron, entre outras.

Séries publicadas em Portugal:
Conan, Homem-Aranha, Ka-Zar, Vingadores, X-Men

[actualizado em 17.08.2019]

17 de agosto de 2019

Barry Windsor-Smith - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador
(Grã-Bretanha) Londres, 25 de Maio de 1949

A sua carreira como desenhador de banda desenhada é mais conhecida nos Estados Unidos na editora Marvel. A sua série com maior sucesso é Conan, o Bárbaro, em que foi o desenhador principal de 1970 a 1973. O seu trabalho em Wolverine - particularmente o arco original da história de Weapon X, também merece destaque na sua carreira.

Séries publicadas em Portugal:

[actualizado em 17.08.2019]

16 de agosto de 2019

Philippe Charlot - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Argumentista
(França) 27 de Janeiro de 1960

A partir de 2010, participa nos trabalhos coletivos Game Over (volumes 4 e 5)  para a Dupuis / Mad Fabrik e em Cognacq-Jay (volumes 1 e 2) para a Delcourt. Em 2011, escreve Ghosts of Cornelius, o primeiro álbum da série Bourbon Street para a editora Grand Angle. Também em 2011, para a Dargaud, colabora com Joël Callède e Fred Campoy para iniciar a trilogia Karma Salsa. A outra paixão de Charlot é a música.

Séries publicadas em Portugal:

[actualizado em 16.08.2019]

Xavier Fourquemin - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador
(França) Neuilly-sur-Seine, 22 de Junho de 1970

Frequenta o curso de B.D. na Academia de Belas Artes de Tournai. Em 1996, publica na revista Gotham, editada pela Vent-d’Ouest, L’immonde Bête. Em 1997, pré-publica Alban, a sua 1ª série, na revista Golem (editora Le Téméraire). Trabalha em Miss Endicott e La Légende du Changeling publicadas pela Lombard, antes de se aliar à Bamboo/Grand Angle em O Comboio dos Orfãos.

Séries publicadas em Portugal:
Comboio dos Órfãos (O)´

[actualizado em 16.08.2019]

Artur Aldomà Puig - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, argumentista
(Espanha) Reus, 11 de Março de 1935

Artur Aldomà Puig é cartunista, pintor e escultor. Inicia a carreira desenhando histórias em quadradnhos e durante os anos 50 e 60 do século XX, publicando o seu trabalho quase exclusivamente no estrangeiro, nomeadamente na revista belga Le Journal de Spirou, colaborando com argumentistas como Víctor Mora ou Jean-Michel Charlier. Também trabalha para a revista francesa Pilote e no Pif Gadget cria a série Oujuro novamente com Mora. Em Espanha, cria Artur Robinson para a editora Pala. Em 1975 abandona a banda desenhada e foca-se, exclusivamente, noutras formas de criação artística, nomeadamente a escultura. 

Séries publicadas em Portugal:

[actualizado em 16.08.2019]

15 de agosto de 2019

Ala dos Livros - Ensaio de quadriculografia

Estado: Activa
Rua Joaquim Rorigues Parracho
Lote 12A r/c Dto
Benavente
2130-060 Benavente
http://www.aladoslivros.com

Séries publicadas:
Comanche

One-shots publicados:
  • Beowulf, David Rubin e Santiago Garcia [2018]
  • A morte viva (La mort vivant), Alberto Varanda e Olivier Vatine, 2018 [2019]
[actualizado em 15.08.2019]

Serge Ernst - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, argumentista
(Bélgica) Thimister, 13 de Fevereiro de 1954

Após o secundário, entra, como muitos dos seus colegas, no Instituto Saint Luc de Liège, onde estuda simultaneamente desenho, gravura, ilustração e publicidade. Formado em 1975, ainda tem um ano para ensinar ilustração e banda desenhada, que acabara de descobrir com Didier Comès e François Walthéry, que o encorajam a embarcar na carreira de cartunista.
Em 1975, as edições Le Lombard contratam-no para o Journal de Tintin, onde começa a publicar os seus primeiros Clin d'Oeil. Em 1980, enquanto fornece o gag semanal com humor stripper, à beira do surrealismo, Serge Ernst começa a criar histórias de algumas páginas com o seu primeiro personagem: William Lapoire, o anjo pouco inteligente e azarento ao serviço do diabo. A partir da primeira série, que irá realizar para as páginas do semanário entre 1975 e 1989, nove álbuns serão publicados por Le Lombard, recebendo em 1978 o Prémio Saint-Michel para a melhor Revelação, enquanto a segunda série é publicada em quatro álbuns. entre 1985 e 1988. Neste mesmo período, também cria a série The Lost (1977, para a revista Junior) e The Cases of Uncle Ernst (1983), que se estenderá de 1989 a 1991 na Hello Bédé com "Ciel, mon Paris" (prefaciada por Christophe Dechavanne) e "Europe en douce".
Em 1991, pouco antes da extinção da Hello-Bédé, que havia sucedido ao Journal de Tintin, Serge Ernst lança para a editora Dupuis uma nova série de piadas humorísticas intitulada The Zappers. Estes gags são pré-publicados no semanário Spirou, sendo recolhidos em álbuns da Dupuis a partir de 1994. 
Em 2011, com Zidrou, cria a série Boule à zéro para as Éditions Bamboo, pela qual receberão vários prémios.
Em 2012, cria a associação 2000 BD destinada a oferecer álbuns de BD a todas as crianças com cancro ou leucemia hospitalizadas em França, Bélgica, Suíça, Espanha, Luxemburgo, EUA, Honduras e Peru.

Séries publicadas em Portugal:
Clin d'Oeil

[actualizado em 15.08.2019]

Colecção Novelas Gráficas (5ª série) #7 – Flex Mentallo: Herói do Mistério

Mais um volume da colecção Novelas Gráficas da Levoir/Público vai hoje para as bancas nacionais com o herói Flex Mentallo
A primeira aparição de Flex Mentallo aconteceu em Agosto de 1990 na revista Doom Patrol #35. Criado por Grant Morrison e Richard Case, que fizeram questão de explicar como se inspiraram na criação da personagem. Flex Mentallo é baseado num anúncio de Charles Atlas um conhecido culturista, The Insult That Made a Man Out of Mac, onde um rapaz chamado Mac apanha com areia na cara atirada por um brincalhão na praia e é humilhado na frente da namorada. Após isso, Mac resolve seguir uma rotina de exercícios e dietas. Em pouco tempo, Mac procura o seu agressor e, de maneira clássica, atira o valentão ao chão com um soco, ganhando o respeito da namorada e o apelido de “Herói da Praia”. Mas, a rotina de exercícios permite-lhe poder dar mais do que uns simples socos. As técnicas de Charles Atlas dão-lhe poderes incríveis como capacidade de ver o futuro, transformar pentágonos em círculos e olhar outras dimensões – tudo isso flexionando os seus músculos na frequência exacta.
Flex Mentallo é um super-herói na mais pura acepção do termo. Nobre, corajoso e altruísta, um herói que simplesmente não se encaixava nos anos 90. Nascido na Idade de Ouro dos comics, é um sobrevivente de uma realidade ficcional.
Flex descobre que provavelmente não é o único sobrevivente da sua realidade, ao encontrar um antigo companheiro de combate ao crime conhecido como The Fact e um misterioso astro de rock cuja conexão com Flex pode ser a chave para salvar os dois.
Grant Morrison é um dos principais nomes por trás das criações da DC Comics. O escritor escocês já trabalhou vários super-heróis, Batman, Superman, X-Men, Quarteto Fantástico ou Liga da Justiça. Os leitores portugueses conhecem alguns dos seus trabalhos recentemente editados pela Levoir, como WE3 e All Star Superman. Flex Mentallo Herói do Mistério, uma parceria de Morrison com o desenhador Frank Quitely.

Colecção Novelas Gráficas (5ª série) #7 – Flex Mentallo: Herói do Mistério,  Grant Morrison e Frank Quitely, Levoir/Público, 120 pp., cor, capa dura, 10,90€

9 de agosto de 2019

Joe Sacco - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, argumentista
(Malta) 2 de Outubro de 1960

Nasce em Malta, mas passa grande parte de sua infância na Austrália e a adolescência nos Estados Unidos. Em 1981, gradua-se em jornalismo pela Universidade do Oregón e dois anos depois volta a Malta, onde publica os seus primeiros desenhos. Posteriormente, estabelece-se em Portland (EUA), onde co-edita e co-publica uma revista mensal de BD. Em 1986, muda-se para Los Angeles, onde inicia a sua colaboração para a editora Fantagraphics Books.
A partir de 1988 dedica-se a viajar pelo mundo, publicando o seu primeiro livro em banda desenhada, Yahoo, onde aborda diversos temas. De 1993 até 1995 trabalha no livro Palestina, onde passa para o papel as suas experiências em territórios ocupados naquela região. Em 1996, Sacco é agraciado com o American Book Awards. Em 2000, publica outra obra prima: Área de Segurança: Gorazde, sobre a guerra civil na Bósnia Oriental, sendo premiado pela Fundação Guggenheim. Em 2003, continuando o trabalho anterior publica O Mediador, novamente centrado no conflito da antiga Jugoslávia.

One-shots publicados em Portugal:
  • Palestina [2 volumes], Mundo Fantasma/AIBDP [2004]
  • Goradze: Área de segurança, Levoir [2019]
[actualizado em 06.08.2019]



8 de agosto de 2019

Colecção Novela Gráfica (5ª série) #6: Goradze - Zona de segurança

A Levoir e o Público voltam a um género de BD, a que se convencionou chamar BD reportagem. Em 2016, na colecção Novela Gráfica foi publicado Fax de Sarajevo, relato da Guerra da Bósnia contado na primeira pessoa. Hoje está nas bancas Gorazde: Zona de Segurança, galardoado em 2001 com o Eisner para Melhor Novela Gráfica, é a obra-prima de Joe Sacco e o livro que fez dele um dos jornalistas mais notáveis da América.

Sacco nascido em Malta, em 1960, e naturalizado norte-americano, formou-se em jornalismo na Universidade do Oregon. Repórter e desenhador Joe Sacco faz em Gorazde: Zona de Segurança, um relato contemporâneo e impressionante das atrocidades cometidas contra a população muçulmana durante a Guerra da Bósnia. Anteriormente o autor publicou Palestina onde apresenta o período que passou nos territórios ocupados e com o qual ganhou o American Books Award em 1996.

Gorazde fica na parte mais oriental da Bósnia, uma das partes do país que mais sofreu com a guerra. Ali, a população muçulmana era cercada e assassinada pelas forças sérvias, que pretendiam fazer uma limpeza étnica na região. Numa tentativa de tentar proteger a população muçulmana, a ONU criou áreas de segurança: locais onde a população bósnia era confinada e de onde não podia sair. Isolada, atacada, bombardeada ao longo de três anos e esquecida da media internacional – o foco estava na capital, Sarajevo – a população muçulmana da cidade resistiu, entre privações e solidariedade, tragédias individuais e laços afectivos.

Entre 1995 e 1996, Sacco visitou Gorazde por 4 vezes, tendo ficado um total de 40 dias, ali entrevistou sobreviventes e refugiados, visitou hospitais e locais de conflito. Foi um dos poucos jornalistas que tirou os olhos da capital e apontou os holofotes para o interior do país.

Sem a sua intervenção, Gorazde: Zona de Segurança, nunca poderia ter sido contada. O resultado é uma obra que põe a nu o lado não mostrado da Guerra da Bósnia, que conta a história de homens, mulheres e crianças que tentaram sobreviver a bombardeamentos, à fome ou a violações.

O uso do preto e branco e o detalhe dos desenhos de Joe Sacco fazem deste livro uma obra a não perder.

Colecção Novela Gráfica #6: Goradze - Zona de segurança, Joe Sacco, Levoir/Público, 240 pp., p&b, capa dura, 10,90€

6 de agosto de 2019

Eduardo Maicas - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, argumentista
(Argentina) Buenos Aires, 9 de Novembro de 1950 - 2 de Agosto de 2018

Estuda desenho na Escola Panamericana de Arte. A sua primeira vinheta aparece no West Weekly, uma publicação diária de San Justo; mais tarde, as suas primeiras histórias em quadradinhos aparecem na revista Patoruzú. No entanto, com o passar do tempo, percebe que se expressava melhor escrevendo, dedicando-se a escrever roteiros humorísticos. Também trabalha, durante doze anos, em publicidade.
No meio gráfico, publica nas revistas argentinas Hum e Sex Hum - onde é coordenador da equipa criativa - Satiricón, Libre, Somos, Feriado Nacional, El Gráfico, Tía Vicenta, Fierro, Pitos y Flautas, El Ratón de Occidente, Media Suela, Comic.ar, Humi, Genios, Laberintos y Billiken;  na revista espanhola El Jueves; e nos jornais La Razón, El Cronista Comercial, La Prensa, no suplemento NO de Página / 12 e La Voz. Em 2013, é lançada a revista Cureta, na qual participa com muitos outros humoristas gráficos. Por vinte anos escreve o argumento de Clara de Noite com Carlos Trillo e, mais tarde sozinho, após a sua morte.
Em 1990 começa a trabalhar no rádio. Por onze anos, participa como comediante da Rádio Rivadavia. Na Rádio Belgrano, escreveu textos para o programa Jejum de Jorge Guinzburg e Carlos Abrevaya. Na televisão, escreveu argumentos para os programas do Canal 13. Lecciona em oficinas de BD e desenho humorístico, ministra palestras e conferências relacionadas ao tema e é membro da direção da União dos Trabalhadores da Imprensa de Buenos Aires.

Séries publicadas em Portugal:

[actualizado em 06.08.2019]

Les Amis de Jacobs #25

Acabada de chegar a revista semestral exclusiva aos associados dos Les Amis de Jacobs, agremiação francesa que se dedica à preservação e divulgação do legado do criador de Blake e Mortimer.

Além de outros artigos, destaco o extenso dossiê sobre as fontes de Jacobs para realizar o episódio "O enigma da Atlântida".

Les Amis de Jacobs #25, juin 2019, cor, 42 pp., exclusivo para membros

4 de agosto de 2019

Darby Conley - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, argumentista
(EUA) Concord, 15 de Junho de 1970

Conley nasce nos Massachusetts e cresce em Knoxville no Tennessee.

Enquanto cursa o ensino secundário em 1986, vence um concurso de desenho animado para estudantes. Durante o seu último ano na Doyle High School (agora South-Doyle High School) em Knoxville, é eleito o "mais talentoso" da sua turma. Cria a série Get Fuzzy, tiras humorísticas que circulam em mais de setecentos jornais de todo o mundo. Paralelamente, Conley é membro do grupo a capella da Amherst College, os Zumbyes. Em 2002, vence o National Cartoonists Society Award for Newspaper Comic Strip.

Quadriculografia portuguesa:
Aqui há gato

[actualizado em 04.08.2019]

Aqui há gato - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Ficha técnica:
Get Fuzzy
Humorístico
(EUA) United Media, 6 de Setembro de 1999 - 2013
Darby Conley
Estreia em Portugal: Álbum Bizâncio, 2004

Tiras humorísticas sobre um gato antropomórfico, Bucky, e o seu cachorro, Satchel, que vivem com o seu único dono, Rob Wilco. A ideia para o personagem de Bucky veio do gato siamês de um amigo de Darby

Quadriculografia portuguesa:
  • O cão não é um brinquedo (The dog is not a toy), 2001, Álbum Bizâncio [2004]
  • Contra gatos não há argumentos (Fuzzy Logic), 2002, Álbum Bizâncio [2007]
  • A era do gato (The Get Fuzzy Experience: Are You Bucksperienced), 2003, Álbum Bizâncio [2007]
  • Catástrofe (Blueprint for Disaster), 2003, Álbum Bizâncio [2008]
  • Olh'ó passarinho (Say Cheesy), 2005, Álbum Bizâncio [2008]
  • Formação desordenada (Scrum Bums), 2006, Álbum Bizâncio [2010]
  • Hollywood é demasiado pequeno para mim (I'm Ready for My Movie Contract), 2007, Álbum Bizâncio [2011]
[actualizado em 04.08.2019]

2 de agosto de 2019

Cahiers de la BD #8

Com o título de capa "La bande dessinée peut-elle faire voyager" chegou-me o oitavo número da revista trimestral (3º trimestre de 2019) de estudos sobre banda desenhada, Les Cahiers de la BD.

Neste número temos na capa um desenho de Xavier Marabout, designer gráfico especializado em mashup, parodiando Tintin, inspirado nas obras do pintor norte-americano Edward Hopper - complementado com um caderno de doze páginas no interior da revista. François Avril, outro ilustrador com uma linha elegante também nos oferece doze páginas que nos permitem saborear a sua arte gráfica. Podemos deliciarmos com lustrações dos diários de viagem evocados por Romain Brethes, Loustal, Jano, Töpffer, Zep e Eugène Delacroix. Lucie Servin apresenta uma entrevista com Frederik Peeters François Schuiten e Laurent Durieux dão entrevista a Nicolas Tellop sobre o seu projeto faraónico em torno de Blake and Mortimer.

E não esquecer um dossiê de 32 páginas dedicado ao grande artista argentino Alberto Breccia com uma rica iconografia com filmes, uma entrevista inédita feita em 1992 por Volker Hamann e Roland Mietz para a revista alemã Reddition e um artigo de Vincent Bernière sobre as muitas técnicas usado pelo artista durante sua longa carreira.

Cahiers de la BD #8, 196 pp., 12,50€

1 de agosto de 2019

Colecção Novela Gráfica (5ª série) #5: Monika

O quinto volume da colecção Novela Gráfica da Levoir, em parceria com o Público, tem o título de Monika, editado originalmente em 2015.

Não é fácil definir Monika, pois este poderá ser considerado um thriller sensual, político e psicológico ou um livro de ficção científica. Ou poderá ser uma mistura de todos. Cabe ao leitor a decisão!
Monika é a história de duas irmãs com vidas muito diferentes. Monika é uma artista que usa o seu próprio corpo como base para o seu trabalho de pintura e vídeo. Ela procura a irmã desaparecida, que foi vista pela última vez na companhia do político Christian Epson, homem ambicioso, com um gosto por eventos fetiche caros.
A jovem vê-se arrastada para um submundo erótico e escuro dos “bailes de máscaras”, e é no mundo das sociedades secretas, festas sado-maso e grupos terroristas, que percebe que a irmã desaparecida está envolvida e controla totalmente um movimento terrorista em potencial.

Thilde Barboni, psicóloga clínica de formação, é autora de numerosos contos e obras de ficção, incluindo quase uma dezena de romances publicados na Bélgica, França e Suíça, alguns dos quais traduzidos para alemão e coreano. Em Monika, Thilde tece um suspense erótico que proporciona a Guillem March uma oportunidade perfeita para mostrar um registo e uma paleta de cores extremadamente sensuais…

Guillem March, nasceu em Maiorca, em 1979, construiu uma extensa carreira no mercado americano como ilustrador da DC Comics, onde se estreou com uma história que os leitores portugueses conhecem do volume Asilo do Joker, no capítulo sobre a Hera Venenosa (na colecção No Coração das Trevas DC, editado em 2017 pela Levoir e pelo Público). Antes de entrar no mercado americano, March já tinha trabalho publicado como autor completo em Espanha, com obras como a trilogia Sofia, Ana y Victoria, pré-publicada entre 2001 e 2004 no suplemento dominical do Jornal de Mallorca, e Laura, livro de 2006 que encerra esse ciclo feminino e que foi realizado entre a publicação do primeiro e do segundo volume de Monika.

Colecção Novela Gráfica (5ª série) #5: Monika, Guillem March e Thilde Barboni, Levoir, 132 pp., cor, capa dura, 10,90€

31 de julho de 2019

Entradas na minha biblioteca de BD no mês de Julho de 2019

Álbuns

  • A viagem, Levoir, 2015
  • O tesouro do cisne negro, Levoir, 2019
  • Frango com ameixas, Levoir, 2019
  • Cidades obscuras: A febre de Urbicanda, Levoir, 2019
  • O homem que passeia, Devir, 2017
  • Darwin #2: A origem das espécies, Gradiva, 2019
  • O rasto de García Lorca, Levoir, 2019

Revistas

  • dBD #135, juillet-août 2019
  • Tintin, c'est l'aventure #1, juin-juin-août 2019
  • Mil Rayos! #19, Junio de 2019
  • Hop! #161, mars 2019
  • Cahiers de la BD #8, juil-septembre 2019

Livros

  • Scientifiction - Blake et Mortimer au Musée des Arts et Métiers, Blake et Mortimer, 2019

Outros

Casemate #128

O número referente a Agosto-Setembro da Casemate já está disponível nas bancas portuguesas. Eis o sumário deste número de férias:

P.4-5 Loisel père et fils exposent dessins et peintures
P.6-8 Chauvel lance la conquête des Cinq Terres
P.10-12 Affaire Dreyfus : la prise de risques de Zola
P.14-16 Darnand, sublime héros, immonde salaud
P.18-19 Journorama, revue de presse de l’actu BD
P.20-23 Nouvelle série et soucis pour Dorison et Delep (+2 planches)
P.24-29 Catel met en images le roman des Goscinny (+4 planches)
P.30-35 Nathanaëlle, futuriste héroïne de Berberian et Beltran (+4 planches)
P.36-41 Crécy raconte son voyage à l’Est dans Visa transit (+4 planches)

Cahier spécial Les Indes fourbes • 32 pages
Quand Ayroles, scénariste de De Cape et de Crocs, et Guarnido, dessinateur de Blacksad, imaginent une suite à l’un des plus fameux romans picaresques, ça donne 145 planches de sublimes fourberies (+21 planches commentées).

P.43-52 Une sélection de 36 BD à découvrir en septembre
P.54-57 Agenda : les 362 sorties de septembre, les festivals et les expos
P.58-63 Arleston inaugure les éditions Drakoo avec Danthrakon (+4 planches)
P.64-69 Duhamel s’amuse des dérives du numérique avec #NouveauContact (+4 planches)
P.70-75 Clap de fin pour le saint suaire de Prieur, Mordillat et Liberge (+4 planches)
P.76-79 Pendanx en immersion sur l’île indonésienne des Mentawaï
P.80-81 Autheman attentif à la leçon de Rembrandt
P.82 Le courrier du mois à la loupe

Casemate #128, août-septembre 2019, 84 pp., 9€

30 de julho de 2019

Prémios Eisner para várias séries da G. Floy!

Os Prémios Eisner foram anunciados, e este ano a G. Floy esteve muito bem com as suas escolhas, já que duas das principais categorias foram ganhas por livros que a editora está prestes a lançar, e outras distinções para outras obras da G. Floy.

Assim, Gideon Falls, de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino, ganhou o Eisner para Melhor Nova Série, e tem já marcado lançamento dentro de dez dias no nosso país! Uma das mais inquietantes e perturbadoras séries de terror actuais, distingue um criador que está rapidamente a tornar-se num caso sério de qualidade e popularidade. Este foi aliás um "ano Lemire" no nosso país, com a publicação de Descender, que irá em breve para quarto volume (lançado pela G. Floy), do primeiro arco de Black Hammer (editado pela Levoir), e mais para o fim do ano teremos Roughneck, um dos mais poderosos romances gráficos deste autor canadiano (pela G. Floy)! (e parabéns claro ao artista Andrea Sorrentino, o desenhador da série)

Por falar em Descender... Dustin Nguyen ganhou pela segunda vez o prémio de Melhor Arte Pintada/Multimédia, que já tinha vencido em 2015, para esta maravilhosa e emocional série de space-opera que contas as aventuras do pequeno robot Tim-21! (também escrita por Jeff Lemire)

Quanto ao Prémio para Melhor Novela Gráfica, foi para "Os Meus Heróis Foram Sempre Drogados", da famosa dupla Ed Brubaker e Sean Phillips, uma história contada em modo "tragédia grega inevitável", no universo de Criminal. Os leitores já puderam comprar e ler o primeiro volume desta série, e a partir de finais de Agosto poderão ler esta pequena novela, em preparação da chegada de Ed Brubaker ao Comic Con!

Finalmente, Matt Wilson, um dos mais maravilhosos coloristas de comics, ganhou o Eisner para Melhores Cores pelo seu trabalho em inúmeras séries, incluindo The Wicked + The Divine, editado pela G.Floy, e que já vai no seu terceiro álbum.

O que dizer mais destes prémios? Tal como no ano passado, os grandes vencedores foram Tom King (Melhor Número solto, Melhor Série Limitada, Melhor Reedição de um Álbum, e claro Melhor Escritor), Mitch Gerads, que conseguiu o Eisner em Melhor Nova Série e Melhor Desenho, e salientemos o feito tremendo da Image - que continua a afirmar-se como a Vertigo do século XXI - que conseguiu TODAS as nomeações para Melhor Nova Série (todas!) - Bitter Root, Crowded, Gideon Falls, Isola e Man-Eaters.

https://www.comic-con.org/awards/eisner-awards-current-info

29 de julho de 2019

Lançamento Wolverine Arma X vol. 2

Já está em bancas há um par de semanas, e já chegou a livrarias em geral, o segundo volume da série Wolverine Arma X, escrita por Jason Aaron (e desta feita ilustrado por Yanick Paquette): Demente!

Desde a sua juventude que Wolverine tem sido tudo menos normal, enquanto viaja pelo mundo e se apaixona, ou se envolve em conflitos e perde o seu amor, no meio da mais antiga das profissões: assassino implacável. Mas, mesmo depois de um século desta vida brutal, conseguiu reflectir sobre as suas memórias, e finalmente, entender verdadeiramente quem ele é... e aquilo que ele é.

Mas agora perdeu tudo isso, memórias e compreensão, e está preso numa cela acolchoada, num asilo para loucos como nenhum outro. Sem memória de quem é, ou de como ali chegou, Wolverine está a mercê do misterioso Dr. Rottwell e dos seus guardas sádicos. E, enquanto Wolverine luta para descobrir quem ele realmente é, e como foi parar a um sanatório cheio de assassinos psicopatas, torna-se claro que os objectivos do Dr. Rottwell são tudo menos altruístas. Conseguirá Wolverine voltar aos seus sentidos antes de sucumbir a uma das terríveis curas do doutor?

Se o primeiro volume de Arma X era como um filme de acção intenso, o segundo volume é um filme de terror ainda mais intenso!

Jason Aaron é um dos mais aclamados escritores de comics actuais (Thor, Scalped, Southern Bastards), e Wolverine Arma X foi a primeira série em continuação que escreveu para a Marvel, e uma das que lhe granjeou maior sucesso. Jason Aaron pensou esta série "Arma X" como uma espécie de Marvel MAX, uma série de histórias talvez um pouco mais violentas do que o costume, e quase completamente separadas do universo Marvel e da sua cronologia regular (mesmo que ocasionalmente apareçam outra personagens). Uma série que é, portanto, ideal para leitores e fãs dos super-heróis da Marvel mais causais. 

O canadiano Yanick Paquette é um dos mais prestigiados artistas de comics actuais, com obras publicadas na maioria das grandes editoras americanas, e trabalhou em inúmeras séries de super-heróis, incluindo X-Men, Gambit, Liga da Justiça, Mulher Maravilha e muitas mais. Em Portugal, está editado um dos seus mais aclamados trabalhos, Mulher-Maravilha: Terra Um (com argumento de Grant Morrison), que lhe valeu um prémio Shuster (um prémio que distingue o trabalho de criadores canadianos nos comics).

Wolverine Arma X vol. 2 (reúne os números #6-10 da série Wolverine: Weapon X), Yanick Paquette e Jason Aaron, G-Floy, 120 pp., capa dura, cor, 13€

28 de julho de 2019

Revistas da Marvel distribuidas pela Panini Brasil em Portugal




Suso - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, argumentista
Jesús Manuel Peña Rego, Suso Peña Rego
(Espanha) 2 de Junho de 1941 - 5 de Fevereiro de 2005

Trabalha bastante para o mercado internacional, através de agências como Selecciones Ilustradas de Barcelona ou Grupo de la Floresta (composto por Carlos Gimenez, Adolfo Usero, Esteban Maroto, Luis Garcia, etc.). Para a Alemanha, desenha Jeff Blake e a série de motocicletas Dave Wheeler  (texto de Andreu Martin, publicado na Yataca). Para a Fleetway, desenha alguns episódios de A Garra de Aço. Suso também desenha histórias de horror para as revistas americanas da Warren (Creepy, Eerie) e Skywald (1973-1974). Para o mercado espanhol, trabalha em Cinco x Infinitopublicado na revista "Delta 99" em 1968,  mas também Gringo em 1970 (em Totem (2ª série)) ou Safari na África (argumento de Sánchez Pascual) em Gran Pulgarcito, alternando com outros artistas. Em 1971, é a vez de La Cobra de Rajasthan e Aventuras en la Selva para a revista Trinca (textos de Yáñez). Em 1975,  La saga de las víctimas em Dossier Negro sobre textos de Alan Hewetson. Reconhecemos a sua assinatura na série Drake & Drake para a Maxi da agência Imperia

Séries publicadas em Portugal:

One-shots publicados em Portugal:
  • Giola, 100 à Hora #81
[actualizado em 27.07.2019]

Adolfo Usero - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, argumentista
(Espanha) Madrid, 3 de Abril de 1941

Em 1965, muda-se para Barcelona. Os seus primeiros trabalhos publicados foram principalmente westerns e histórias de guerra para a agência de Josep Toutain, Selecciones Ilustradas. Trabalha para o mercado britânico através da agência Bardon Art. Em 1968, Usero é um dos vários autores dos primeiros episódios de Cinco x Infinito de Esteban Maroto. Seguidamente, assume a série Delta 99 de Carlos Giménez. Na agência de Ortega, Usero realiza as séries Alex e Kan y Khamar. Para a editora Bruguera, desenha a série Roldán sin miedo,  escrita por Víctor Mora na década de 1970 e alguns episódios de Felix, o Amigo dos Animales. Também com Mora, cria, em 1974, Les Compagnons d'Univerzoo para a revista francesa Pif. Usero faz vários trabalhos em colaboração com outros artistas, com Luis García e Carlos Giménez, como "4 Amigos" e "La Isla del Tesoro". Com Giménez e Alfonso Font (e Mora como argumentista), ilustra o segundo episódio de Tequila Bang em 1978. Na década de 1970, Adolfo Usero trabalha para a Warren, desenhando para as revistas de terror americanas Creepy e Vampirella sob o nome de Adolfo Abellán. Entre 1976 e 1979,  contribuiu para El Papus com obras como a série Dossiers. Colabora na revista Trocha em 1977. Em 1981, com o argumentista Felipe Hernandez Cava, dirige a obra histórica "El Domingo Rojo" e, com Luis García como co-artista, "Argelia". No mesmo ano, Usero fornece alguns contos para a revista Cimoc. Em 1982, a revista Rambla publica a sua série Maese Espada. De seguida, realiza biografias para a editora Bruguera e colabora com a TBO. Em 1990, com o argumentista A. Guiral, realiza a série Salvajes para a revista Cimoc. Na década de 1980, Adolfo Usero trabalha em cinema de animação e depois em comerciais, continuando principalmente nessas áreas desde então.

Séries publicadas em Portugal:

One-shots publicados em Portugal:
  • Draco, o pastor (Draco, el pastor), Usero e Retamosa, 1971, Jacto #49 a #52
  • Selvagens golfinhos, Usero e Antoni Guiral, Selecções BD #41
  • O tigre de Jaipur, Usero e Antoni Guiral, Selecções BD #42
[actualizado em 28.07.2019]

27 de julho de 2019

Ramón Torrens - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador
(Espanha) Barcelona, 6 de Dezembro de 1937

Inicia a carreira, desenhando para a revista Space Ace. Mais tarde, trabalha  para o editor britânico Fleetway, incluindo Marilyn e True Life Library. No final dos anos 60, Torrents trabalha com Esteban Maroto na série espanhola de ficção científica Cinco x Infinito.

Através das suas ligações com a agência Seleciones Illustrada, Torrens trabalha para a empresa americana Warren Publishing a partir de 1972. Aqui desenha 42 histórias até 1979. A maioria de seu trabalho aparece em Vampirella, com oito histórias feitas para a Creepy e uma história feita para a Eerie. Torrens também trabalha para o concorrente de Warren, Skywald, por um período de tempo no início dos anos 70. Depois de deixar a Warren, abandona a indústria dos comics.

Séries publicadas em Portugal:

[actualizado em 27.07.2019]