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1 de novembro de 2018

Maria e Salazar

A Polvo acaba de editar a obra do francês Robin Walter, editada o ano passado no mercado francófono.

Sinopse do livro:
Com a venda da casa familiar de Champigny-sur-Marne, pelos pais de Robin Walter, chegou o momento da despedida de Maria, a sua empregada durante mais de trinta anos. Que irá agora Maria fazer, ela que foi de Portugal para França com o seu marido há algumas décadas, como milhares de compatriotas, fugindo assim ao regime de Salazar? Através das suas memórias, o narrador desta obra descreve de forma aturada e precisa como foi a mais longa ditadura da história moderna da Europa ocidental e a imigração portuguesa, em massa, que daí resultou.

Robin Walter nasceu em 1979, na região de Paris. Em pequeno tinha um gosto especial em redesenhar as aventuras dos seus heróis favoritos, saídos das animações japonesas da época, como Dragon Ball, ou Os Cavaleiros do Zodíaco...
Nos muitos fanzines que começou a fazer regularmente e que propunha apenas ao seu irmão mais novo, rapidamente descobre o desejo de contar as suas próprias histórias. À medida que vai crescendo, Robin tentará perseguir o sonho de se tornar num autor de banda desenhada. Para isso cursa dois anos na Escola Superior de Artes Gráficas de Paris e um ano nas Belas-Artes de Angoulême.
Tem vários livros editados em França, sobre temáticas que abordam desde o futebol a campos de concentração.

Maria e Salazar, Robin Walter, Polvo, 128 pp., p&b, capa flexível, 11,90€

30 de setembro de 2018

Zahna - A nova obra de Joana Afonso

Lançado na última edição da Comicon, Joana Afonso apresenta-nos uma nova obra.

Sinopse da editora:
Atormentada por uma temível maldição, que se traduz numa chama no topo da cabeça – intensificada sempre que fica colérica -, banida da sua aldeia natal e forçada a um exílio que não desejou, a guerreira Zahna não tem a vida facilitada. Com uma indisfarçável sede de vingança e enquanto se questiona sobre tudo o que de inesperado lhe aconteceu, inicia uma busca por alguém capaz de lhe devolver a tranquilidade, libertando-a daquele fogo danado.

Zahna, Joana Afonso, Polvo, 120 pp., cor, capa dura

8 de junho de 2018

Madoka Machina #6

Chegou ao fim a série Madoka Machina de André Pereira com a chancela Polvo.

Sinopse:
A IV Revolução Industrial já passou. Democratizou-se a magia recorrendo a várias aplicações para smartphone e a transmutação do Mercado numa senciência digital unificou a sociedade através da tecnologia: todos nascem iguais e com acesso à internet. Madoka Machina acompanha a relação amorosa de uma tríade de jovens adultos que tenta integrar-se numa sociedade onde o Estado foi chutado para canto e o assalariado é um ser em vias de extinção no mercado de trabalho. No derradeiro número da minissérie, Ismael e Leandro conversam na relva enquanto esperam por Leonor que, em desespero de causa e à força de comprimidos, perde a noção do tempo ao tentar cartografar o seu passado. Desta vez, as 16 páginas não se dividem em capítulos, acompanhando o afundar da personagem de uma assentada, sem interrupções, reverberando apenas pontualmente ao ritmo de memórias passadas.

Madoka Machina #6, André Pereira, Polvo, 16 pp., p&b, 4,00€

3 de junho de 2018

Cicatriz - Uma novidade da Polvo

"Cicatriz" de Sofia Neto é mais uma novidade bedéfila da editora Polvo.

Eis a sinopse da editora:
Galhos e agulhas de pinheiro a estalar debaixo dos pés. Uma brisa salgada que se move entre troncos esguios. O chiar de metal enferrujado. Bolsos carregados de pinhões e cogumelos selvagens. Um agitar súbito de folhas e sombras irrequietas. Sensações familiares num lugar a que não pertence. Uma mulher atravessa um território estranho, esquecido, numa procura pontuada por encontros com aqueles que o habitam. O som distante de violência marca o ritmo de um percurso que se vai construindo passo a passo, orientado por esperança, medo e descoberta.

Cicatriz, Sofia Neto, Polvo, p&b, capa flexível

2 de junho de 2018

Malditos Amigos

Uma das novidades da Polvo para este mês de Maio foi "Malditos Amigos" de André Diniz.

"Malditos Amigos" traz o leitor a conhecer Ramsés, tatuador quarentão do centro velho de São Paulo, uma selva brasileira de concreto, onde sobrevivem 20 milhões de pessoas em meio à violência, aos contrastes sociais, à poluição sonora e à fumaça gerada por 7 milhões de veículos. Entre o caos urbano e as cobranças da vida moderna, Ramsés tem a vida e o trabalho paralisados aos poucos por fadiga crónica física e mental, paranóia crescente e ódios e rancores desajustados. Um alvo em especial: Jupará, seu ex-amigo-irmão. Ao lado de quem Ramsés descobriu a paixão pela tatuagem nos anos 90. Jupará, aquele que teria desviado dinheiro do estúdio de tatuagem que abriram juntos, anos depois. Questão que parecia já superada, mas que volta a Ramsés com carga total, junto a outros medos, desajustes e fobias. A epidemia de depressão galopante nas grandes metrópoles e a solução fácil dos remédios (mas muitas vezes necessária) são os coadjuvantes dessa história que é contada também com bastante humor e ironia, inspirada na experiência pessoal do autor André Diniz (que não tem uma tatuagem no corpo mas sabe bem o que é viver e morrer – mesmo que um pouquinho – em uma metrópole caótica).

Malditos amigos, André Diniz, Polvo, p&b, capa flexível

1 de junho de 2018

Os regressos - Uma novidade da Polvo

Um dos lançamentos da Polvo deste mês de Maio  foi o álbum "Os Regressos", da autoria de Pedro Moura e Marta Teives.

Sinopse da obra:
Madalena está de regresso à pequena aldeia onde viveu e cresceu com a avó, depois da morte dela. Se a visita a Corvelo serve para tratar de assuntos mundanos, e é também uma tentativa de virar a página e fechar o passado, mas este recusa-se a libertar Madalena. Os segredos da sua infância regressam, desocultando sofrimentos, reativando feridas mas ao mesmo tempo revelando uma dimensão inesperada.

Uma novela curta e densa, visualmente rica, que explora a fragilidade de como as pessoas constroem o mundo à sua volta e se tentam consolar entre si, Os Regressos é o primeiro livro de banda desenhada de ambos os autores, que têm criado em parceria histórias curtas em várias publicações, como Crónicas da Comic Con, The Lisbon Studio Series e Quireward.

Unindo elementos de tradições distintas da banda desenhada internacional e nacional, a um só tempo cruzando géneros alternativos e de realismo mágico, prosa regionalista e dark fantasy, Os Regressos é um livro contemporâneo e adulto, que conquistará um público interessado por toda a natureza humana.

Os autores:
Marta Teives (Lisboa, 1977) estudou pintura na FBAUL, e tem trabalhado como designer, animadora, Urban Sketcher, artista de storyboard e ilustradora, tendo dezenas de capas de livros da sua autoria, já para não falar de ilustração editorial, murais e participações em vários certames. Em 2014 publicou Ink – Lisbon Tattoos, uma reportagem gráfica sobre tatuadores da cidade de Lisboa, e em 2015 publicou os resultados de um Inktober. É membro do The Lisbon Studio desde 2012.

Pedro Moura (Lisboa, 1973) escreve sobre banda desenhada nos seus blogues Lerbd e Yellow Fast & Crumble, igualmente trabalhando nesta área enquanto professor, comissário de exposições, investigador académico, documentarista e tradutor. É autor do livro de poemas em prosa ilustrados por Ilan Manouach,Variações Sobre o Anjo da História (2013), exibido no Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja. Tem escrito histórias curtas em várias antologias, como a revista Cais e o seu fanzine Quireward.

Os Regressos, Pedro Moura e Marta Teives, Polvo, 64 pp., capa dura

27 de abril de 2018

Tex: Capitão Jack

A editora Polvo vai lançar mais um álbum dedicado à série de western Tex. Trata-se da aventura “Capitan Jack”, de Tito Faraci (argumento) e Enrique Breccia (desenho). O livro terá apresentação na 5.ª Mostra do Clube Tex Portugal, dia 28 de Abril (sábado), às 16h00, no Auditório do Museu do Vinho Bairrada – Anadia, com a participação de Rui Brito e Pedro Bouça e moderação de João Miguel Lameiras

A distribuição comercial ocorrerá durante o mês de Maio.

O LIVRO
No sul do Oregon, Hooker Jim e o seu grupo de índios exterminam a família de Foster, um ex-ranger e velho amigo de Tex. No seu leito de morte este clama por vingança e Tex parte em perseguição do impedioso personagem. Entretanto, o confronto entre os Modocs e o Exército dos Estados Unidos é iminente. O Coronel Wheaton foi o escolhido para combater os índios e a implantação maciça de meios militares e de um grande contingente de soldados faz com que esteja seguro da vitória. Os índios, por seu lado, podem contar com o valioso conhecimento do local do futuro campo de batalha, os “leitos de lava”, uma extensão de rochas, fendas e cavernas onde se refugiam. Nesta aventura, baseada em acontecimentos reais, Tex irá cruzar-se com Capitan Jack, o chefe da tribo que irá liderar a heróica e desesperada resistência do seu povo, durante os anos de 1872 e 1873, contra os militares, mas que acabará traído pelo próprio Hooker Jim.

OS AUTORES
Tito Faraci (Gallarate, Varese, 1965) começou pela música e chegou, em 1995, ao universo Disney. Com Giorgio Cavazzano (a quem apelida de “mentor”), criou o personagem Rock Sassi e realizou inúmeras histórias, entre as quais “Il segreto del Vetro” (2004), bem como “Jungle Town” (2006). A editora Einaudi dedicou-lhe, em 2000, “Topolino Noir”, uma antologia das suas melhores histórias criminais para o universo Disney. A sua colaboração com a Sergio Bonelli Editore começou em 1999, escrevendo para Dylan Dog. Elaborou também argumentos para Nick Raider, Magico Vento, Martin Mystère, Speciale Cico e criou ainda Brad Barron, protagonista de uma aclamada minissérie de 18 números e de vários especiais. De 2005 é “L’ultima battaglia”, romance gráfico desenhado pelo americano Daniel Brereton. Em Abril de 2007, juntou-se à equipa de argumentistas envolvidos na criação de Tex. Escreveu ainda duas histórias para a Marvel: uma foi desenhada por Giorgio Cavazzano; a outra por Claudio Villa. Na “Topolino” publica em 2008 “La vera storia di Novecento”, escrita com a activa colaboração de Alessandro Baricco. Esta parceria produziu, em 2010, a adaptação a BD do romance “Senza sangue”, desenhado por Francesco Ripoli e editado pela Edizioni BD, da qual Tito Faraci é o editor-chefe. Em 2009 publicou uma história para crianças, “Ilcane Piero, avventure di un fantasma” e, em 2011, “Oltrela soglia”, ambas pela Edizioni Piemme. Após um período de aventuras radiofónicas e de escrita para música publicou, em 2015, pela Feltrinelli, o seu romance “La vita in generale”.

Enrique Breccia (Buenos Aires, 1945), realizou o seu primeiro trabalho como profissional em 1968, quando, juntamente com o seu pai, Alberto Breccia, ilustrou “La Vida del Che”, uma biografia do revolucionário Che Guevara escrita por Héctor Germán Oesterheld. Para a inglesa Fleetway, em 1972, desenha “Spy 13” sob pseudónimo e, em seguida, uma série de histórias de guerra para a revista italiana Linus. Remonta a 1976 a sua colaboração com o argumentista Carlos Trillo, com, entre outras, “El Buen Dios” e Alvar Mayor, um dos seus mais famosos personagens. Em 1983, desenhou “Ibáñez”, escrito por Robin Wood, e, no ano seguinte, “Sueñero El Tiempo”. Adaptou para Banda Desenhada vários clássicos da literatura, como “A ilha do Tesouro” e “Moby Dick”. Com texto de Felipe Hernández Cava, em 1987, publicou “Lope de Aguirre”. Em 2000 iniciou a sua colaboração com a Marvel e DC Comics, para a qual desenhou “Legion Worlds” e “Batman: Gotham Knights”. Ilustrou, em 2002, o romance gráfico “Lovecraft”, escrito por Hans Rodionoff. De 2005 a 2007, tornou-se no desenhador principal de Swamp Thing. Destinado ao mercado francês e sob textos de Xavier Dorison desenhou “Les Sentinelles” (Delcourt, 2011). Em Lucca (Itália), foi galardoado com o prémio Gran Guinigi como “Maestro del fumetto”, em 2011. Para a Sergio Bonelli Editore criou uma história de Dylan Dog, em 2012. Recebeu ainda um “Diploma de Mérito” dos Prémios Konex, como um dos melhores ilustradores da última década na Argentina. Vive actualmente em Spoleto, Itália, onde vem colaborando com a editora 001 Edizioni.

Tex: Capitan Jack, Tito Faraci e Enrique Breccia, 228 pág., p/b, brochado com badanas, 16,99€ 

8 de abril de 2018

Polvo - Ensaio de quadriculografia

Estado: Activa

A Polvo é uma chancela editorial de Rui Brito, edições e sucede às Edições Polvo, Lda., fundada em 1997 por Rui Brito, Jorge Deodato e Pedro Brito. Especializada em Banda Desenhada, conta no seu catálogo com alguns dos mais importantes e representativos autores portugueses da área sendo a editora nacional que mais espaço a eles dedica.

Séries publicadas:
Anos Spoutnik (Os)Cidade dos Maus Sonhos (A), Compadres (Os), Há piores, Isaac o pirata, Júnior João e Gão, Lou Velvet, Loverboy, Madoka Machina, Maria, Persépolis, Tex

One-shots publicados:

  • 16>1, Filipe Abranches [1998]
  • Pano Cru, Pedro Brito [1998]
  • 4 peças para Octávio Framboa, Lazare Katsimbalis [1998]
  • Um sorriso... no ar!, Carlos Rico [1998]
  • Dédalo, Miguel Rocha [1999]
  • Amor fatal, Marcel Ruijters [1999]
  • Fúria, Derradé [1999]
  • Na pele do urso, Horácio [1999]
  • Alô?, Filipe Abranches [1999]
  • Entorpecidos pelo frio, Maria Bjorklund [1999]
  • Pano cru 2, Pedro Brito [2001]
  • Eduarda, Miguel Rocha [2000]
  • Magic boy, James Kochalka [2000]
  • Fava, Derradé [2000]
  • História muda, Blanquet [2000]
  • Os anjos, Jakob Klemensic [2000]
  • A semana passada, Matias Lehmann [2000]
  • Yaylalar, Alain Corbel [2000]
  • Batatas, Matias Lehmann [2000]
  • O ano em que fomos campeões mundiais, Andreas Dierssen [2000]
  • Que podemos fazer, Felipe Hernández Cava [2000]
  • Varlot soldado, Jacques Tardi e Didier Daeninckx [2001]
  • O diário de K., Filipe Abranches [2001]
  • O pequeno Christian, Blutch [2001]
  • Magic boy 2, James Kochalka [2001]
  • Pano Cru 3, Pedro Brito [2001]
  • Trogloditas, Marcel Ruijters [2001]
  • Explicar tudo, Alex Baladi [2001]
  • Magic boy 3, James Kochalka [2001]
  • Pai Natal, um estudo morfológico, Geral e Derradé [2001]
  • Franco, o trolha, Pedro Brito [2001]
  • A 25, sempre a Abril, Geral e Derradé [2001]
  • Pat Boon: Happy End, Winshluss [2001]
  • Tu és a mulher da minha vida, João Fazenda e Pedro Brito [2001]
  • Coração do bandido, Rui Ricardo e Paulo Patrício [2001]
  • Malitska, Miguel Rocha e Francisco Oliveira [2001]
  • A filha do caranguejo, Rui Lacas [2001]
  • Que é feito do meu Natal, Rui Lacas [2002]
  • Beraca, Pedro Brito e Sandra Amaro [2002]
  • Em lume brando, André Carrilho [2002]
  • A primeira estrela e outras histórias, Ulf K. [2002]
  • A vida numa colher, Miguel Rocha [2003]
  • A máquina de prever o futuro de José Frotz,  José Carlos Fernandes [2003]
  • O capuchinho vermelho na versão que as crianças mais gostam, Richard Câmara [2003]
  • Borda d'água - O tempo das papoilas, Miguel Rocha [2005]
  • Em toda a parte, Alex Baladi [2006]
  • Solo, Filipe Abranches [2006]
  • Hans, o cavalo inteligente, Miguel Rocha [2010]
  • O amor infinito que te tenho, Paulo Monteiro [2010]
  • A ermida, Rui Lacas [2011]
  • Hãn Solo, Rui Lacas [2012]
  • Três Sombras, Cyril Pedrosa [2012]
  • Rosa delta sem saída, Fernando Relvas [2013]
  • Morro da favela, André Diniz [2013]
  • Ar puro e água fresca, Pero [2013]
  • Duas luas, Pablo Mayer e André Diniz [2013]
  • Comic Transfer, Ricardo Cabral e Till Lassman [2013]
  • Jim Curioso - Viagem ao coração do oceano, Mathias Picard [2014]
  • Cachalote, Rafael Coutinho e Daniel Galera [2014]
  • Deixa-me entrar, Joana Afonso [2014]
  • 7 vidas - Diário de vidas passadas, António Eder e André Diniz [2014]
  • Cidade suspensa, Penin Loureiro [2014]*
  • Copacabana, Bernardi Odyr e Lobo [2014]
  • Matiné, Magno Costa e Marcelo Costa [2014]
  • O diabo e eu, Alcimar Frazão [2015]
  • Tormenta, João Sequeira e André Oliveira [2015]
  • Milagreiro, colectivo [2015]
  • Tungsténio, Marcelo Quintanilha [2015]
  • Talco de vidro, Marcelo Quintanilha [2015]
  • Que Deus te abandone, Tainan Rocha e André Diniz [2015]
  • Volta - O segredo do vale das sombras, André Caetano e André Oliveira [2015]
  • Cumbe, Marcelo D'Salete [2015]
  • O pugilista - A história real de Hertzko Haft, Reinhard Kleist [2015]
  • Coisas de adornar paredes, José Aguiar [2016]
  • Klaus, Felipe Nunes [2016]
  • Guadalupe, Odyr Bernard e Angélica Freitas [2016]
  • Hinário nacional, Marcelo Quintanilha [2016]
  • A demanda do G, Derradé e Geral [2016]
  • Fealdade de Fabiano Gorila, Marcelo Quintanilha [2016]
  • Olimpo tropical, Laudo Ferreira e André Diniz [2017]
  • O ateneu, Marcelo Quintanilha [2017]
  • Nem todos os cactos têm picos, Mosi [2017]
  • O rio salgado, Jan Bauer [2017]
  • Mensur, Rafael Coutinho [2017]
  • Lugar maldito, João Sequeira e André Oliveira [2017]
  • Fim do mundo, André Ducci [2017]
  • Conversas com os putos, Álvaro [2017] 
  • Cicatriz, Sofia Neto [2018]
  • Malditos amigos, André Diniz [2018]
  • Os regressos, Pedro Moura e Marta Teives [2018] 
  • Portais, Pietro Antogioni e Octávio Cariello [2018]
  • O maestro, o cuco e a lenda, Wagner William [2018]
  • Zahna, Joana Afonso [2018]
*existe uma versão em inglês
[actualizado a 1-10-2018]

9 de novembro de 2017

Olimpo Tropical - Uma novidade da editora Polvo

Olimpo tropical” de André Diniz (argumento) e Laudo Ferreira (desenhos) é uma estreia absoluta pela editora Polvo.

A apresentação da obra vai ter lugar no auditório do núcleo central do Amadora BD (Fórum Luís de Camões) no próximo dia 11 de Novembro, pelas 15h, com a presença de André Diniz, Laudo Ferreira e do editor, Rui Brito.

As sessões de autógrafos estão agendadas, na zona comercial do evento, para os dias 11 e 12, das 16 às 18h.

Sinopse da obra:
Um inferno particular, onde o respeito se conquista pelo crime e a paz pela vingança: é este o Olimpo de Biúca. Embora manco, torna-se vigia do tráfico de drogas, com a missão de disparar sobre os polícias que ousarem invadir a favela pela única escada de acesso. Um Inferno camuflado de Paraíso através dos olhos enganosos de um jovem sonhador. Uma tragédia particular, mais uma entre muitas deste Olimpo Tropical. 

OS AUTORES

André Diniz é argumentista e ilustrador brasileiro de Banda Desenhada. Publicou mais de 30 títulos por diversas editoras brasileiras, tendo sido editado também em França, Reino Unido e Portugal, país onde vive hoje. Desde 2000 já foi galardoado por 19 vezes com os principais prémios brasileiros de BD. Na Polvo tem editado alguns dos seus trabalhos mais conhecidos, como “7 Vidas – Diário de vidas passadas”, “Morro da Favela”, “Duas Luas” ou “Que Deus Te Abandone”. 

Laudo Ferreira nasceu no litoral brasileiro, vivendo há muitos anos na cidade de São Paulo. Trabalha como ilustrador para publicidade e mercado editorial, sendo ainda professor na Escola Panamericana de Artes. Produz e publica Banda Desenhada desde o início dos anos 80, altura em que teve uma grande participação em fanzines. Venceu os principais prémios ligados à BD brasileira, como o HQ Mix ou o Ângelo Agostini. O seu trabalho mais conhecido, e de grande fôlego, é “Yeshuah absoluto”.

Olimpo tropical, André Diniz e Laudo Ferreira, 136 pp., preto e branco, capa a 4 cores, com badanas, 20º título da colecção “Romance Gráfico Brasileiro”, 14,90€

3 de novembro de 2017

Maria: A maior das subversões

A editora Polvo lança no Amadora BD o segundo volume de Maria, uma série do artista brasileiro Henrique Magalhães.

No auditório do núcleo central do Festival, no Fórum Luís de Camões, está prevista uma apresentação do livro a 4 de Novembro, pelas 15h, com a presença do autor e do editor, Rui Brito.

No dia 5, pelas 16h, o autor fará uma visita guiada à sua exposição, "Maria", que inclui pranchas originais dos seus livros "Seu nome próprio... Maria! Seu apelido... Lisboa!" (PNBD 2016, categoria "Melhor Álbum de Tiras Humorísticas")  e "A maior das subversões".

As sessões de autógrafos estão agendadas, na zona comercial do evento, para o dia 4, das 16:00 h às 18:00 h e para o dia 5, das 17:00 h às 19:00 h.

O LIVRO

Maria notabilizou-se pela crítica aos desmandos do poder autoritário que se instalou no Brasil entre as décadas de 1960 e 1980. Se, inicialmente, era uma solteirona em busca de companhia, a pouco e pouco foi-se posicionando contra a ditadura militar, o cerceamento das liberdades políticas, a censura e os costumes arcaicos que estruturavam uma sociedade machista, racista, homofóbica e conservadora. Nesta edição mostra-se a fase mais acirrada da luta política de Maria, ao lado de Pombinha e Zefinha e em contraposição à temível Madame Corporeichon, encarnação do poder instituído.

O AUTOR

Henrique Magalhães nasceu na Paraíba, estado do Nordeste do Brasil, em 1957. Em 1975, criou a personagem de Banda Desenhada Maria, que foi publicada durante vários anos em tiras diárias nos jornais locais, além de revistas e álbuns. Dirige actualmente a editora Marca de Fantasia, voltada para a edição de fanzines, revistas, álbuns e livros sobre História em Quadrinhos, Artes, Linguística e Cultura Pop. Coordena o Grupo de Pesquisa em História em Quadrinhos do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba, onde é professor.

Maria - A maior das subversões, Henrique Magalhães, Polvo, 64 pp., preto e branco, capa a 4 cores, com badanas, 7,50€ 

1 de novembro de 2017

O ateneu, uma novidade em português de Marcello Quintanilha

A obra em epígrafe encontra-se já disponível no 28º Amadora BD, que decorre de 27 de Outubro a 12 de Novembro, e onde a Polvo marca presença com stand próprio.

No auditório do núcleo central do Festival, no Fórum Luís de Camões, está prevista uma apresentação do livro a 4 de Novembro, pelas 15h, com a presença de Marcello Quintanilha e do editor, Rui Brito.

Às 16 horas, o autor fará uma visita guiada à sua exposição, "O cronista Quintanilha", que inclui pranchas originais dos seus livros "Tungsténio", "Talco de vidro", "Fealdade de Fabiano Gorila" e "O ateneu".

As sessões de autógrafos estão agendadas, na zona comercial do evento, para o dia 4 de Novembro das 17h às 18:30h e para o dia seguinte, das 15h às 18h.

O LIVRO

Sérgio, de 11 anos, tem de largar os brinquedos, o conforto caseiro e o carinho dos pais, para iniciar uma nova fase da sua vida: o internato. É por isso matriculado no renomado Ateneu, comandado pelo ilustre director Aristarco, uma figura ostensiva e luxuosa. Se a princípio se deslumbra com a aura de excelência que envolve o colégio, depressa se vê sozinho num ambiente que lhe é estranho. Um sistema repressor que fomenta a hostilidade entre estudantes faz com que as suas ilusões rapidamente se esfumem. Sérgio tem de ser forte o bastante e aprender a lutar para se impor e sobreviver.
Não deixando de lado o texto original de Raul Pompeia, Marcello Quintanilha cria uma obra-prima em banda desenhada, adaptando com mestria o realismo crítico e o tom impressionista presentes no clássico da literatura brasileira.


O AUTOR

Marcello Quintanilha nasceu em Niterói, Brasil, em 1971. Começou, ainda adolescente, por desenhar histórias sobre artes marciais com o pseudónimo de Marcello Gáu. Mais tarde, em 2003, envolve-se na série “Sept balles pour Oxford”, para uma editora belga, com argumento do argentino Jorge Zentner e do espanhol Montecarlo. Estabelece-se, a partir de 2002, em Barcelona. Ilustrações suas surgem desde então nos jornais espanhóis “El País” e “Vanguardia”. Ao mesmo tempo, continua a produzir álbuns para o público brasileiro. Em 2005, foi dado à estampa “Salvador”. Seguiram-se “Sábado dos meus amores” (2009), “Almas públicas” (2011) e “O ateneu” (2012). “Tungstênio” (2014), “Talco de vidro” (2015) e “Hinário nacional” (2016) são os seus mais recentes trabalhos.
A edição francesa de “Tungsténio” foi premiada no Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême (França) de 2016. Ainda em 2016 vence, no Brasil, um HQMix (categoria “Destaque Internacional”) pelas edições portuguesas de “Tungsténio” e “Talco de vidro”. Dose repetida em 2017. “Tungsténio” dará um filme.

O ateneu, Marcello Quintanilha, Polvo, 84 pp., cores e p&b, capa a 4 cores com badanas, 13,99€





31 de outubro de 2017

O rio salgado

A editora Polvo lançou "O rio salgado" de Jan Bauer. A obra encontra-se já disponível no 28º Amadora BD, que decorre de 27 de Outubro a 12 de Novembro, e onde a Polvo marca presença com stand próprio.

No núcleo central do Festival (Fórum Luís de Camões) encontra-se patente uma exposição do autor sobre a obra em questão.

Jan Bauer estará presente no Festival a 4 e 5 de Novembro. No domingo, dia 5, pelas 15h, está prevista uma visita guiada pelo autor à sua exposição, com apresentação simultânea do livro, ao que se seguirá, entre as 16 e as 19h, uma sessão de autógrafos, na zona comercial do evento.

O LIVRO

Na sequência de um drama pessoal, Jan Bauer parte em direcção ao interior australiano para um périplo solitário nas vastas extensões desérticas atravessadas pelos famosos “Larapinta trail” e "Rio salgado". Quatrocentos e cinquenta quilómetros a pé, através do coração escaldante da Austrália.
Etapa a etapa, envolvido por uma selvagem e magnífica paisagem, vai-se paulatinamente libertando do balastro emocional que transporta. Tudo muda quando se cruza na rota de Morgana, uma caminheira francesa.
De uma forma lenta, mas inexorável, os dois viajantes do deserto vão aproximar-se...
“O rio salgado” é o primeiro romance gráfico de Jan Bauer. Conta uma história de amor terno e inesperado, magnificamente enquadrada por espectaculares paisagens, que transporta o leitor ao fim do mundo, sob o trópico de Capricórnio.

O AUTOR

Jan Bauer nasceu em Preetz, no norte da Alemanha, em 1976. Cursou Ilustração na Universidade de Ciências Aplicadas de Hamburgo e Animação no Queensland College of Art, em Brisbane. Durante os seus estudos especializou-se como pintor de paisagens, voltando-se depois para o cinema de animação. A partir de 2002, começa a trabalhar como ilustrador freelancer, designer, argumentista e realizador e aparece ligado à produção de numerosos filmes publicitários em animação, curtas e longas-metragens, e séries. Foi também professor. Bauer apresenta-se como um fã de desportos de exterior, sempre pronto a afrontar os desafios da natureza. A sua paixão por viagens é tratada em “O rio salgado”. Vive em Hamburgo.

O rio salgado, Jan Bauer, Polvo, 240 pp., p&b, capa a 4 cores com badanas, 15,79 €

30 de outubro de 2017

Nem todos os cactos têm picos

"Nem todos os cactos têm picos" da portuguesa Mosi é mais uma novidade da editora Polvo para lançamento no Amadora BD.

Sinopse da obra:
Desde que se conheceram na primária, Rita e Luísa cresceram e brincaram muito juntas, e por isso gostam essencialmente das mesmas coisas. São colegas de turma, partilham tudo, falam de qualquer assunto. Não sabem se serão melhores amigas para sempre, mas esta é uma história sobre amizade autêntica. A delas.

Sobre a autora:
Mosi nasceu em Lisboa, em 1994. É licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e vive na Ericeira desde os seus 13 anos, onde fundou a associação cultural EriceiraBD.

Nem todos os cactos têm picos, Mosi, Polvo, 24 pp., preto e branco, capa cartonada a 4 cores, 6,99€

29 de outubro de 2017

Fim do mundo

"Fim do mundo" é uma novidade da Polvo, inserida na colecção Romance Gráfico Brasileiro. A obra de André Ducci será lançada no 28º Amadora BD, que decorrerá de 27 de Outubro a 12 de Novembro, e onde a Polvo estará presente com stand próprio.

Sinopse:
Fim do mundo surgiu do interesse do autor pelo tema da exploração polar, no começo do século XX. Sem fazer uso de palavras, apenas com desenhos a preto e branco, Ducci narra a história de um homem que tem de enfrentar todas as adversidades que lhe são colocados no caminho. Um homem solitário lutando pela sobrevivência, contra o vento, a neve e o mar, e que, nesta sua jornada, se depara com o impacto que a Humanidade foi tendo na natureza. E vice-versa.
Esta interacção transforma-se num ciclo, numa engrenagem, que, ao rodar, nos torna cada vez mais solitários.

André Ducci (Curitiba, 1977) é formado em Gravura, sendo conhecido pelo projecto “Anatomista”, que relaciona anatomia científica com artes gráficas. Trabalhou, no domínio da ilustração, para a marca de skateDrop Dead”. Fez parte do projecto “Candyland” e teve trabalhos publicados em várias revistas: “Simples”, “Velotrol”, “Entropia”, “Boca”, “Aargh!!!” (República Checa) e “Stripburger” (Eslovénia). Publicou BDs em colectâneas como “MSP+50”, “Fierro Brasil”, “Cidade Sorriso dos Mortos”, “Entre 4 Linhas” e “Vigor Mortis 2”. Ilustrou o livro “Guia de Ruas sem Saída”, de Joca Reiners Terron.

Fim do mundo, André Ducci, Polvo, Romance Gráfico Brasileiro, 80 pp., p&b, capa brochada a 4 cores, com badanas, 8,90 €

12 de julho de 2017

Conversas com os putos

"Conversas com os putos" relata-nos as atribulações de um professor de Geometria Descritiva com os seus alunos. Lançado no Festival de BD de Beja, esta edição da Polvo insere-se na colecção De Bom Humor.

Sinopse da editora:
O que é um explicador? É alguém que tenta meter na cabeça dos alunos aquilo que não apreenderam na escola. O que é um aluno? É alguém que passa várias horas por dia em frente de um professor, à espera do toque de saída. O que é um professor? É alguém encarregue de manter turmas de quase trinta alunos numa sala e que ainda tem de tentar dar-lhes aulas, até ao dia em que mete baixa psiquiátrica sendo, semanas depois, substituído por alguém que até há pouco tempo ainda era aluno. O que é este livro? É uma compilação de supostos diálogos entre um explicador de Geometria Descritiva e os seus alunos.

Conversas com os Putos, Álvaro, Polvo, Colecção De Bom Humor, n.º 8, Capa brochada com badanas, 64 pp, p/b, 7,90€

27 de maio de 2017

Conversas com os putos

A editora Polvo prepara-se para lançar o álbum “Conversas com os putos”, de Álvaro. A obra terá apresentação no XIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, dia 28 de Maio (domingo), às 15h30, no Cine-Teatro Municipal Pax Julia, com a participação do autor e do editor, Rui Brito.

O LIVRO

O QUE É UM EXPLICADOR? É alguém que tenta meter na cabeça dos alunos aquilo que não apreenderam na escola. O QUE É UM ALUNO? É alguém que passa várias horas por dia em frente de um professor, à espera do toque de saída. O QUE É UM PROFESSOR? É alguém encarregue de manter turmas de quase trinta alunos numa sala e que ainda tem de tentar dar-lhes aulas, até ao dia em que mete baixa psiquiátrica sendo, semanas depois, substituído por alguém que até há pouco tempo ainda era aluno. O QUE É ESTE LIVRO? É uma compilação de supostos diálogos entre um explicador de Geometria Descritiva e os seus alunos.
O propósito desta obra não é o de insultar os alunos (por muito que apeteça ao autor). Não. É o de olhar para uma geração heterogénea de miúdos que dentro de poucos anos estarão a trabalhar, nas filas do Instituto do Emprego e Formação Profissional, a votar, a ditar o que as TVs transmitem e que (esta parte é importante) nos irão pagar a reforma.

O AUTOR

Álvaro nasceu em 1970. Em 1993 licencia-se em Arquitectura na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, actividade que exerceu a tempo inteiro até finais da década de 90, tendo paulatinamente vindo a passar-se da elaboração de projectos de licenciamento para as aulas de formação profissional a adultos e de explicações a adolescentes.
Na área da banda desenhada já tem umas coisas editadas. “Sexo, Mentiras e Fotocópias”, “Balcão Trauma” (2 Vols.) e “No Presépio...”, este com argumento de José Pinto Carneiro e contemplado no Amadora BD 2014 com o prémio “Melhor Álbum de Tiras de Humor”.
Pode ser googlado por alvarocartoon.

Conversas com os putos, Álvaro, Polvo, Colecção: De Bom Humor, nº 8, 64 pp., p/b, capa brochada com badanas, €7,90

25 de maio de 2017

"Mensur" de Rafael Coutinho, uma novidade da editora Polvo

"Mensur" é o título de mais um romance gráfico disponível no mercado português. A obra de Rafael Coutinho terá apresentação no XIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, dia 27 de Maio (sábado), às 16h45, no Cine-Teatro Municipal Pax Julia, com a participação do autor e do editor, Rui Brito, seguido de uma sessão de autógrafos entre as 18 às 19h30.

A distribuição comercial de “Mensur” ocorrerá durante o mês de Junho.

O LIVRO

Um dos artistas mais talentosos da banda desenhada brasileira, Rafael Coutinho, está de regresso com este que é o seu mais ambicioso trabalho desde “Cachalote”, romance gráfico criado em parceria com o escritor Daniel Galera e já publicado pela Polvo.
Em “Mensur”, Coutinho conta a história de Gringo, um andarilho que percorre cidades brasileiras em busca de trabalhos pontuais. É um dos últimos praticantes de mensur, uma luta de espadas surgida entre estudantes universitários na Alemanha do século XV. Enquanto lida com os seus próprios fantasmas e obsessões, um caso amoroso pode colocá-lo em rota de conflito com o seu passado e com segredos que jamais deveriam vir à tona.
Um dos mais originais e impressionantes trabalhos da BD brasileira, “Mensur” é uma saga pessoal e um épico íntimo da busca por um lugar e, sobretudo, por algum tipo de paz.

O AUTOR

Rafael Coutinho apresenta-se como autor de banda desenhada, artista plástico e editor. Nascido em São Paulo em 1980, formou-se em Artes Plásticas pela Universidade de São Paulo (Unesp), em 2004. No seu país é conhecido pelo romance gráfico “Cachalote” (Quadrinhos na Cia., 2010; Polvo, 2014), “O Beijo Adolescente” 1, 2 e 3 (selo Cachalote, 2011, 2013 e 2015) e “As Aventuras do Barão de Munchausen” (Cosac Naify, 2014).


Mensur, Rafael Coutinho, Polvo, Colecção: Romance Gráfico Brasileiro, nº 17, 204 pp., p/b, brochado com badanas, €17,99 

23 de maio de 2017

"Lugar Maldito", André Oliveira e João Sequeira

A Polvo prepara-se para lançar em Junho mais uma novidade da banda desenhada portuguesa. Dos autores de "Tormenta" surge a obra "Lugar Maldito". A obra terá apresentação no XIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, dia 27 de Maio (Sábado), às 14h30, no Cine-Teatro Municipal Pax Julia, com a participação dos autores e do editor, Rui Brito. A sessão de autógrafos das 18 às 19h30. 

Sinopse da editora:
Nunca vos contaram do rapaz de carvão?
Tantas, tantas histórias…
Daquelas que escapam ao entendimento e flutuam na memória, às vezes durante toda uma vida.
Samuel e Maria estão em fuga. De tudo, de todos e até de si próprios. Assombrados pelo amor proibido que é o seu, decidem refugiar-se no sítio mais improvável: uma casa antiga, situada numa clareira de silêncios e caretos vigilante.
Entre o pó do carvão, inundada pelo cheiro a sangue e a cinzas, nada vai ser como dantes.
Lugar Maldito” é uma BD de terror à portuguesa, passada no Alto Douro. Porque os demónios, é sabido, também lá moram.

OS AUTORES

ANDRÉ OLIVEIRA. Lisboa, 1982. Licenciado em Design de Comunicação, é hoje copywriter e escritor. Co-editou a antologia de banda desenhada “Zona” e foi comissário da “Trienal Movimento Desenho, 2012”, tendo organizado o evento “BD ao Forte”. Editou curtas de banda desenhada na revista CAIS, de 2012 a 2016, e fez parte do colectivo TheLisbonStudio. Escreveu os livros de BD “Há Sempre um Eléctrico que Espera por Mim” (com Maria João Careto, Bedeteca de Beja), “Hawk”(com Osvaldo Medina, KingpinBooks), “Casulo” (com vários autores, KingpinBooks), “Vil – A Tragédia de Diogo Alves" (com Xico Santos, KingpinBooks), “O Incrível Tarantantan de Balbino o Esfutricador”(com Pedro Carvalho, KingpinBooks), “Tiras do Baralho!” (com Pedro Carvalho, El Pep), “Volta - O Segredo do Vale das Sombras”(com André Caetano, Polvo), “Tormenta”(com João Sequeira, Polvo), “Milagreiro”(com André Caetano, Filipe Andrade, Nuno Plati, Ricardo Cabral, Ricardo Tércio, Ricardo Drumond e Jorge Coelho, Polvo), os cinco primeiros números da série “LivingWill” (com Joana Afonso e Pedro Serpa, Ave Rara) e o primeiro da série “Gentleman” (com Ricardo Reis, Ave Rara). Ao longo do seu percurso, tem contado com várias exposições e prémios, entre os quais o Prémio Nacional de BD de “Melhor Argumento para Álbum Português”com “Hawk” (2014) e “Volta – O Segredo do Vale das Sombras” (2015).


JOÃO SEQUEIRA. Portalegre, 1971. Licenciado em Arquitectura (1995). Frequentou os cursos de Desenho na SNBA, Desenho e Pintura no atelier Arte Ilimitada, Banda Desenhada no CITEN e Design de Animação e Multimédia na ESTG-Portalegre. Faz BD desde 1994, tendo participado nos fanzines Alçapão, Gambuzine, Tertúlia BDzine e Efeméride. Ao longo dos anos, participou em diversas exposições individuais e colectivas com trabalhos de desenho e banda desenhada. Em 2005, publica o álbum “Metamorfina” (texto de Miguel Mocho e edição Bedeteca de Lisboa); em 2012, “Psicose” (texto de Miguel Costa Ferreira e edição da El Pep); em 2014, “F(r)icções“ (texto de Nuno Duarte e edição da El Pep) e, em 2015, “Tormenta” (texto de André Oliveira e edição da Polvo). Em 2010, ganha o 1º prémio (escalão A+) no festival de BD da Amadora com a BD “República” e em 2011o 1º prémio (escalão B) no festival Moura BD com a BD “Movimento perpétuo”, ambas com texto de Miguel Costa Ferreira. Em 2016, conquista o Prémio Nacional de BD de “Melhor Desenho para Álbum Português” com “Tormenta” e o mesmo álbum garante-lhe uma nomeação para o Galardão de Excelência na Ilustração da ComicCon Portugal.

Lugar Maldito, André Oliveira e João Sequeira, Polvo, 96 pp., p/b, cartonado, 12,90€

30 de abril de 2017

Tex: "Ouro Negro" - Uma novidade da editora Polvo

A editora prepara-se para lançar mais uma obra de Tex Willer. Desta vez, trata-se do episódio “Ouro Negro” de Gianfranco Manfredi (argumento) e Leomacs (desenho). A obra estará disponível nas livrarias no próximo mês de Maio.

Sinopse da editora:
A dupla Tex Willer e Kit Carson, depois de agraciada com a “Rosa Amarela do Texas”, é nomeada pelo Governador desse estado americano para colocar um ponto final nas actividades de Bob Braddock, um homem perturbado que controla a seu bel-prazer a cidade de Hellsfire, e para investigar o irmão Jonas, um homem de negócios do petróleo, proprietário dos ricos campos de Oil Springs. Na sua chegada à cidade, Willer e Carson assistem à ousada detenção de Bob, pelo novel xerife Randy Nelson. Jonas, no entanto, contrata o habilidoso advogado Timothy Wilson para defender o irmão. Entre tiroteios, aldeias arrasadas e testemunhas corruptas, nas quais se encontra a sensual Rachel, Tex irá também desempenhar o papel de acusador no julgamento de Bob, presidido pelo temível juiz “enforcador” Felsen. Restava apenas tratar de Jonas, o que virá a acontecer num memorável e cinematográfico acerto de contas final por entre as torres de extracção petrolíferas.

OS AUTORES

GIANFRANCO MANFREDI (Senigallia, Ancona, 1948) é doutorado em Filosofia. Acabou por seguir outro caminho que não o de professor universitário, depois de um dia se ter interrogado quanto ao seu destino diante de um espelho. Personagem multifacetada, Manfredi considerou-se sempre um narrador e por isso não surpreendeu que tenha escrito mais de trezentas músicas, muitos argumentos para cinema e televisão, bem como diversos romances para várias editoras, abordando desde cedo a temática do fantástico, até lhe surgir casualmente a banda desenhada. Após uma breve experiência com a Editora Dardo (com “Gordon Link”), a partir de 1994 Manfredi começou a colaborar com a Sergio Bonelli Editore, escrevendo para Dylan Dog e Nick Raider, até criar Mágico Vento em 1997, um projecto pessoal que cruza o western com o horror, o encontro com a cultura índia e a sua mitologia. Em 2005, estreou-se em Tex com a aventura “La Pista degli agguatti”, publicada no “Maxi” daquele ano. Em 2007, surgiu “Volto Nascosto”, um novo projecto pessoal em forma de romance, seguido de “Shanghai Devil” (2010) e “Adam Wild” (2014). Em Tex, Manfredi vai alternar aventuras puramente clássicas com outras onde o autor não esconde as suas mensagens sociais e políticas, nomeadamente em “Oro Nero”, onde se encontra bem patente uma acentuada crítica a muitas medidas actuais, exaltando, desta forma, as qualidades anti-conformistas do herói criado por Gianluigi Bonelli.

LEOMACS (Roma, 1972), pseudónimo de Massimiliano Leonardo, iniciou a sua carreira em 1993 na série Dark Side de Roberto Recchioni, que irá acompanhar em “Napoli Ground Zero”, “Detective Dante” e “Battaglia”. Depois de ter realizado “Fax Palle in Canna”, uma sátira a Tex, chegou à Sergio Bonelli Editore em 2003, desenhando uma aventura de Nick Raider e trabalhando sucessivamente em Magico Vento e Volto Nascosto, séries idealizadas e escritas por Gianfranco Manfredi. Mais recentemente teve oportunidade de desenhar uma história para “Dylan Dog Color Fest”. A sua entrada em Tex ocorreu no “Almanacco del West 2009”, terminando a aventura “Capitan Blanco” que Manfred Sommer, entretanto falecido em 2007, havia iniciado. Estreou-se na série principal dois anos mais tarde, desenhando “Mondego il Killer”, aventura escrita por Mauro Boselli, onde é notória a evolução do traço do autor, mais à vontade com personagens e ambientes e com uma composição de Tex influenciada pelo modelo de Claudio Villa. “Oro Nero”, o mais recente trabalho de Leomacs, vem revelar um desenhador de traço expressivo e detalhado, atencioso na construção dos personagens, muito dinâmico nos enquadramentos e no desenvolvimento imprimido à narração, apresentando diversas pranchas onde alguns desenhos se libertam para além dos limites tradicionalmente impostos pelos quadrados, revelando ser um valor seguro em Tex.

Tex: Ouro Negro. Gianfranco Manfredi e Leomacs, Polvo, 224 pp., p/b, brochado com badanas, 16,99€

5 de novembro de 2016

Tex: O segredo do juiz Bean

É lançado hoje no Festival de BD da Amadora mais um álbum da série Tex Willer. "O segredo do juiz Bean" é a obra escolhida para este lançamento, escrita por Mauro Boselli e desenhada por Pasquale Frisenda.

Como aconteceu no lançamento anterior ("Tempestade sobre Galveston"), os leitores poderão obter duas edições com capas diferentes.

Segundo rezam as crónicas, Roy Bean foi um excêntrico jurista norte-americano que se auto-proclamou de juiz. Personagem de filmes e de literatura, foi também fonte de inspiração para G.L. Bonelli que acabou por cruzar Roy Bean com Tex e Carson na aventura “La Legge do Roy Bean” desenhada por Letteri e publicada nos números 117 – 120 da colecção italiana. Robusto, barbudo e irrequieto, Roy Bean reaparece no caminho dos Rangers numa nova aventura, agora assinada por Boselli, e que marca o regresso de Pasquale Frisenda, agora na série regular, depois da sua estreia na magnífica aventura “Patagónia”, sobejamente elogiada por leitores e críticos. Desta vez, Tex e Carson estão no encalço de Lonnie Moon, um foragido que se aliou ao mexicano Pablo Morientes, com o intuito de se apoderar de vinte mil dólares, dinheiro roubado pelo irmão de Lonnie durante um assalto ocorrido anos atrás, tendo nessa altura sido acusado e condenado pelo juiz Bean. Acreditando que foi o próprio juiz que ficou com o dinheiro, Lonnie Moon fará tudo para obrigar Roy Bean a revelar a verdade, não hesitando em tentar matar Lily Langtry, uma actriz inglesa de visita ao Oeste americano e que é adorada e amada pelo juiz.

Tex: O Segredo do Juiz Bean, Mauro Boselli e Pasquale Frisenda, Polvo, p/b, brochado com badanas, 16,99€