28 de fevereiro de 2019

Top das vendas de BD em França de 11 a 17 de Fevereiro de 2019

1º lugar (novo)
Amazonie [Kenya : saison 3] #4: Épisode 4
Bertand Marchal, Rodolphe, Leo
DARGAUD

2º lugar (-1) [3ª semana]
Katanga #3: Dispersion
Sylvain Vallée, Fabien Nury
DARGAUD

3º lugar (+2) [15ª semana]
Lucky Luke #8 (Les Aventures de… d’après Morris): Un cow-boy à Paris
Achdé, Jul
LUCKY COMICS


Entradas na minha biblioteca de BD no mês de Fevereiro de 2019

Álbuns

  • Caravaggio: O indulto, Edição Arte de Autor
  • Tenzing - Sob o teto do mundo com Edmund Hillary, Edição Gradiva

Revistas

  • Hop! #159, septembre 2018
  • Les Cahiers de la BD #6, Jan-Mars 19
  • Les Cahiers de la BD HS #1: Batman
  • Les Cahiers de la BD HS #2: Astérix

Livros


Outros

  • Figuras de Tintin #62: O cavaleiro Francisco de Hadoque
  • Figuras de Tintin #69: O senhor Boullu marmorista
  • Figuras de Tintin #64: O Professor Siclone com o pincel

Exposição comemorativa dos 100 do nascimento de Eduardo Teixeira Coelho


Les Cahiers de la BD Hors-série #2: Astérix le gaulois - La naissance d'un mythe

O segundo número especial dos Cahiers de la BD é dedicado ao eterno guerreiro gaulês, Astérix, uma criação de Goscinny e Uderzo. Dos vários artigos de estudo da série, destaco "Le big bang Astérix", "Qui sont lei modèles d'Astérix?", uma entrevista a René Goscinny, "L'histoire secréte de la premiére planche d'Astérix" e "Astérix au cinema". 

O leitor poderá ler a primeira versão de Oumpah-Pah, assim como "Les origines d'Astérix", uma BD de Vincent Berniére e Mathieu Sapin e um conjunto de tributos à obra de Uderzo e Goscinny de vários desenhadores da actual BD franco-belga.

Les Cahiers de la BD Hors-série #2: Astérix le gaulois - La naissance d'un mythe, 144 pp., cor, capa dura, 14,90€

Colecção Batman 80 Anos #2 - Peso pesado

Vai hoje para as bancas o segundo volume da colecção Batman 80 Anos. Trata-se de "Peso pesado" ("Superheavy"), que reúne os #41 a #45 da série norte-americana Batman (vol. 2), originalmente publicados em 2015. A complementar o volume, é publicada o episódio The Rookie.

Gotham City necessita de um herói, Batman morreu. Dois meses depois do confronto entre o Cavaleiro das Trevas e o Joker, os índices de criminalidade não param de crescer. Scott Snyder e Greg Capullo prosseguem a sua bem-sucedida saga, apresentando em Peso Pesado um novo herói e vilão para a cidade. O Comissário Gordon, ex-comissário da polícia, teve de assumir o papel do Homem-Morcego para patrulhar as ruas de Gotham envergando a nova e poderosa armadura do Cavaleiro das Trevas. Surge assim, um Batman com uma armadura cibernética e com um camião TIR a substituir o Batmóvel. Mas serão a alta tecnologia e capacidades de uma Bat-Armadura suficientes para deter o misterioso Sr. Bloom, antes dos seus planos maléficos destruírem a cidade?
Gordon dedica-se à defesa da cidade, mas importantes chefes mafiosos começam a aparecer mortos. Uma semente orgânica de alta tecnologia é a causa destas mortes. Ao dissolver-se, envenena a sua vítima por radiação até à morte. A única pista que o antigo comissário de polícia tem é um nome: Sr. Bloom.

Batman 80 Anos #2: Peso Pesado, Scott Snyder & Greg Capullo, Levoir, 132 pp, cor, capa dura, 11,90€

27 de fevereiro de 2019

Coimbra BD - Mostra Internacional de Banda Desenhada


Bastito


Bastito é um personagem de Banda Desenhada baseado na figura de “O Basto” (Hermígio Romarigues), frade guerreiro que se tornou herói local defendendo o Mosteiro de S. Miguel de Refojos, em Cabeceiras de Basto, de uma invasão de muçulmanos, vindos de Bracara Augusta (Braga). Corria o ano de 711. Derrotados os muçulmanos, Hermígio Rodrigues partiu para Espanha. Juntou-se ao exércitos do rei visigodo Pelágio e ajudou à reconquista da Península Ibérica pelos cristãos.

Esta edição do autor Mário José Teixeira reúne 60 tiras de humor publicadas no jornal Ecos de Basto.

Os leitores interessados podem solicitar o seu exemplar através do e-mail: m.tex@hotmail.com.

Bastito, Mário José Teixeira, Edição de autor, 34 pp., p&b, capa flexível, 5€

Les Cahiers de la BD Hors-Série #1 - Batman: Pourquoi il revient toujours?

A revista Les Cahiers de la BD editou neste início de ano os seus primeiros números especiais temáticos. O primeiro número, aproveitando o seu 80º aniversário, é dedicado a Batman, o famoso super-herói dos comics norte-americanos da editora DC. O volume, em capa dura, é dividido em três partes: Vis!, Meurs! e Ressuscite!. Podemos ler, entre vários artigos, a génese de Batman, um "guia turístico" de Gotham, Batman na arte contemporânea e as biografias imaginárias dos heróis e vilãos da série. A finalizar, uma selecção de dez álbuns incontornáveis de Batman.

Les Cahiers de la BD Hors-Série #1 - Batman: Pourquoi il revient toujours?, 144 pp., cor, capa dura, 14.90€

26 de fevereiro de 2019

A morte do lidador

Aproveitando o centenário do nascimento de Eduardo Teixeira Coelho, o número deste mês do Fandaventuras é dedicado à adaptação de Raul Correia do obra "A morte do lidador" de Alexandre Herculano

A presente banda desenhada foi originalmente publicada em 1950 na 1ª série da revista O Mosquito, entre os números 1099 e 1111 e reeditada em 1971 no números 1 a 13. Nesta reedição do Fandaventuras, o episódio é colorido por José Pires.

Os interessados podem pedir um exemplar através do correio electrónico gussy.pires@sapo.pt.

Jean-Baptiste Hostache - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador
(França) Rouen, 1981

Jean-Baptiste Hostache é ilustrador de banda desenhada e trabalha actualmente em Paris. Começa a sua carreira nos estúdios de animação Neomis, Xilam e SIP em 2005. O primeiro projecto de banda desenhada é a série CyberwerpClockwerx’, que faz em colaboração com os escritores Jason Henderson e Tony Salvaggio em 2008 e 2009. Trabalhou com Didier Poli nas séries Neige Fondation (escrita por Didier Convard e Éric Adam, 2010-2012) e Les Seigneurs de Guerre (escrita por Guillaume Dorison em 2012) ambos publicados pela editora Glénat. Publica também em 2013 pela Glenát o álbum Tenzing com texto de Christian Clot.

One-shots publicados em Portugal:

  • Tenzing - No teto do mundo com Edmund Hillary (Tenzing - Sur le toit du monde avec Edmund Hillary), 2013, Hostache e Christian Clot, Gradiva [2019]
[actualizado em 23.02.2019]

Harrow County #5: Abandonado

Já está em distribuição em bancas e livrarias o quinto volume da série Harrow County, "Abandonado". A série entra na sua segunda metade (serão oito volumes) e começam a ser revelados muitos dos grandes segredos do condado de Harrow!

E preparem-se todos os fãs, Tyler Crook, o artista da série, e um dos melhores "pintores" de comics da actualidade, vai estar presente no Festival Internacional de BD de Beja, dias 31 de Maio, e 1 e 2 de Junho.

"O Abandonado", aquela figura enorme, ameaçadora, com os seus olhos amarelos e inquietantes, raramente sai da sua cabana escondida nas profundezas dos bosques do Condado de Harrow. Mas não foi sempre assim. E, quando um grupo de caçadores forasteiros chega a Harrow County em busca de caça grossa, vão encontrar algo muito para além do que imaginavam. E Emmy vai continuar a conhecer mais visitantes vindos do exterior, e a descobrir mais segredos do seu passado e das suas raízes, no volume que marca o início da recta final da série.

Este volume reúne os números #17 a #20 de Harrow County, o estranho e inquietante conto de fadas southern gothic, criado pelo escritor Cullen Bunn e assombrosamente desenhado e pintado pelo artista Tyler Crook.

“Harrow County é um dos melhores e mais inquietantes títulos de terror actuais.”
- The Guardian

A artista convidada neste volume, Carla Speed McNeil (que já anteriormente tinha participado na série) é bem conhecida dos meios da banda desenhada mais indy nos Estados Unidos. A sua série Finder é considerada uma das mais originais e inovadores séries de ficção-científica dos comics, uma série que ela começou por auto-editar, antes de encontrar um lugar e uma edição integral na Dark Horse. McNeil já foi nomeada para inúmeros prémios Eisner, e venceu o Russ Manning Award (que distingue um artista em início de carreira) e vários Ignatz Awards (que distinguem edições de autor e pequenas editoras). Em 2011, venceu também o prestigiado Los Angeles Times Book Prize, que distingue o melhor livro do ano (neste caso, na categoria de Melhor Romance Gráfico, para o seu livro Finder: Voice).

Cullen Bunn é um autor de comics americanos, bem conhecido pelas histórias que escreveu para a Marvel, em particular as suas mini-séries de Deadpool (cujo primeiro volume a G.Floy já editou). É também um conhecido romancista de histórias de terror, e autor de inúmeras séries de comics independentes. Tyler Crook trabalhou durante anos na indústria de videojogos, até ao lançamento, em 2011, de Petrograd, uma novela gráfica escrita por Phillip Gelatt, que marcou a sua estreia na BD. Crook venceu também um Russ Manning Award, um prémio atribuído durante os Eisners, e que premeia o trabalho de um estreante no mundo da BD.

Originalmente prevista para seis volumes, o sucesso da série levou a que fosse prolongada para um total de oito. O volume 5 inclui também um extenso dossier sobre o processo de colorização da série pelos coloristas deste volume, Jenn Manley Lee e o próprio Tyler Crook.

Harrow County foi considerada:
Melhor Série em Continuação 2015
Melhor Escritor 2015
- Horror News Network

Melhor Série em Continuação 2015
Melhor Escritor 2015
- Ghastly Awards

Harrow County #5: Abandonado, Carla Speed McNeil e Cullen Bunn, G. Floy, 120 pp., cor, capa dura, 12€

25 de fevereiro de 2019

Baru - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, argumentista
(França) Thil, 29 de Julho de 1947

Estuda na Universidade de Lorraine, primeiro na Faculdade de Matemática e Física e depois na Faculdade de Educação Física. Professor de educação física no Jacques-Callot College, em Neuves-Maisons, perto de Nancy. Actualmente, lecciona na Escola de Arte da Lorena.

Na BD, Baru inicia-se em 1982 na revista Pilote com histórias completas. Em 1985, obtém o prémio Alfred para o melhor álbum de língua francesa no festival de Angoulême com o primeiro volume da série Quéquette blues, que conta a vida diária de um bando de adolescentes em Lorena do final dos anos 60. Dez anos depois, é novamente recompensado no Festival de Angoulême de 1996 com o Alph-Art para o Melhor álbum com L'autoroute du soleil.

Em 2010, recebe o Grande Prémio da cidade de Angoulême pelo conjunto da sua obra. 

O tema mais recorrente de seu trabalho é sobre a classe trabalhadora, e, mais particularmente, a da França oriental e dos imigrantes italianos. Os anos do Sputnik são um bom exemplo. Trata-se de uma obra parcialmente autobiográfica dos filhos de imigrantes nas cidades operárias de Lorena nos anos 50.

Séries publicadas em Portugal:

[actualizado em 25.02.2019]

Les Cahiers de la BD #6

Chegou-me o sexto número desta revista trimestral francesa de estudo sobre banda desenhada. O tema de capa é dedicado à ficção científica, uma reflexão sobre o que ela tem de novo para nos dizer em pleno século XXI sobre o futuro da humanidade. De mencionar, entre vários artigos interessantes e cheios de actualidade, um dossiê sobre Richard Corben e um outro sobre Alain Saint-Ogan. A complementar os vários cadernos da revista, uma selecção de 32 páginas inéditas de banda desenhada.

Les Cahiers de la BD #6, Jan-Mars 19, 194 pp., cor, capa flexível, 12,50€

24 de fevereiro de 2019

Christian Clot - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Argumentista
(Suíça) Neuchâtel, 25 de Maio de 1972

Dirige expedições de exploração científica em ambientes extremos no nosso planeta. A sua constante interrogação sobre a capacidade do ser humano de se adaptar ao seu ambiente rapidamente ligou as suas expedições ao trabalho científico. Comunica através de conferências, livros e filmes, pelos quais recebeu vários prémios. Depois de ter estudado para ser comediante, trabalhou durante alguns anos como actor e realizador. Apaixonado pelo montanhismo e pelo paraquedismo, abandona o palco para se dedicar a expedições em locais com condições climatéricas extremas. Atravessa a  América do Sul por selvas, desertos, montanhas e mares, percorre o Nepal a pé e muitos outros locais sem o recurso a qualquer meio de transporte motorizado, questionando-se constantemente acerca da capacidade que o ser humano tem de se adaptar ao ambiente que o circunda. Cruza regularmente as suas expedições com trabalhos científicos que desenvolve para laboratórios franceses e internacionais, quer no que diz respeito à recolha de dados (entomologia, glaciologia,…); quer na recolha de informação no domínio da psicofisiologia, nomeadamente acerca do modo como os indivíduos se adaptam e tomam decisões em ambientes extremos. Em 2006, tornou-se, após três tentativas e cinco anos de trabalho de pesquisa, o primeiro homem a entrar no centro das montanhas da Cordilheira na Terra do Fogo, no Chile, uma exploração que lhe valeu vários prémios. Mas o prazer de comunicar e contar histórias nunca o deixou. Em paralelo com o seu trabalho de campo usa vários meios para dar a conhecer o planeta, os seus lugares mais remotos, os seus habitantes e a importância de ir atrás dos sonhos. Realizou vários filmes e já deu centenas de palestras. Mas foi na escrita que encontrou o meio de expressão perfeito para transmitir a sua visão do mundo. Hoje em dia faz expedições sempre com o objectivo de tornar o mundo mais conhecido incentivando todos, mas sobretudo os mais jovens, a lutar para alcançarem os seus sonhos e a defender o respeito pelo planeta e os seus habitantes.

É argumentista de mais de 15 álbuns de banda desenhada na colecção Explora da Glénat, dos quais a Gradiva vai publicando na colecção com o título Descobridores.

One-shots publicados em Portugal:

  • Magalhães: Até ao fim do mundo (Magellan), 2012, Thomas Verguet, Bastien Orenge e Clot, Gradiva [2018]
  • Tenzing - No teto do mundo com Edmund Hillary (Tenzing - Sur le toit du monde avec Edmund Hillary), 2013, Jean-Baptiste Hostache e Clot, Gradiva [2019]
  • Darwin - A bordo do Beagle (À bord du Beagle), 2016, Fabio Bono e Clot, Gradiva [2019]
[actualizado em 23.02.2019]

Miguel Cussó - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Argumentista
(Espanha) Barcelona, 1921-1987

Proveniente de uma família de artistas de banda desenhada, inicia a sua carreira em 1948, escrevendo para o seu irmão Jorge para a revista Pulgarcito da Editorial Bruguera, onde também publica romances como Michael Kusse e Sergio Duval.

Nos anos sessenta, cria a série Poncho Yucatán, produzida graficamente pelo seu sobrinho Jordi Bernet. Em 1968 cria a série Dan Lacombe, publicada na revista belga Spirou, e em 1974, a série Andrax. Colabora com o desenhador Jesus Blasco na série de western Os Guerrilheiros.

Séries publicadas em Portugal:

[actualizado em 24.02.2019]

O Diário de Esther #1 - Histórias dos meus 10 anos

A Gradiva apresenta o primeiro volume de O Diário de Esther, uma edição inspirada em pessoas reais: todos vão querer conhecer a criança de 10 anos cheia de imaginação que esta obra retrata. O que pensa sobre a escola, os amigos, a família e os ídolos? E o que não diz ela aos seus pais? Vale seguramente a pena saber: a mente de uma criança é cheia de surpresas! E nada melhor que um diário para conhecer tudo! 

Ao mesmo tempo que diverte, esta obra é um retrato sobre os jovens de hoje, espelhando a sociedade que temos.

O Diário de Esther de Riad Sattouf vendeu 350 mil exemplares em França, chegando ao top ten dos álbuns de BD mais vendidos.

O Diário de Esther #1: História dos meus 10 anos, Riad Sattouf, Gradiva, 60 pp., cor, capa flexível, 11€

23 de fevereiro de 2019

Tenzing - No Teto do Mundo com Edmund Hillary

Continuando a colecção "Descobridores", a Gradiva acaba de editar o seu terceiro volume que nos conta a conquista do Evereste, contada por quem reviveu essa aventura, Tenzing Norgay. "Tenzing - No Teto do Mundo com Edmund Hillary" ("Tenzing - Sur le toit du monde avec Edmund Hillary"), um original de 2013, com argumento de Christian Clot e desenhos de Jean-Baptiste Hostache.

Christian Clot, explorador e autor de banda desenhada de quem a Gradiva já publicou os álbuns dedicados a Fernão Magalhães e a Darwin, quis contar a história da escalada do Evereste do ponto de vista de Tenzing, cujo papel e motivações são muitas vezes esquecidos. Ao contrário da maioria dos participantes na expedição, que apenas “descobrem” o Evereste, Tenzing nasceu perto da montanha. Ela fazia parte do seu mundo desde sempre e habitava os seus sonhos desde jovem. Estava intimamente ligada à sua vida mais do que à de qualquer outra pessoa. O álbum é uma homenagem a um homem que teve a coragem de seguir o caminho dos seus sonhos e também à tenacidade dos que foram capazes de o dotar dos meios para o fazer.

Tenzing - No Teto do Mundo com Edmund Hillary, Jean-Baptiste Hostache e Christian Clot, Gradiva,  56 pp., cor, capa dura, 16,50€

Figuras de Tintin #64: O Professor Silicone com o pincel

Egiptólogo de nome antiquado e apelido que evoca o caos que semeia involuntariamente à sua passagem, Filemón Siclone, um verdadeiro ciclone com direito a "S" maiúsculo, distrai-se até com o voo de uma mosca. Completamente alheio à realidade da gente normal e tão extravagante como a sua ridícula indumentária, este cientista desatinado tem uma obsessão incontrolável: encontrar o túmulo do faraó Kid-Oskh, cujo fantasma o atormenta, inclusivamente na selva, quando enlouquece de vez, vítima do misterioso radjaijah.

A referência da estatueta está na vinheta B1 da prancha 36 do episódio "Os charutos do faraó".

Figuras de Tintin #64: O Professor Siclone com o pincel, estatueta+livro de 16 pp.+passaporte, Edições Moulinsart [distribuído em Portugal pela Altaya], 12,99€



22 de fevereiro de 2019

A Carne

Numa edição do autor, Miguel Santos disponibiliza através do seu email miguel.santos.f@gmail.com o seu último trabalho "A carne".

Sinopse da obra:
Um rapaz chamado Javali, a caçadora Cristal e o guerreiro Lobo Veloz viveram há mais de 4000 anos, na Península de Lisboa. Os três viram a sua civilização aproximar-se do ponto de ruptura. A terra já não conseguia alimentar um número cada vez maior de famintos. A revolta crescia. Os anciãos exigiram sacrifícios de carne para renovar o pacto com a Deusa, preservar a paz e alimentar o povo. Mas, um dia, um dos animais marcados para o sacrifício não foi levado ao altar da Deusa. E a vida dos três nunca mais voltou a ser a mesma.

A carne, Miguel Santos, Edição do autor, 20 pp., p&b, brochura, 3€

Stelio Fenzo - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, argumentista
(Itália) Veneza, 3 de Setembro de 1932

Após o ingresso na banda desenhada, Fenzo participa num grupo de desenhadores chamado "Ace of Spaces", composto Hugo Pratt, Faustinelli Mario e Alberto Ongaro, com qual é influenciada a sua produção futura.

Em 1948, publica o seu primeiro trabalho no suplemento do jornal Gazzeta del Popolo, e de seguida inicia uma frutífera colaboração com o jornal Gazzettino Sera, ilustrando as notícias diárias e desenhando alguns clássicos infantis.

Em 1950, junta-se à equipa de artes do periódico Il Vittorioso. Em 1953, inicia uma colaboração com os editores ingleses Fleetway e Thompson. Regressa a Itália nos anos sessenta, desenhando Capitan Moko, uma personalidade criada na Argentina por Hugo Pratt.

Em 1964, responsabiliza-se pelo personagem Kiwi, também iniciado por Pratt, série que ilustrará por vários anos, tanto para editoras italianas e francesas.

De 1962 a 1967 alterna a sua profissão como ilustrador com a produção de curtas-metragens, obtendo prémios de grande importância, inclusive a nível internacional. 

Em 1965 a editora Mondadori publicou Kiwi no em álbum e no ano seguinte Capitan Moko.
.
Em 1967, em nome da RG Publishing começa a ilustrar a longa série de personagens femininos de Jungla com a colaboração do argumentista Paolo Trivellato

Em 1968 para a revista Sgt. Kirk, completa a história interrompida por Hugo Pratt Capitan Cormorant, com o restante argumento escrito pela sua esposa Loredana D'Este. Em 1976, para o Publisher GEIS cria o personagem Koko.

Fenzo tem a responsabilidade dos seguintes trabalhos:

1972: “I racconti di Saloon” (série)
1973: “Amar Singh”(série)
1978: “Simba”(série)
1990: “I Due del Sudan” (série) textos de  Mino Milani
1992: “Kim”(série)
1992: “Casa Montesi” (série)
1993: “Tartarughe Ninja” (série) textos de Fabio Fenzo
1993: “L'ultimo dei Mohicani” textos de Fabio Fenzo
1993: “Lord Jim” textos de Fabio Fenzo
1994: “Robin Hood” textos de Fabio Fenzo
1995: “Il Pirata” (série) textos de Fabio Fenzo
1997: “Kitamba” (série)

Séries publicadas em Portugal:
Amar Singh

[actualizado em 22.02.2019]

Giorgio Cavazzano - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, Argumentista
(Itália) Veneza, 19 de Outubro de 1947

Aos 12 anos, Giorgio começa a trabalhar com o seu primo, o cartunista Luciano Capitanio, ajudando-o nas séries Mondadori e Dardo e numa história publicada na revista Voci d'Oltremare. Ainda adolescente, inicia a sua formação com o artista italiano Romano Scarpa, e aos 15 anos na revista Topolino (dezembro de 1962) torna-se o seu interlocutor pessoal.

Giorgio fez sua estreia como desenhador de BD em 1967 com a história "Paperino e il singhiozzo a martello", enquanto seu primeiro argumento foi em "Zio Paperone e il cambio della guardia", em 1985.

No início de sua carreira, seu estilo foi afectado pelo estilo de Romano Scarpa e pela tradição predominante de desenho de Carl Barks. Mais tarde, Cavazzano desenvolve seu próprio estilo, que conquista os corações dos fãs e leitores de todas as idades. O seu estilo marca um divisor de águas entre a maneira tradicional e moderna de desenhar patos e ratos da Disney.

Ao longo da sua carreira, cria inúmeros personagens de Reginella para a Umperio Bogarto, de OK Quack para a Pandy Pap até o mais recente, Rock Sassi. Em 1981, começa a desenhar histórias da Disney para a revista semanal francesa Le Journal de Mickey e capas para as revistas Mickey Parade e Super Picsou Géant. Desde 1994, Giorgio desenha capas e histórias para o editor escandinavo Egmont, entre as quais a saga de Dragon Lords.

Em 1999, juntamente com o escritor Tito Faraci, lança a série Disney noir da MM Mickey Mystery Magazine. Esta parceria artística leva-o a desenhar um super-herói situado na amada Veneza de Cavazzano. Il segreto del vetro (2003) é a primeira história do Homem-Aranha realizada inteiramente por italianos. Contudo, este não é o seu único tributo ao mundo da Marvel. No ano seguinte, Giorgio realiza uma capa para uma edição especial da Devil & Hulk para o 10º aniversário da Marvel Italy.

Entre vários outros personagens, é de mencionar pelo menos o Walkie & Talkie, Oscar & Tango, Smalto & Johnny, Timothy Titan e o Capitão Rogers. Com Tiziano Sclavi, o inventor de Dylan Dog, Cavazzano desenha a saga de Altai e Jonson. Importante também é a parceria com Bonvi, o criador do Sturmtruppen, com quem desenha Maledetta galassia e La Città, publicado por Sergio Bonelli Editore.

Entre as obras de Cavazzano verdadeiramente inesquecíveis estão as paródias da Disney, de obras-primas de cinema como Casablanca de Michael Curtiz e La Strada de Federico Fellini, sem mencionar La vera storia di Novecento de Giuseppe Tornatore, baseado no romance de Alessandro Baricco e Mies vailla menneisyyttä (O homem sem um passado) do realizador finlandês Aki Kaurismäki. Em 2017, Topolino publicou o Top Maltese, uma homenagem a Hugo Pratt (escrita por Bruno Enna).

Além da banda desenhada, Giorgio produziu uma grande quantidade de ilustrações e material publicitário, entre outros, para a Eldorado, a Fiat e a Xerox.

Séries publicadas em Portugal:
Altai & Johnson, Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas

One-shots publicados em Portugal:
  • Basílio, detective privado, Cavazzano e François Corteggiani, Álbum Edinter [1987]
[actualizado em 21.02.2019]

21 de fevereiro de 2019

Guillaume Sorel - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador
(França) Cherbourg, 25 de Março de 1966

Após frequentar a Escola de Artes Aplicadas em Lyon e a de Belas-Artes em Paris, inicia a sua carreira em revistas e junto de editores de jogos de personagens. Lança-se na banda desenhada em 1991, com a série L’Île des morts em colaboração com Mosdi (Éditions Vents d’Ouest). Em 2009, Guillaume Sorel desvenda uma nova faceta do seu talento com o magnífico preto e branco Mâle de mer, num argumento de Laëtitia Villemin, também na Casterman.

Séries publicadas em Portugal:

[actualizado em 21.02.2019]

Colecção "Batman 80 Anos" #1: Jogo Sujo

Batman faz 80 anos e a parceria Levoir/Público vão editar uma colecção de 10 álbuns inéditos em Portugal, cujas lombadas constituirão um desenho do herói. O primeiro volume, que vai hoje para as bancas, intitula-se "Jogo Sujo" de Scott Snyder e Greg Capullo.

Em "Jogo Final", o Joker está de volta, mas desta vez o maior inimigo do Batman não está a rir. No encontro anterior, o Cavaleiro das Trevas não esteve à altura dos planos do Príncipe Palhaço do Crime, e agora o vilão não está para brincadeiras. Os jogos acabaram. Todas as cartas estão na mesa. E no confronto mais intenso já visto entre eles, nada mais será sagrado para o Joker… a família do Homem-Morcego, os seus amigos e aliados, a sua casa. Ninguém está a salvo. Batman e Joker enfrentam-se, cada um deles representando uma força primordial da natureza: a Justiça contra o Caos. O Bem contra o Mal. O sombrio contra a gargalhada. Mas ambos são eternos.

Este é um comic aterrador que marcou uma época dourada para o personagem. Joker é possivelmente o melhor vilão que existiu em toda a história, não só dos comics, mas também da literatura universal.

Scott Snyder e Greg Capullo são dois dos nomes mais falados da DC Comics desde o início dos Novos 52. Snyder iniciou a sua carreira como escritor de terror, mas daí até se tornar um dos maiores escritores dos comics americanos deste século, foi um instante. Na sua etapa com o Batman, Snyder conta com a arte de Greg Capullo, desenhador, cuja carreira está sobretudo associada à sua colaboração com Todd McFarlane na série Spawn, durante perto de vinte anos. Capullo revelou-se um dos melhores desenhadores do Batman deste século, adaptando o seu estilo às necessidades da personagem e influenciando a própria narração de Snyder.

Colecção "Batman 80 Anos" #1: Jogo Sujo, Scott Snyder e Greg Capullo, Levoir, 152 pp., cor, capa dura, 11,90€

Mathieu Gallié - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Argumentista
(França) Landes, 1961

Apaixonado pelas aventuras de Sherlock Holmes, Robert-Louis Stevenson e Alan Quatermain, consagra-se profissionalmente à BD por acaso. Escreve o primeiro argumento para um trabalho de BD em 1992 para o desenhador Christophe Coronas. No ano seguinte, o feérico Mangecoeur está nomeado para o Festival de Bruxelas, onde conhece o desenhador Guillaume Sorel. Com este artista desenvolve uma colaboração com histórias de heroic-fantasy e contos foclóricos, inspirados na mitologia escandinava e céltica. 

Séries publicadas em Portugal:
Algernon Woodcock

[actualizado em 21.02.2019]

20 de fevereiro de 2019

Top das vendas de BD em França de 4 a 10 de Fevereiro de 2019

1º lugar (=) [4ª semana]
Katanga #3: Dispersion
Sylvain Vallée, Fabien Nury
DARGAUD

2º lugar (=) [4ª semana]
Le Grand Mort #8: Renaissance
Vincent Mallié, Régis Loisel, Jean-Blaise Djian
VENTS D’OUEST

3º lugar (+1) [12ª semana]
Blake et Mortimer #25: La Vallée des Immortels T1 - Menace sur Hong Kong
Teun Berserik, Peter Van Dongen, Yves Sente
BLAKE ET MORTIMER

19 de fevereiro de 2019

Leo - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Luiz Eduardo de Oliveira
Desenhador, argumentista
(Brasil) Rio de Janeiro, 13 de Dezembro de 1944

Apaixonado pelo desenho, ingressa na universidade e adquire o diploma de engenharia. Seguidor dos ideais de esquerda, refugia-se no Chile em 1971, fugindo à ditadura militar brasileira. Contudo, terá de se exilar na Argentina, após o derrube de Allende pelo general Pinochet. Reentra clandestinamente no Brasil em 1974.

Após uns anos como desenhador publicitário em São Paulo, emigra para França em 1981 para ingressar no mundo da banda desenhada. Contudo, o mercado bedéfilo está em profunda crise e Leo só consegue publicar algumas pranchas no L'Écho des Savanes e na Pilote

Em 1986, estabelece uma colaboração com Jean-Claude Forest e publica vários trabalhos para a editora Bayard Presse, assim como histórias completas para a revista Okapi. Para a editora Astrapi, realiza o seu primeiro álbum, uma biografia de Ghandi, com argumento de Benoit Marchon.

Em 1988, inicia uma parceria com o argumentista Rodolphe, produzindo oito volumes para a série Trent et cinq. Em 1993, inicia o seu projecto Aldébaran, uma série de ficção científica, e, posteriormente, Bételgeuse, que recebe o Grande Prémio de Angoulême em 2004. De seguida, elabora Antarès (2007-2015) e a série paralela Survivants (a partir de 2011) que convergirá com a série principal com a saída em 2018 do álbum Retour sur Aldébaran.  

Em 2007, Icar, desenhador de Fatum (1996) e Anamorphose (2005), solicita a Leo uma história de ficção científica que sairá em álbum com o nome Terres Lontaines

Séries publicadas em Portugal:
Aldébaran

[actualizado em 19.02.2019]

17 de fevereiro de 2019

Magnus - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Roberto Raviola
Desenhador
(Itália) Bolonha, 30 de Maio de 1939 - 5 de Fevereiro de 1996

Estuda na Academia de Belas Artes de Bolonha, onde vive praticamente toda a sua vida. Ingressa na banda desenhada em 1964 com a séria Kriminal com argumentos de Max Bunker. Durante a década de 1960, esta dupla torna-se uma das principais motoras da BD italiana, criando séries de sucesso como Kriminal e Satanik (1964), Dennis Cobb, Gesebel (1966, apenas as seis primeiras histórias são de Magnus) e Maxmagnus (1968). Em 1967, Magnus & Bunker começam a trabalhar numa nova série, resultando na versão de Maio de 1969 do humorístico Alan Ford. Depois de deixar Alan Ford em 1975, Magnus começa uma colaboração com a editora de Renzo Barbieri, especializada em banda desenhada erótica. Na década de 1970, obras como Midnight of Fire, Ten Knights e Wizard, Vendetta Macumba e The Living Skull são lançadas pela editora. Magnus continua criando a longa saga The Outlaws e, em 1975, inicia Lo Sconosciuto, hoje considerado uma das melhores criações do autor. Em 1977, dá início à série Company of the Gallows.

Durante a década de 1980, cria duas heroínas de ficção científica: Milady 3000 (1980-1984) e Necron's Frieda Boher, escritas por Ilaria Volpe. Milady, traduzido também em França na revista Metal Hurlant, é uma série de ficção científica em que a cultura chinesa, as influências de Flash Gordon e Star Wars, o erotismo e a tecnologia são bem misturados.

Magnus retorna brevemente a Alan Ford em 1986, para desenhar o 200º episódio.

Posteriormente, inspirado pela literatura oriental, cria The 110 pills, Fiori di prugno in un vaso d'oro e The Enchanted Women. Em 1989, Magnus começa o seu último trabalho, uma longa história do western Tex, escrito por Claudio Nizzi. Em Agosto de 1991, Magnus muda-se para Castel del Rio, perto de Bolonha, onde passa os seus últimos anos, morrendo de cancro apenas alguns dias depois de completar a sua história de Tex.

Séries publicadas em Portugal:

[actualizado em 17.02.2019]

Max Bunker - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Luciano Secchi
Argumentista
(Itália) Milão, 24 de Agosto de 1939

A carreira de Bunker começa em 1960, quando co-funda com o seu cunhado Andrea Corno, uma editora focada na produção de banda desenhada chamada Editoriale Corno. Em 1962, inicia a série de western Maschera Nera. Com a colaboração de Magnus (Roberto Raviola) cria as séries Kriminal, Santanik e Maxmagnus. Mas a sua série mais famosa será Alan Ford. Quando a Editorial Corno encerra em 1984, Bunker funda a Max Bunker Press e continua a publicar a série Alan Ford com a colaboração de vários desenhadores, como Paolo Piffarerio.

Séries publicadas em Portugal:
Alan Ford

Revistas da Mauricio de Sousa distribuidas em Fevereiro em Portugal pela Panini Brasil









Tony Chu #10: Galo de cabidela

Já está em bancas o volume 10 da série, "Galo de Cabidela"!

É o regresso da série de BD mais desopilante, e sejamos francos, mais maluca e desmiolada da actualidade, e os leitores irão por fim descobrir o destino de... Poyo! Ao mesmo tempo trágico, como indica o título do volume, mas esperançoso e cheio de futuro!!

Tony Chu, o agente federal cibopata capaz de obter impressões psíquicas daquilo que come, vai enfrentar o seu maior desafio. O confronto final com o monstro que matou a irmã dele. Que desfigurou os seus colegas. E que agora ameaça a sua filha. Para sobreviver a esta batalha, Tony vai precisar da ajuda do maior agente secreto que alguma vez viveu... Poyo! O problema? Poyo está desaparecido, e presume-se que esteja morto...

O novo arco de história de Tony Chu, a série best-seller do New York Times, aproxima-nos rapidamente do final da série (serão 12 volumes), com a sua combinação improvável (e um pouco parva, seremos os primeiros a admiti-lo) de detectives, bandidos, canibais, clarividentes, cozinheiros e homens biónicos.

Layman e Guillory continuam a servir-nos um comic com um ritmo perfeito, que combina acção, humor e personagens interessantes com grande entusiasmo!”
Newsarama.com

John Layman trabalha em comics há mais de duas décadas, inicialmente como editor na Wildstorm (hoje um selo da DC Comics), e a partir de 2002 como escritor a tempo inteiro, não só para BD, mas também para vídeojogos. Ao longo dos anos escreveu histórias para quase todas as personagens e editoras. Mas Chu (em inglês Chew) tornou-se de longe na sua série mais popular, e já lhe valeu dois Prémios Eisner e dois Prémios Harvey. John Layman lançou duas novas séries na Image Comics, desde o final de Chew, Leviathan e Outer Darkness. Rob Guillory nasceu, foi criado e vive na Louisiana, e até ao momento em que foi escolhido por John Layman para artista de Chu era um relativo desconhecido. Depois de participar nalgumas antologias independentes, a sua inclusão na Popgun Anthology da Image valeu-lhe a atenção de Layman. Desde então, Guillory dedicou-se à sua série, tendo encerrado os doze volumes de Chu em finais de 2016. Este ano, Guillory acaba de lançar a sua nova série, desta vez a solo, Farmhand, também pela Image Comics, uma série de comédia negra sobre ciência enlouquecida e agricultura apocalíptica.

Tony Chu volume 10: Galo de Cabidela [reúne os números #46-50 da série Chew], G. Floy, 128 pp., cor, capa dura, 12€