quinta-feira, 24 de outubro de 2019
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
Top das vendas de BD em França de 7 a 13 de Outubro de 2017
1º lugar (novo)
Les Légendaires #22: World Without : Les Éveillés
Patrick Sobral
DELCOURT
2º lugar (+1) [2ª semana]
Le Spirou d’Émile Bravo #3: L’Espoir malgré tout, deuxième partie : Un peu plus loin vers l’horreur Émile Bravo
DUPUIS
3º lugar (-2) [7ª semana]
Les Indes fourbes
Juanjo Guarnido, Alain Ayroles
DELCOURT
Y, o último homem #9: Mãe Terra
Y, O Último Homem, a série que a Levoir e o Público têm publicado desde Outubro de 2017 está prestes a chegar ao fim. Vencedora do Prémio Eisner, a tão aclamada série escrita por Brian K. Vaughan e desenhada por Pia Guerra, foi publicada pela editora Vertigo em sessenta edições, sobre o único homem sobrevivente de uma súbita, espontânea e simultânea morte de todos os animais do planeta com o cromossoma Y, incluindo humanos. A 24 de Outubro sai em banca o penúltimo volume Mãe Terra (Motherland, 2007).
Juntos uma vez mais, os dois últimos mamíferos do sexo masculino na Terra – Yorick Brown e seu macaco de estimação, Ampersand – rumam lentamente à China, de onde O Último Homem partirá para o reencontro com sua noiva Beth em Paris. Mas, enquanto ambos se preparam para atravessar mais dois continentes com a ajuda da agente 355, as suas outras companheiras de jornada estão quase no fim de uma busca muito diferente: encontrar o que causou a extinção em massa dos mamíferos machos há quatro anos.
Algo inesperado as aguarda num laboratório secreto em Hong Kong, podendo mesmo significar não apenas o fim do Último Homem, como também o fim da espécie humana.
Recheado de acção, romance, guerra, mistério e amizade, Y é leitura indispensável para todos os amantes de histórias de BD.
Y, O Último Homem #9: Mãe Terra, Brian K. Vaughan e Pia Guerra, Levoir, 144 pp, cor, capa dura, 12,90€
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Ralph Meyer - Ensaio de quadriculografia portuguesa
Desenhador
(França) Paris, 11 de Agosto de 1971
Séries publicadas em Portugal:
Undertaker, XIII Mystery
One-shots publicados em Portugal:
(França) Paris, 11 de Agosto de 1971
Desde muito novo que começa a cultivar a sua aptidão e interesse pelo desenho e por histórias. Quando chega a altura de decidir o que fazer da sua vida, parece-lhe natural escolher a banda desenhada. Enquanto insaciável jovem leitor, apreciava o humor de Gaston Lagaffe e as aventuras de Blake e Mortimer, bem como os problemas existenciais dos super-heróis vestidos a rigor e que povoam as edições mensais de Strange. A sua descoberta do trabalho de Giraud (também Moebius) durante a sua adolescência, terá mais tarde uma grande influência no seu próprio trabalho.
Com 20 anos, deixa Paris e muda-se para a Bélgica para seguir o curso de ilustração no Instituto Saint-Luc, em Liege. Após três anos e finalizado o curso, começa a apresentar-se a várias editoras com um número variado de projectos, mas sem sucesso. Em 1996, decide apresentar o seu trabalho ao escritor Philippe Tome. Este deu a Meyer, para trabalhar, um argumento particularmente sinistro. Um ano mais tarde, lançam o primeiro volume de Berceuse Assassine, uma trilogia.
Meyer funda, entretanto, com alguns outros autores, a "Parfois j'ai dur" workshop. Foi aí que realiza Des Lendemains sons Nuages, série que co-ilustra com Bruno Gazzotti, sob argumento de Fabien Vehlmann. A seguir, ainda com Vehlmann, iniciou a série de ficção científica I.A.N., a qual relata as aventuras de um ser de inteligência artificial, completado com pele e nervos humanos. Em 2008, com Xavier Dorison lança o primeiro volume da série X/11-Mystery, uma colecção da Dargaud pela qual recebe, em Bruxelas, o Prémio St. Michel.
O ano de 2010 parece representar para Meyer uma reviravolta gráfica, ao efectuar Page Noire, com argumento de Denis Lapiere e Frank Giroud. Em 2012, ele e Xavier Dorison voltam a trabalhar juntos nas paisagens nórdicas do díptico Asgard, seguindo-se posteriormente a terceira colaboração na série Undertaker, a qual continua a conhecer junto dos leitores de vários países um crescente sucesso.
Séries publicadas em Portugal:
Undertaker, XIII Mystery
One-shots publicados em Portugal:
- Balada assassina (Berceuse Assassine), 1997, Meyer e Phillipe Tome, Álbum Devir [2002]
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Deadpool mata Deadpool
Um número infindável de mundos alternativos está em perigo quando um Deadpool fora de controlo e consciente da sua existência como personagem fictícia decide destruir-se a si mesmo e a toda a realidade, acabando com os progenitores do universo – todos os outros Deadpools pelo multiverso fora!
Começou a guerra dos mundos, quando todas as versões do Mercenário Desbocado do universo têm de escolher de que lado vão lutar nesta campanha sangrenta contra a realidade. O nosso mercenário e mutante, violento, malcriado, com mau sentido de humor e factor de cura, vai atalhar caminho pelo universo à pancadaria, explodindo cabeças e destruindo planetas, na companhia dos nossos heróis favoritos: Dogpool, Lady Deadpool, o recém-chegado Pandapool, o Deadpool Dinosauro e muitas mais personagens bizarros e malucos!
O escritor Cullen Bunn regressa ao universo tresloucado de Deadpool, desta vez acompanhado do artista espanhol Salva Espín, para mais uma tentativa homicida de eliminar de uma vez por todas os realidade do universo Marvel, desta vez matando todos os Deadpools existentes no multiverso!
Deadpool Mata Deadpool é o terceiro volume da bizarra e cruelmente sarcástica série de aventuras que Cullen Bunn construiu, uma divertida exploração do universo meta-ficcional que se tornou a especialidade do mutante mercenário, o mestre de romper a “quarta parede”! Depois de se dar conta de que é uma personagem ficcional, e depois de tentar exterminar todos os heróis e vilões de todos os universos da Marvel, e todas as personagens da literatura que poderiam servir de inspiração para as suas aventuras, Deadpool percebe que só lhe resta uma possibilidade de destruir a existência absurda em que vive, de ser continuamente morto e ressuscitado num ciclo contínuo... matar todos os Deadpools do universo, porque talvez seja ele que está a criar esses mundos todos na sua cabeça!
Aviso: Não é para putos sensíveis e queixinhas! Vai haver sangue, pedaços de cérebro e órgãos espalhados pelas páginas deste livro...
Deadpool mata Deadpool [reúne os números #1-4 de Deadpool Kills Deadpool], Salva Espín e Cullen Bunn, G. Floy, 96 pp., cor, capa dura, 12€
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