A edição deste ano contará com 15 exposições, reunindo autores de diferentes geografias e sensibilidades estéticas, numa demonstração da diversidade criativa que caracteriza a BD contemporânea. Entre os nomes já anunciados figuram autores de Portugal, França, Brasil, Canadá e Suíça, como Benjamin Bachelier, Thomas Ott, Philippe Girard, Beatriz Brajal, Diniz Conefrey ou Inês Louro. Paralelamente, haverá espaço para exposições coletivas e temáticas, entre as quais “Aventureras gráficas”, “Dracula in Comics”, “Portugal em Bruxelas”, “H-ALT” e “Toupeira – Há movimento debaixo da terra”, reforçando a dimensão internacional do evento.
Como é tradição, o primeiro fim de semana do festival — entre 5 e 7 de Junho — deverá concentrar grande parte da presença dos autores convidados, com sessões de autógrafos, conversas, apresentações editoriais e momentos de contacto direto com o público, transformando Beja num ponto de encontro privilegiado para os apaixonados pela banda desenhada. O festival continua também a afirmar-se como um espaço de descoberta de novos talentos e de celebração de diferentes linguagens narrativas e gráficas.
Ao longo dos anos, o Festival Internacional de BD de Beja conquistou um lugar de referência no circuito cultural português, muito associado ao trabalho desenvolvido pela Bedeteca de Beja e ao dinamismo de uma comunidade dedicada à promoção da banda desenhada. A realização da 21.ª edição acontece ainda num momento particularmente simbólico para a cidade, numa altura em que continua a ganhar forma o futuro Museu da Banda Desenhada de Beja, previsto para reforçar o papel do concelho como centro nacional desta expressão artística.

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