Criado por Tiziano Sclavi em 1986, Dylan Dog é o célebre investigador do paranormal, o detective dos pesadelos, uma das mais conhecidas personagens de BD de sempre, cujas aventuras ao mesmo tempo aterradoras, inquietantes e melancólicas, têm encantado leitores – e leitoras – em todo o mundo. Onde termina o artista e começa a obra, onde se interrompe a dor e se inicia o prazer, onde se fundem as linhas que separam a vítima do carrasco? É nesse espaço liminal nebuloso que se terá de mover Dylan Dog, lutando para não acabar sufocado nas espirais inebriantes de uma misteriosa mecenas que fez da arte a sua razão de vida. E de morte. Roberto Recchioni e Corrado Roi arrastam-nos numa viagem alucinante, uma tempestade de emoções contrastantes que levará o investigador do pesadelo a ficar prisioneiro de uma mente alienígena, e o levará ao ponto de ruptura, a um passo do abismo, obrigando-o a enfrentar os piores fantasmas do seu passado.
Dylan Dog: Morte em 16 por 9, Roberto Recchioni e Corrado Roi, A Seita, 208 pp., p&b, capa dura, 24€




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