80 anos d’O Mosquito MOSTRA | 26 jan. - 29 fev. 2016 | Sala de Referência | Entrada livre
Mostra comissariada por Carlos Gonçalves e João Manuel Mimoso, com organização da Biblioteca Nacional de Portugal e do Clube Português de Banda Desenhada, sobre a revista portuguesa de banda desenhada nascida a 14 de janeiro de 1936.
De todas as revistas portuguesas de banda desenhada, houve uma que atingiu um estatuto mítico que nenhuma outra logrou ultrapassar: O Mosquito. Aos que ainda a leram, comprada por cinco tostões aos jornaleiros ou nas tabacarias de esvão de escada, custa acreditar que já passaram 80 anos sobre o primeiro dia em que a revista foi publicada, a 14 de janeiro de 1936.
O seu sucesso deveu-se à simbiose entre dois homens talentosos e imaginativos: um desenhador, António Cardoso Lopes (o Tiotónio); e um gerente de hotel, mundano, poeta e prosador: Raul Correia (o Avôzinho). Juntos, encontraram a fórmula do sucesso; quando se separaram, O Mosquito foi definhando até desaparecer no n.º 1412, publicado a 24 de fevereiro de 1953.
Esta mostra comemora a efeméride, ilustrando o voo de dezassete anos d’O Mosquito através de uma coleção representativa da cronologia da revista, incluindo outras publicações a ela associadas. Uma secção é especialmente dedicada aos autores portugueses, um dos quais, Eduardo Teixeira Coelho, iniciou na revista uma brilhante carreira internacional.
De todas as revistas portuguesas de banda desenhada, houve uma que atingiu um estatuto mítico que nenhuma outra logrou ultrapassar: O Mosquito. Aos que ainda a leram, comprada por cinco tostões aos jornaleiros ou nas tabacarias de esvão de escada, custa acreditar que já passaram 80 anos sobre o primeiro dia em que a revista foi publicada, a 14 de janeiro de 1936.
O seu sucesso deveu-se à simbiose entre dois homens talentosos e imaginativos: um desenhador, António Cardoso Lopes (o Tiotónio); e um gerente de hotel, mundano, poeta e prosador: Raul Correia (o Avôzinho). Juntos, encontraram a fórmula do sucesso; quando se separaram, O Mosquito foi definhando até desaparecer no n.º 1412, publicado a 24 de fevereiro de 1953.
Esta mostra comemora a efeméride, ilustrando o voo de dezassete anos d’O Mosquito através de uma coleção representativa da cronologia da revista, incluindo outras publicações a ela associadas. Uma secção é especialmente dedicada aos autores portugueses, um dos quais, Eduardo Teixeira Coelho, iniciou na revista uma brilhante carreira internacional.

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