Em As Linhas que Traçam o Meu Corpo, Mansoureh Kamari revisita a infância e adolescência em Teerão, retratando as restrições impostas às mulheres desde cedo: proibições quotidianas, medo constante, assédio e a ausência de autonomia sobre o próprio corpo e destino. O livro aborda também a fuga da autora do Irão e o percurso de reconstrução da sua liberdade.
Com argumento e desenho da própria Mansoureh Kamari, esta novela gráfica cruza memória pessoal e testemunho social, oferecendo um retrato da condição feminina no Irão contemporâneo.
Mansoureh Kamari nasceu e cresceu em Teerão, no Irão, onde se formou em desenho industrial. Apaixonada pelo cinema de animação, mudou-se para França em 2011 e prosseguiu os estudos na escola Gobelins, em Paris. Desde 2015 trabalha como character designer para estúdios de animação em França e noutros países. As Linhas que Traçam o Meu Corpo é a sua estreia na banda desenhada.
As Linhas que Traçam o Meu Corpo, Mansoureh Kamari, Arte de Autor, 200 pp., cor, capa dura, 25€






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